A Era da TI Agêntica (2ª edição): agentes autônomos de IA na prática em Cibersegurança e TI

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Vídeo em Português, publicado pelo canal Central IT - Tecnologia em Negócios.

Sobre este conteúdo: O resumo, os principais pontos e os temas abaixo são gerados automaticamente a partir da transcrição do vídeo. Eles refletem o conteúdo, opiniões, afirmações e previsões apresentadas no vídeo e não representam posicionamento, validação ou verificação de fatos pelo IA Dots.

Resumo do vídeo

O vídeo apresenta a segunda edição do evento 'Era da TI Agêntica', realizado pela Central IT, com foco na interseção entre inteligência artificial agêntica, automação operacional e cibersegurança. Especialistas discutem cenários reais de ataques cibernéticos, como o uso de hashes NTLM e o papel de agentes autônomos na proteção de infraestruturas de tecnologia por meio de ferramentas como o Autônomus e o Hyper Agents.

Principais pontos

  • Apresentação de dados alarmantes sobre o volume diário de tentativas de ataques cibernéticos no Brasil.
  • Explicação detalhada sobre etapas de ataques cibernéticos, incluindo reconhecimento, phishing com IA, movimento lateral e extração de hashes NTLM.
  • Discussão sobre os riscos associados a credenciais de administração local e o uso de contas com privilégios elevados em estações de trabalho.
  • Demonstração do Autônomus, uma plataforma de IA para mapeamento topológico, auditoria de segurança e correlação unificada de logs e eventos.
  • Detalhamento da tierização de agentes de IA (T1 a T4) e o uso do Hyper Agents para garantir governança operacional em conformidade com normas regulatórias.

Temas

Inteligência Artificial AgênticaCibersegurançaAgentes AutônomosInfraestrutura de TIGovernança de IAResposta a IncidentesActive Directory
Transcrição do vídeo

Texto das legendas disponíveis; pode conter erros.

Ah, [música] muito bom dia. Muito bom dia a você que está conectado aqui com a gente nesse momento. A gente dá as boas-vindas, né, à nossa [música] segunda edição da era da TI Agente, que a gente fez uma primeira rodada há duas semanas atrás, foi um sucesso e o pessoal pediu mais uma rodada. Bom, pessoal, ah, antes da gente começar, já tô vendo aqui bastante gente conectada com a gente aí, como de costume, né, eu vou querer saber de onde você é, de onde você fala, de qual cidade, de qual empresa. Bom, ã, a gente tem aqui, bom dia, pessoal. Vou pedir pra produção colocar aqui na tela. Vamos lá. Bom dia. Bom dia. Bom dia, Carlos. Bom dia, Marcos. Sejam bem-vindos. ven se achegando aqui com a gente. Bom, a gente vai falar, pessoal, uma pauta que tá aí na boca de todo mundo, né? A gente fala muito de inteligência artificial todos os dias, a todo momento. E inteligência artificial hoje ela faz parte do nosso dia a dia. A gente já não consegue imaginar como seria acordar de manhã e não ter uma informação ou pedir uma informação pro chat, né? E a gente vive agora, né, o momento da inteligência artificial agêntica. O que que é a inteligência, a inteligência artificial agêntica? Alguém sabe dizer o que que é a IA agêntica? Eh, comenta no chat. Já já eu venho aqui, ó. O pessoal tá colocando os comentários. São Paulo, pessoal de São Paulo em peso, Chapecó, Santa Catarina nos assiste ao vivo também. Muito bom dia. Bom, alguém sabe, alguém arrisca dizer aqui no nosso no nosso chat o que que é uma Iagêntica? a gente, né, quando a gente começou ali em 2022 com a inteligência artificial, a gente usava muito o chat para falar, para pedir informações, para corrigir os nossos e-mails. Hoje a gente vive a era que existem agentes autônomos que fazem já o nosso trabalho, né? A capacidade de pedir pro gente executar uma tarefa que é minha, que é uma tarefa operacional. E é sobre isso que a gente vai falar aqui hoje na nossa