Como usar agentes de IA para escalar empresas com Fabio Pinto - Momento #41B
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Vídeo em Português, publicado pelo canal Jose Roberto Securato Jr.
Sobre este conteúdo: O resumo, os principais pontos e os temas abaixo são gerados automaticamente a partir da transcrição do vídeo. Eles refletem o conteúdo, opiniões, afirmações e previsões apresentadas no vídeo e não representam posicionamento, validação ou verificação de fatos pelo IA Dots.
Resumo do vídeo
O vídeo apresenta uma conversa sobre o impacto transformador da inteligência artificial nas empresas, destacando a utilização de agentes autônomos para otimizar processos operacionais e o desenvolvimento de software. Os participantes discutem a evolução tecnológica, a divisão entre modelos básicos e avançados, a importância da computação em nuvem e a adoção de novas ferramentas de produtividade.
Principais pontos
- A inteligência artificial é apontada como um elemento transformador nos negócios, permitindo que empresas pequenas operem com equipes reduzidas e maior eficiência.
- Agentes de IA são utilizados em tarefas complexas do dia a dia, como a análise de laudos cautelares de veículos e o desenvolvimento de códigos de programação.
- Existe uma discussão sobre a dinâmica de modelos de IA, com previsões de uma divisão futura entre modelos básicos de baixo custo para o uso diário e supermodelos avançados e restritos.
- A tecnologia em nuvem é destacada como um avanço revolucionário que eliminou a necessidade de armazenamento local e permitiu a sincronização contínua de dados.
- Ferramentas modernas de organização e produtividade, como o aplicativo Obsidian associado à inteligência artificial, servem como um segundo cérebro para conectar informações e gerar insights.
Temas
Inteligência ArtificialAgentes de IAComputação em NuvemEmpreendedorismoTecnologiaProdutividadeAutomação
Transcrição do vídeo
Texto das legendas disponíveis; pode conter erros.
Fábio, você se transformou num empreendedor serial, ah, num tema que você se especializou, que são, né, carros e depois carros usados, mas um elemento está sempre presente e que é a tecnologia. >> Uhum. >> Eu queria saber do, como é que você está vendo a inteligência artificial no, no, no teu mundo e o que que você espera da inteligência artificial para os próximos anos? >> Olha, ah, a a inteligência artificial, ela, ela é, é, transformadora de uma maneira que eu, eu nunca tinha visto antes, né? É, e aí com todos os riscos que, que tem surgido, né? Todas as pessoas aí questionando como é que deve ser esse, esse avanço da inteligência artificial, né? Mas no nosso caso, ele, ele é, assim, falando do meu momento, da minha realidade, da Ingrena, é absolutamente Nós temos, eu e meu sócio, a gente tem uma visão de ter uma empresa pequena, a gente não é aquele, aquele cara que quer fazer uma rodada gigantesca e contratar 150 pessoas de uma vez. É, a gente não quer isso, a gente não vai fazer isso e hoje é possível e só é possível por causa da inteligência artificial. Senão já hoje com a operação que a gente tem, a gente precisaria ter provavelmente mais do que o, o dobro de pessoas que a gente tem. Então a, a inteligência artificial, ela tem um impacto real hoje, absolutamente real nas empresas, se você usar corretamente, porque muita gente fala: "Ah, eu tenho lá uma IA que ela faz o atendimento, não sei que, tal". Isso daí é um pedacinho do negócio. >> Automatização de atendimento é uma coisa muito pequena, né? >> Mas muito pequena, muito pequena que você já fazia antes com bot, quer dizer, não é, nem é, se fazia lá com, tinha jeito de fazer né? >> Aham. >> E, e é curioso porque a maioria das pessoas hoje, você fala inteligência artificial, eles acabam, para, a maneira como se usa é assim, é é um Google melhorado, porque ele vai lá e ele pergunta de uma maneira diferente, uma pergunta mais complexa, tal, mas ele não usa efetivamente para executar tarefas, né? E esse é é é é o é o grande ponto, né? E e até a gente no dia a dia, muitas vezes você usa a IA para, em vez de ir no Google, você vai na IA, né? >> Aham. >> E que te traz a as respostas, tal, você faz um prompt mais elaborado, mas ela começa a ganhar poder quando você executa tarefas, você soma tarefas complexas, é, onde você precisaria de gente com trabalhando 8 horas [limpando a garganta] por dia e com chance de erro, você traz ele que trabalha 24 e com uma chance menor de erro né? >> Então você tem agents trabalhando dentro da sua empresa? >> Um monte. Um monte. A gente tem, cara, por exemplo, um ponto muito importante da Ingresse, né, a análise do do laudo cautelar, né? Quem faz essa análise para mim hoje é um agente. A gente não eu não faço, eu até olho depois, vejo, tal, mas é um agente que vai lá, que analisa, é, que diz se aquele carro é bom ou não é, onde estão os pontos de atenção. >> [roncando] >> E uma curiosidade, a inteligência artificial em si tá evoluindo muito, muito rapidamente, você tem até uma discussão sobre isso. >> Mas essa evolução da inteligência artificial, ela impacta negativamente a sua empresa? Que que eu quero dizer? Você criou o seu agente, mas aí o modelo mudou, mudou, mudou, ele desabilita o agente que você criou? Você tem que ficar reinventando? Como que é essa dinâmica? >> Eu acho que essa dinâmica ainda não tá muito clara, sabe? Hum. Porque é como como ainda tá muito transformando e surgindo coisas novas, eu não sei se tá muito claro como vai ser isso, né? Agora, você tem que tomar cuidado com com a IA, porque é, você não pode assim simplesmente confiar cegamente sabe? A gente já teve situações lá que aprovou um negócio que não tinha que aprovar, entendeu? Então você tem que tomar cuidado para não assim, não assumir e falar, "Nossa, é tão bom que eu não vou mais olhar", entendeu? Eu acho que esse, esse esse momento ainda tá, tá um pouco distante. E aí, conectando um pouco do que você tá falando, porque tá bom, então, como é que eu vou substituir? Porque o próximo vai ser tão bom que eu tiro esse? E como é que eu tiro esse? Como é que eu descubro se ele é tão bom ou não, né? Eu acho que a gente ainda tá, meio que engatinhando no que vai ser toda a proporção que tem a, a, a IA na nas empresas e na vida da gente, né? >> Entendi. Posso arriscar? Quero saber sua opinião. >> Claro, vamos lá. >> Eu imagino um mundo que se a gente vai ter dois níveis de IA. Um, uma camada mais, mais básica e mais barata e uma segunda camada com mais avançada, mais sofisticada. Então, eu acho que vai ter dois padrões de inteligências, de modelos de inteligência artificial. Essa mais básica vai ser, essencialmente, o que a gente usa hoje em dia e a camada mais avançada para, por exemplo, resolver aquele problema de matemática que ninguém nunca conseguiu resolver nos últimos 150 anos, sabe? >> Uhum. >> A primeira vai ter escala e vai ser affordable, vai ser eh, viável economicamente. A segunda vai, poucas pessoas vão conseguir pagar e usar e vão criar muito valor com isso, vai, você vai desenvolver uma nova, um novo medicamento, um novo princípio ativo com a de cima, não com a de baixo. A de baixo vai ser pro dia a dia. >> Uhum. >> Como você reage a isso? >> É, eu, eu acho que essa dinâmica até já existe hoje, né? Eh, porque pegando um caso recente aí do, da Anthropic, né? Que ela, que tinha o, se eu não me engano, era o Fable 5, né? Que eles tinham lá, que eles simplesmente, eh, poucas empresas têm acesso, eles não puseram pro grande público, dado o poder e o custo que isso teria. Custa centenas de milhões de dólares ter esse engine aí, né? Então, de alguma maneira a gente já vê isso se refletindo. Mas, eh, se, se a gente pensar, é um padrão repetitivo, né? Porque vamos pegar os PCs, né? Que é falando aí ou mesmo hoje o computador, né? É, mas vamos falar do supercomputador quando ele surgiu, né? De alguma maneira você tinha lá o PCzinho que a gente