segunda edição. Eh, vamos lá. Vou pedir pra produção colocar aqui na tela nossa nosso material, né? Esse evento ele é um evento realizado pela Central IT. Nós somos uma empresa de tecnologia já há mais de 22 anos no mercado, né? Vou pedir para passar pro próximo slide. Eh, antes da gente começar aqui as nossas pautas, palestras, eu vou dar um recadinho para vocês, tá, pessoal? Quem ficar ao vivo até o final com a gente, quem se inscreveu lá no formulário, preencheu as nossas pesquisas, a gente vai fazer um sorteio. A gente vai divulgar para vocês depois esse sorteio para três empresas que querem testar eh os agentes autônomos de IA nas suas operações de tecnologia, mas é preciso que você fique até o final para que a gente consiga colocar o teu nome nessa inscrição, tá? Eh, bom, vou pedir para você que vocês interajam com a gente. Pode ir mandando perguntas durante aqui as nossas falas, as falas dos nossos palestrantes e a gente vai responder ali, dar um espaçozinho no final para responder a sua pergunta, tá? Eh, todo mundo eh sempre pede, Pauli, vai ter certificado? Não vai ter certificado? Eh, a gente vai divulgar também o nosso e-mail para que você faça a solicitação do seu do seu certificado e logo após o evento a gente consiga te enviar. Bom, no no na próxima tela a gente vai ver um pouquinho sobre a nossa pauta. Então nós vamos ter hoje, né, nós vamos ver de novo sobre como estão as jornadas de ataque, né, quão robusta elas estão com os agentes de IA, né? A gente tem hoje a inteligência artificial no ataque, na defesa, né? Como que tá acontecendo? Na sequência a gente vai ver com o nosso palestrante, né? Eh, o Gustavo Vilarde, ele vai falar sobre um incidente de cybersegurança, um caso real que aconteceu, né, e como que a gente pode se preparar para resolver isso. Eh, falando de cyber ainda, então, a gente tem o nosso outro palestrante que é o Luca Julião, e ele vai falar, vai abordar pra gente sobre como que a gente pode, na prática trazer uma ferramenta eh super capaz, poderosa para te ajudar a proteger a sua operação, o seu negócio, né, a sua empresa. Bom, e seguindo pro próximo slide, nós vamos, é, falar um pouquinho da Central. Bom, a Central, nós somos uma EI Company, uma empresa pautada em inteligência artificial. Nós estamos há mais de 22 anos no mercado. A nossa tecnologia hoje, ela impacta mais de 55 milhões de usuário no mundo. Nós temos esse orgulho, tá? Nós temos eh mais de 20 produtos fabricados, criados por nós, o nosso portfólio e a gente atende a mais de 10 setores segmentos. Somos especialistas nesse quesito. No slide seguinte, a gente mostra que a nós também somos reconhecidos internacionalmente. Central IT, ela é citada no quadrante Strong Performance do Gartner, né, com uma empresa com excelente performance. Isso é a voz do cliente falando sobre o nosso produto. Nós temos uma nota 4.8 no Garten Peer Sites. E quando a gente fala de governança eh corporativa de tecnologia, nós estamos entre as mais certificadas em ITON no mundo. São 24 processos certificados. Bom, eh, bastante resultado, né? resultado que realmente faz a central IT brilhar. No próximo slide a gente mostra um pouquinho, vou pedir pr que é, vou mostrar, pedir pra produção colocar um vídeo é mostrando um pouquinho sobre o que é ser uma AI company. >> [música] >> Durante anos, investimos milhões, criamos metodologias e desenvolvemos [música] soluções. Construímos uma identidade capaz de traduzir o nosso potencial. Tudo isso para sermos uma empresa inovadora, que transforma tecnologia em resultados [música] para os negócios. A transformação agora acontece em outra velocidade e uma pergunta [música] se torna inevitável. Como é possível adotar inteligência artificial [música] para gerar ganhos reais nas operações? Para nós, essa resposta já existe. A Central IT transformou [música] esse desafio em uma nova forma de operar. Hoje, as [música] nossas soluções impulsionadas por IA conectam operações de TI e de cybersegurança, ampliando a capacidade das equipes e levando mais [música] inteligência para decisões que antes dependiam de processos fragmentados. É dessa visão que nasce um novo ecossistema. Com o produto [música] City Smart X, unimos a solução Autonomous e a plataforma de Hyperagents, trabalhando de forma integrada para gerar mais [música] eficiência, autonomia e capacidade operacional. Mais do que incorporar IA as nossas soluções, estamos colocando inteligência para atuar dentro das instituições. [música] O que antes era uma possibilidade, agora acontece na prática. É assim que traduzimos essa nova forma de operar. [música] Inteligência que executa, pessoas que lideram. A Central IT agora é uma AI [música] company, porque para nós inteligência artificial não é promessa, é execução. né? As pessoas que se inscreveram com a gente, nós mandamos um formulário e elas responderam algumas perguntas que ajudou a gente entender um pouquinho do cenário de cybersegurança, né? Como é que como é que estão as operações de tecnologia nesse momento. Eh, no próximo slide a gente mostra, né, quem são as pessoas que se inscreveram. Então, nós temos aqui, né, a 66% são a pessoas de infraestrutura e operações de tecnologia. Temos a 61.3 TR também, né? Responderam que trabalham com eh gestão de serviços de TI ou Service DESC, né? E o restante a gente pega pessoal de redes e conectividade, dados, né? Então, todo mundo aqui, Rzone conhece bastante sobre essa parte de infraestrutura de tecnologia. No próximo slide a gente fez uma pergunta bem capciosa, né? Eh, se você ou você conhece alguém que já sofreu algum ataque cibernético e a gente teve um número bem interessante que fala de 75.4% 35.4% respondendo que já. E eu vou fazer uma provocação. Eh, você provavelmente já sofreu algum tipo de ataque e você não faz ideia ou tentativas de ataque. Sabe aquele e-mail que você recebe que fala, clica aqui, você ganhou R 1 milhão deais. aquilo é uma tentativa de ataque. Então, eh, existe uma massa, né, de atacantes que fazem todas as os possíveis tentativas ao longo eh, enfim, do dia. Eh, a gente também eh na nossa pesquisa, né, no slide seguinte, a gente perguntou, né, qual que era o principal gargalo das operações hoje de tecnologia e o pessoal ainda reclama muito de atividades manuais e repetitivas e de baixo valor, né? Veja bem, a gente tá na área da TI agêntica e a gente tem e ainda, né, o nosso time, os nossos talentos fazendo trabalho manual repetitivo. Então tá na hora da gente ver eh sobre isso, né, e uma sobrecarga muito grande dos profissionais. Então, a gente vive no momento coloca a Iá para trabalhar para você, coloca a Iá para ajudar o seu time. No slide seguinte, a gente traz aqui, né, que só 7.4% 4% já tem agentes agindo de forma autônoma, trabalhando na sua operação, na sua na sua empresa. Isso não assusta, né? Embora a gente esteja no começo da quando a gente fala da era da IA agêntica, mas ele tem pouca poucas pessoas usando. Então isso quer dizer que existe um mar de possibilidades para você explorar no seu negócio, na sua empresa, os agentes potencializando o trabalho humano, o trabalho do seu time. Bom, no na a gente também fez mais uma pergunta no slide seguinte, né? quase quase metade das pessoas eh que responderam tem o interesse, a gente tem 48.9%, tem o interesse de avançar com o uso da inteligência artificial nos próximos se meses. Isso é importantíssimo, né? Ou você avança, você fica para trás, ou, né, o mercado vai eh ele vai te dominar. Quem hoje não opta pela EA, a gente já sabe que é um cenário que vai te deixar para trás de todo mundo, né? Todo dia a gente tem uma mudança nova, uma atualização nova, né? e empresas crescendo e aumentando a sua produtividade