usava e que ajudava bastante, né? Mas aí você fala: "Cara, eu preciso projetar como é que vai ser meteorologia", que é um lugar que tem uma aplicação muito grande de supercomputador né? Cara, era aquele troço que ocupava uma sala inteira e que não era acessível a ninguém do ponto de vista financeiro, né? Então se a gente pensar essa lógica, ela mais ou menos se repete no decorrer da história da humanidade em vários segmentos, [limpando a garganta] né? E e que faz muito sentido, né? Porque cara, às vezes assim, é é até uma analogia para o dia a dia, né? Por que que eu vou ter um Lamborghini para andar no trânsito de São Paulo a uma média de 15 km/h, né? [limpando a garganta] Então aí você vê, não faz sentido, uma coisa muito cara, não é acessível para muita gente, eventualmente nem eu nem preciso daquilo, né? Então acho que essa dinâmica ela ela já existe há muito tempo, a gente vê na IA hoje e eu concordo com você, ela vai ser sim dominante. E talvez até a gente é diferente do do computador, talvez tenha um uma diferença ainda maior, colossal entre o que é a a super hiperinteligência artificial para aquela que a gente usa no dia a dia. >> Legal. Eu não tinha feito essa analogia. Porque a a a preocupação decorrente disso é aumentar a desiguala a desigualdade econômica e social em decorrência da inteligência artificial, porque quem tiver acesso aos supercomputadores você vai ter um nível de desenvolvimento muito maior para quem não tem acesso. >> Sem dúvida nenhuma. >> Mas eu fico menos preocupado, porque isso já existe e se o acesso ao supercomputador eu não vejo como um determinante de criação de potências econômicas. >> Exato. Não nesse nível, né? Eu acho que a IA talvez é o que eu falei assim, eu acho que vai ter um um fosso maior. Mas eu não sei se é isso também sozinho que vai fazer com que, putz, um país seja o o único poderoso ou que um que não era nada vire um super país. Eu acho que são, é, os componentes são mais complexos né? >> Ah, legal. E na na sua empresa, eu vejo três dimensões da inteligência artificial. Uma é como a empresa usa a inteligência artificial, então você comentou dos agentes, então a sua empresa tem os agentes, ela tem a inteligência artificial na na sua construção. >> Uhum. >> Como seus funcionários usam inteligência artificial e como você usa inteligência artificial. Me fala um pouco disso. >> É, a gente tem o os agentes, eles estão lá presentes e eles são agentes de de níveis diferentes, é o do atendimento. >> os agentes? Você tem um Chief Agent Officer? >> [risadas] >> Olha, já existe esse cara, tá? Mas, é, não não agent, né? Mas é o o Chief Artificial Intelligence Officer, né? >> Aham. >> Um um player muito importante do mercado de carros que é a Kavak, que é um player mexicano, eles têm essa figura, né? E eles são muito bons de inteligência artificial, mas muito bons. Então a gente tem eu tenho uma a gente tem pessoas internas que desenvolvem isso né? Agora também existe a situação, a gente não usa isso, em que o agente ajuda a desenvolver o agente, né? >> Uhum. >> A gente não faz isso, é uma equipe interna que cuida desse desenvolvimento. Então, é >> Então você tem uma uma equipe dedicada para >> Não para criar agente, para cuidar de tecnologia de uma maneira geral, tá? Sendo que o agente, a IA é uma componente da maneira como a gente vê tecnologia, tá? Ela não é ela não é uma uma uma cápsula isolada. Não, não, não, não é não é apartada, ela tá e eu acho errado quando você pensa ela apartada, né? Você tem que ver ela no contexto da sua solução tecnológica. >> Boa, gostei. >> É, isso é é fundamental, porque às vezes você fala, é, a IA for the sake of IA, não, não é isso, você tem que entender no teu contexto, né? >> E os funcionários usam IA no dia a dia? >> Usam bastante, cara, muito, muito e a gente tem é uma parte relevante da nossa equipe é de tecnologia e e aí é onde talvez tem o maior impacto que eu falei no nível de número de pessoas