com o uso da inteligência artificial. Bom, ah, hoje aqui, né, nós temos três palestrantes. Daniel Donda, nosso especialista em cibersegurança, tá aqui com a gente, né? Eh, a gente tem o Gustavo Vilarde, que é o nosso R de cybersegurança da Central IT, especialista aí no tema. E o Lucas, o Lucas ele é o nosso especialista, o nosso R de inteligência artificial. Então, esses serão os nossos palestrantes do dia de hoje. E antes de passar a palavra pro Daniel, tem um slide seguinte que a gente traz aqui uns números que são bem preocupantes, tá? Esses números são reais. Se você der um Google agora na internet, você vai confirmar essas informações. A gente tem um dado de 2025, 753. Tentativas de ataques aconteceram no Brasil. Isso é um número alarmante, isso assusta. Isso por dia dá uma média de tentativa de ataque de 2 bilhões. 2.07 por hora são 86 milhões. Por minuto 1.43 milhão. E por segundo agora, ó, 1 segundo, 2 segundos, 23.000, quase 24.000 tentativas de ataque. E aí, como a sua empresa tá fazendo para se prevenir disso? É sobre esse tema que eu dou as boas-vindas ao Daniel, nosso especialista eh youtuber, influencer em cáegurança. Muito bom dia, Daniel. Seja bem-vindo. >> Muito bom dia, pessoal. É um prazer tá aqui com vocês. Ah, eu gostei da introdução. Youtuber influencer, quem me deram, [risadas] né? Eu eu vou até começar a compartilhar aqui. Eu falo um pouquinho de mim. Mas, primeiramente, muito obrigado pelo convite e parabéns por essa introdução que traz um pouco do assustador, a nossa assustadora situação real, né, quando a gente fala sobre cybersegurança. Eu vou compartilhar aqui a minha tela e eu vou falar bem sobre como que é um ataque e hoje com essa demanda eh que nós temos em relação a a IA, porque vocês estão se trabalhando, né, com IA, mas os nossos adversários também. Então a gente tem uma um trabalho absurdo. Bom, pessoal, quem tá me vendo pela primeira vez, muito prazer. Meu nome é Daniel Donda e além de influencer, [risadas] que eu adorei esse título, eh, eu também sou fundador da Hackersh uma plataforma de cybersegurança, ã, voltada a ensino, né, e atuações em incidentes de segurança, né, esse é o principal ponto. Então, já trabalho há muitos anos, há mais de 25 anos, trabalhando com tecnologia, sou autor de livros, tenho vários projetos e eu também sou um entusiasta da cultura hacker. Aí quando eu falar aqui em cultura hacker, e essa aqui acho que é uma das partes bem importantes aqui, tá? Hackers são os meninos que estão aí, ó. Sou eu, eu sou um hacker ético, somos nós que trabalhamos com tecnologia, né? H, mas o mercado atual a gente se refere muitas vezes, né, eu vou ver uma notícia, vai falar de hacker, eh, esse ator malicioso que tá aqui, né, e ele não é, eu vou chamar ele de um adversário, ele é uma realmente um ator malicioso. Mas aqui nós vemos dois tipos, né? O white hat e aqui o black hat, que é o nosso ator malicioso, que são esses grupos, porque a ameaça é real. Todos esses ataques que a Pauli trouxe aí pra gente acontece 24 horas. de bom, meu trabalho é atuar depois que eles acontecem, uma vez que eu trabalho em resposta a incidente e não é uma situação muito agradável, principalmente para as empresas. Eu vou falar daqui a pouco sobre as etapas, né, de como que acontecem essas esses passos que esses atores executam no dia a dia. Mas vocês eh irão notar que existe ali algumas técnicas importantes ali que nós podemos nos atentar para pelo menos acreditar, né, que [limpando a garganta] nós vamos sofrer um ataque. É muito difícil falar que, bom, ataques nós vamos sofrer o dia inteiro, a Paulista já falou. Eh, mas a conclusão, né, a etapa final desse ataque não pode acontecer. E aqui nós temos a guerra cibernética que acontece 24 horas sem barreiras, na velocidade da luz. é o tempo todo acontecendo. Ah, no teatro da guerra cibernética, o Brasil ele não é um ator em destaque, então nós não somos nem muito bem ah atacados e nem atacamos, mas nós vemos aí alguns grupos de países, né, que são estados nações, como Estados Unidos, China, Irã, eh, Rússia. Esses aí são os grandes atores nesse teatro. O problema é que muitas vezes nessa guerra cibernética nós temos ali eh infraestrutura nossa que pode estar ali a a vistas desses guerreiros cibernéticos, né? Eles são patrocinados por esses estados e nações, ou seja, eles têm muito dinheiro e eles podem fazer isso. Cyberespionagem e competição industrial. Esses dois aqui andam juntos, né? Se a gente for parar para ver, eles andam juntos e acontece o tempo todo, né? Se a gente for na dark web, né? Se eu usar aqui um sistema e começar a procurar ali, eu posso contratar esses atores maliciosos. Eu vou contratar hackers, eu não gosto de usar esse termo, mas ok, para fazer uma cyber espionagem, uma competição industrial, né? A cyberespionagem, ela pode espionar questões eh geopolíticas, ela pode também trabalhar aí nessa parte de competição industrial. É apenas a espionagem, como a gente conhece, igual de filme, isso acontece mesmo o tempo todo. Muito difícil detectar. junto aqui, ó, guerra cibernética mais a competição industrial, nós podemos ter ali grandes problemas em relação à sabotagem, né? Muitas empresas podem ser sabotadas. E eu eu tô fazendo agora uma extensão universitária na USP sobre eh crimes e crimes ambientais e isso tem muito a ver aqui com o agro, tá? Então existem ali algumas sabotagens que podem acontecer e é engraçado que a gente fala sobre cybersegurança, guerra cibernética e a gente vai para esse mundo, né, que é totalmente diferente. Temos o rativismo, os famosos anônimos e aqui, ó, entra o nosso terror do dia a dia, Cryptojack e Ransower. Hware, que eu acho que é o maior destaque aqui e é onde nós mais vamos trabalhar no dia a dia, tá? Ah, R era é mais do que um Maer, né? Ele hoje opera por grupos, então eu tenho RER as a service. Então são serviços, tem empresa ou service, né? escrevi em em inglês e grupos que vendem esse serviço porque isso aqui se tornou muito rentável, dá muito dinheiro para os criminosos, né? Então aqui são ataques criminosos. cryptoJack já é uma maneira um pouco mais fácil de controlar, mas são esses atacantes e eles muitas vezes eles têm ali a a a meta de invadir os sistemas, controlar os sistemas e fazer muitas vezes ali vai pegar um servidor ou um computador que está ocioso, né, naquele tempo ocioso e ele vai implantar um mau para poder minerar, por exemplo, moedas como sei lá, o Moneiro ou Bitcoin, né? Ele usa para esses pins, né? O que é um grande risco. Bom, beleza. Como que eles atuam, né? Então, pra gente falar um pouco do nosso maior desafio hoje, eu vou traduzir aqui as etapas usando o cyber chain. O cyber chin ele foi criado por uma empresa, na realidade cqute chin é um termo militar, aliás que o Chin é um termo militar. Eu vou apagar a tinta aqui, ó. Kenin é um termo militar e o cyber foi incorporado, né, para descrever as etapas dos atacantes, como eles se infiltram no sistema. Nós usamos outro framework que é o my, né? Se você procurar aí no Google depois, você vai ver que se divide essas etapas em várias outras. E o MRI ele é muito mais detalhado, mas aqui a gente consegue ter uma noção, tá bom? Bom, primeiro isso aqui a gente não consegue fugir muito, né? os nossos atacantes, os nossos adversários, os hackers do mal, eles vão fazer o nosso reconhecimento. E hoje isso é muito fácil, eles criam um dossiê, né? Esse dossier permite ele determinar ali possíveis vulnerabilidades e formas de ataque. Eu coloquei até aqui, ó, um o poet. Se você colocar no Google, eu vou abrir aqui esse meu esse site aqui, é o bein poet. E aqui a gente pode colocar um endereço de e-mail, ele mostra quantos endereços já foram ã atacados, né? O paln aqui é de atacados. Eu vou colocar o meu e-mail pessoal aqui, ó. Danielddonda@gmail.com. Se ficar vermelhinho, ficou vermelhinho. 