né, eles usam muito para desenvolver [roncando] né, então eu tenho as pessoas humanas que desenvolvem e os agentes que estão desenvolvendo, então não é só uma consulta, um atendimento, não, ele está desenvolvendo código, entendeu? Então é usa-se bastante né, eu >> E você Fábio, você usa? >> Olha, esse esse é um ponto que eu tenho me me questionado diariamente, eu não acho que eu estou usando como eu deveria usar e nem na quantidade que eu deveria usar sabe? Eu acho que a gente tem que se desafiar diariamente porque >> Mas isso é verdade para todo mundo, para você também. >> É, exato, mas eu eu acho que talvez essa seja uma tecnologia que você não não ter uma abordagem diária de usar, o o desenvolvimento é tão rápido e tão grande que você vai ficar muito rapidamente para trás, entendeu? Então não dá para ser aquele negócio, ah tá bom, sei lá, eu aprendi a usar aqui esse navegador novo ou Excel aqui, tanto faz se lançarem outra coisa depois, você mais ou menos igual, não acho que é o contato tem que ser diário e profundo porque senão rapidamente você não vai saber o que está acontecendo. Você vai ter ficado para trás. >> Tem alguma tecnologia ou aplicativo que você usa hoje? Porque vai, Excel eu uso hoje, você usa hoje, não muda muito de como a gente sempre usou, você consegue automatizar, você consegue usar inteligência artificial no Excel. Então eu estou classificando Excel como uma tecnologia antiga. >> Antiga, concordo com você. >> Tem alguma tecnologia nova que você começou a usar que você é, acho que faz diferença na sua vida e que não é uma tecnologia antiga? Eu tenho uma, eu posso falar depois. >> E que não é uma tecnologia antiga? >> É. >> Cara, assim, tem um tem uma coisa para mim que é que é assim é que eu considero muito impactante e que talvez não seja tão nova, mas é relativamente novo, inclusive nesse uso, né? Que é a uso da nuvem no sentido de integrar é diversos pontos de contato, diversas ferramentas, né? Porque no passado, e a gente viveu muito isso, não é tão longo, que você tinha que andar com pen drive para cima e para baixo, né? Era o pen drive, o CD, não sei quê. E para mim esse foi um salto de produtividade muito grande, sabe? Porque você para de ter que se preocupar com isso, em sincronizar as coisas. Hoje a tecnologia faz isso para você. E e só foi possível por causa da tecnologia em nuvem, né? Então assim, você deixou de ter aquela ideia do armazenamento local. Então eu tenho o local, trabalho aqui e eu transporto o meu armazenamento para outro local, né? Você passa a ter é devices, aparelhos que na verdade rodam na capacidade central ali. Isso te permite acessar e fazer muita coisa. E a implicação disso é enorme, né? Porque por exemplo, você fazer cirurgia, né? É uma coisa que todo mundo fala bastante, que é o cara tá no Brasil aqui com o negócio fazendo uma cirurgia na Índia ou vice-versa né? Isso só é possível por causa dessa capacidade. E e por trás da nuvem tá a capacidade de conexão das coisas, né? Então isso para mim foi uma coisa que fez assim, fez muita diferença, cara. E é relativamente novo, né? Porque quando é que você parou de usar pen drive? Não é há um tanto tempo assim, cara. Eu lembro na Carflix, [risadas] não faz tanto tempo a gente tava com pen drive para cima e para baixo, cara. >> Cara, outro dia eu fui dar aula na Sampo, cheguei com o pen drive, os caras não conseguiram pegar o arquivo, porque é o o BTG bloqueia tudo. >> Então, pois é, cara. Isso isso para mim é assim, eu eu considero uma uma coisa que para mim foi bem revolucionária, cara. >> Foi a loucura. Eu gostei da da do seu comentário, porque de fato é que nem luz elétrica, ninguém para para pensar que a gente tá usando a luz elétrica, né? Ou a tomada. Ela tá lá e você usa. E a nuvem é um pouco isso para mim. Eu tenho três laptops. Eu tenho um aqui, eu tenho um em casa e um que fica na minha mala indo para lá. Eu abro o laptop, é a mesma coisa. >> É isso. >> Sem pensar, sem me preocupar, meus meus aplicativos estão em todos, os e-mails estão em todos, os arquivos estão em todos. A aula que eu vou dar aqui, a aula que eu vou dar lá, tá tudo disponível do mesmo jeito. É seamless. >> É seamless. >> Ah, você não percebe, cara. >> É. >> Não percebe. E quando dá pau de sincronização, cara, você é bate o desespero né? >> É. >> E a como é que eu faço, cara? Qual que Como é que Qual que era a versão, né? Tá mais ali, onde salvou, onde não salvou. Então, assim, é muito impactante e a gente percebe que nem a luz, quando corta a luz, você fala: "Caramba, faz falta esse troço, né?" >> Exato, exato. >> Então, aí também, parou de sincronizar, você fala: "Nossa, a nuvem faz falta, né?" >> A minha nova tecnologia é o Obsidian. O Obsidian é um aplicativo e ele se propõe a ser um segundo cérebro das pessoas. >> Opa, aí já. Estamos num nível. >> É. Então, a ideia é você alimentar o Obsidian com as suas informações e ele vai estruturando e amarrando essas informações. Eu ainda tô aprendendo a usar. E e eu criei dois cérebros. Eu criei um para os meus negócios e um para as minhas aulas. Então, nas minhas aulas eu registrei todos os meus alunos e aí, ao longo do tempo, eu começo a ver a jornada do meu aluno. Ele assistiu essa aula, ele assistiu aquela aula, ele assistiu essa aula. Eu tenho as escolas. Nessa escola eu fiz isso, nessa escola eu fiz isso. Então, na Suno eu fiz isso, na Bakers Academy eu fiz aquilo. E tem os assuntos. Então, a aula de valuation, quais são as aulas de valuation que eu dei, aonde que ela deu, qual foi o assunto. Então, com Imagina tudo isso conectado e integrado. E aí eu A ideia é que esse meu cérebro desconectado na minha cabeça, que tá lá, consegue me me ajudar a ser mais eficiente, mais produtivo, tem sites que eu mesmo não tive, ah, trazer demandas que eu não pensei e pensar em e produzir, né? Produzir conteúdos, produzir aulas, produzir outras coisas na amarração de tudo. >> Boa, interessante, não conhecia esse. >> É, e aí você embarca Obsidian. Então, o Obsidian é um aplicativo. >> Sim. >> Só que o aplicativo em si, é, é muito trabalhoso, então o que que me ensinaram, que você incorpora o Cloud nele. Então, você joga as informações no Cloud, aí o Cloud alimenta o Obsidian nessa arquitetura do Obsidian para ele ser útil para você. >> É, eu eu ia justamente perguntar e eu tava assumindo que, é, a inteligência artificial tem que tá, é, muito conectada nesse, é, nessa maneira de fazer a coisa. Sem inteligência artificial, acho que fica Eu acho que a ideia do Second Brain, >> ela era legal, mas ele acabava sendo ele limitado, é tipo daquela coisa que vai dar mais trabalho fazer versus o que você tira dele. >> dele. >> Com a inteligência artificial, o próprio processo ficou interessante. Porque ao você trazer os elementos para alimentar com o processo, é, da inteligência artificial, já é um aprendizado em si. >> Uhum. >> Então, eu não precisei extrair coisas do Obsidian para achar que valeu a pena. >> Entendi. >> Então, isso me forçou reflexões, me forçou movimentações, me forçou, ah, reflexões então me deu, me trouxe uma disciplina para olhar para o que eu faço todo dia, o que eu faço no passado e programar o futuro. >> Boa, não conhecia, gostei. >> É. >> Gostei, aprendi uma nova. >> E aí eu descobri que tem aí um, quem usa Obsidian vira meio fanático, então eles ficam tentando converter as outras pessoas. >> [risadas] >> É o seu caso? >> Não, eu tô tentando me eu eu percebi isso, eu tô tentando me segurar. >> Se policiar. Tá bom. >> É, eu fiz a pergunta não pra vender o Obsidian, mas pra saber se tem alguma coisa que eu tô missing out e deveria saber. Então é mais por FOMO. >> Entendi. FOMO, boa. >> Fear of missing out. >> É. Valeu, Fábio. Obrigado. >> Legal. Obrigado.
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Assuntos: Agentes de IA. Publicado no YouTube em 2026-10-24.
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