16 brechas, ou seja, o meu, o meu e-mail, meu nome de usuário, às vezes. Cadê aqui? Deixa eu ver se algum pegou vaquinha. Ó, vazou a minha senha. Olha só, em todos os sites que eu me cadastro com o meu e-mail, eles correm o risco de vazar o meu e-mail e minha senha. Olha, esse aqui é o Myitage, né? Me cadastrei e teve um vazamento em 2017. Obviamente eu já mudei minha senha de [limpando a garganta] 2017 para cá e eu uso o duplo fator, tá? Por favor. Mas nem todo mundo faz isso. E muitas vezes essa senha ela pode ser reusada. E os nossos adversários adoram isso, né? Bom, eles levantaram tudo aquilo, eles pensam: "Como que eu vou fazer um ataque? É a hora que ele faz a armação. Ele pode criar um mauer ou ele pode criar um exploit. Ele pensa numa maneira fácil. de fazer o quê? A entrega para o ataque. E aqui um alerta fishing. Pessoal, agora a gente entra numa situação e aí eu peço aí pro pessoal, só para saber se eu voltei a usar minha Agora sim. Depois eu volto a compartilhar ali. Acabei parando o compartilhamento ali, eu já volto a compartilhar nesse momento. E daqui em diante os nossos atacantes estão usando cada vez mais a inteligência artificial. Aquele meia de fishing que a Pauli falou ali no começo, antigamente era fácil de eu descobrir. Ah, ele é fajoto, tem eu de português, os links, nada bate ali. A verdade é que hoje com a inteligência artificial eles conseguem fazer isso de maneira muito mais eficiente e quase imperceptível. Eu vou acreditar, vai parecer que é do meu banco, não vou ganhar aquele 1 milhão de dólares ali, apesar que eu gostaria de ganhar, viu? Que nem ela falou. Outras técnicas, né, que os nossos atacantes eles estão utilizando agora, eles criam esses maers, esses payloads, essas formas de atacar e eles fazem a entrega usando cada vez mais recursos avançados que a tecnologia permite. Então, além de, eu vou dar um exemplo aqui, eu sempre uso esse exemplo. Ah, no, vocês devem estar vendo na minha câmera, eu tenho aqui um pen drive que não é um pen drive, ele é um interface device. Eu vou desmontar ele aqui. Às vezes é fácil desmontar, às vezes é um pouco mais difícil. E quando eu desmonto esse pen drive, ó, desmontei ele todinho, ó. Eu mostro que ele não é realmente um pen drive. Ele tem aqui um microSD onde eu posso fazer configurações nesse microSD, colocar aqui um programa e ele vai funcionar como se fosse um teclado. Tem outras maneiras? Tem tem muitas outras maneiras, né? Eles podem usar dispositivos como esse e eles podem ficar perto ali do seu estacionamento para fazer um ataque à sua rede Wi-Fi, né? Eles podem fazer vários ataques e clonar cartões, clonar informações para entrar na tua empresa com pequeno dispositivo como esse que permite. E nunca deixe o seu crax, suas informações fáceis ali, tá? Para que alguém possa usar. E ele pode plantar algo assim, ó, na tua rede. Ninguém vai mexer nisso aqui. Eu eu coloco esse USB aqui e aqui eu coloco o cabo de rede da empresa. Bastou eu entrar na empresa e fazer isso. Isso aqui funciona fazendo um ataque que nós chamamos de man in the middle. E ele captura tudo e manda pra nuvem. E aí eu vou analisando todos os seus pacotes e pega informações, né? Pega informações de usuários e tudo mais. Então, a entrega desses pacotes existem ainda, eu tenho dezenas de outros eh eh outras formas de de colocar. Esse é um simples cabo e eu tô preocupado porque eu tenho três cabos iguais e eu não sei qual desses cabos agora ele é esse famoso Oh my God cable, ou seja, ele possui aqui, ó, um payload de ataque para poder comprometer um celular ou comprometer um computador. Eles usam todas essas tecnologias para fazer uma entrega. Além do mais, a IA nos ajuda a criar isso. Como que eu faço um payload para um cabo desse que eu tenho certeza que o seu iPhone não vai detectar com inteligência artificial, né? Então nós precisamos cada vez mais que os nossos sistemas tenham a capacidade de detectar, né, esses recursos. Deixa eu voltar aqui a compartilhar a tela. Vocês podem deixar as perguntas aí, tá? Você ficou dúvida, vamos compartilhar. Bom, fez a entrega, daqui em diante ele pode explorar, ele já tá no nosso ambiente, ele já consegue fazer ali eh a exploração do nosso Pode ser um um uma simples máquina na rede, tá? Porque quando ele conseguiu explorar, sei lá, Windows ou [limpando a garganta] Linux ou algo do gênero, ele consegue instalar recursos, ele consegue se movimentar na rede e ele vai indo máquina em máquina e vai rodando comandos. E esses comandos eles podem ah abrir ali a capacidade de ele se tornar um admin ou ele já é um admin e ele vai criar uma persistência. Olha só, eu tenho aqui um comando. Esse comando ele já tá, eu já comprometi todo o ambiente antes dele, tá? Deixa eu abrir aqui. Eu tenho Windows Server, ó. Calma aí que eu consigo fazer o login aqui. Só não tá abrindo. Acho que é porque eu tô compartilhando aqui. Ele não. Deixa eu duplo clique. Tá travado. É, pera aí que eu paro e consigo fazer ele voltar a funcionar. Bora. acontece, né? Ao vivo acontece umas coisas engraçadas aqui. Mas pera aí que eu vou dar um jeitinho aqui, ó. Eu venho por aqui e por aqui eu dou um control alt, ó. Certo? Aí, pessoal, vocês estão vendo? E eu não, eu não uso, mas eu acredito que sim hein. Olha só, obviamente nesse ambiente aqui eu já tenho tudo que foi pré-definido, que já foi, né, executado para comprometer e rodar um software. Alguém ia falar alguma coisa? Pode falar só para eu saber se tá aí. Tudo certo, Donda? Pode continuar, >> então. Tá ótimo. E olha só, pessoas que fizeram o login aqui, ó, logon aqui na máquina, uma Juliana Diniz ou o próprio administrador deixou informações aqui de login. Quando eu falei que daquele site houve ali um vazamento, né? Aquele vazamento que aconteceu vazou a minha senha. Mas a minha senha muitas vezes ela tá assim, ó, em forma de hash. Eu tenho um exemplo aqui para mostrar para vocês. Olha só, eu venho aqui, ó, nesse meu sistema que é o preferido dos atacantes, né? E aqui, ó, onde eu tenho aqui o vazamento, eu mostro como que é um banco de dados. Por exemplo, ó, aquele Myitage que vazou, se eu pegar para ver o que tem dentro dele, ó. Ele tem o usuário que vazou e ele tem a senha dele em forma de hash. Mas os atacantes eles conseguem fazer um dicionário de senhas, transformar também em hash. Porque o que é a hash, né? Ó, eu pego a minha senha. Qual é a senha, Pauli? Eu não sei qual que é a sua senha. Acho que a sua senha é Não, eu acho que eu sei qual que é a senha dela. A senha dela é central, não é? Só que aí ela colocou no lugar do A, né? Aí e T, ó, colocou tudo em maiúsculo. Então, a senha dela vai ficar assim. O que que os atacantes fazem? Eles vão investigar ela, vão pegar ali as senhas que já vazaram dela. Por exemplo, da minha senha vazou, né? Vazou aqui dentro. Se eu procurar aqui por hã Daniel Donda dentro desse meu desse meu arquivo aqui, ó, já foi vazado. Que que os atacantes fazem? Eles pegam e falam: "Pô, já vazou. Vamos descobrir qual tipo de senha que o Daniel Donda pode usar." E aí eles podem pegar um software que eles mesmo podem criar. Coloca esse. Isso não é criptografia, tá pessoal? Isso aqui é hash. Os meninos vão falar da importância do hash no ambiente. E eles podem, né, com esse hash aqui, ó, tentar quebrar, descobrir qual é a senha. E ele vai testando, testando, testando e se ele conseguir, ele alerta. Ó lá, a senha é essa, a senha password. Claro que é uma senha que já vazou muitas vezes a senha password, né? Mas é uma senha boa até, não é? Ó, maiúscula. números. Eu posso fazer muitas senhas aqui, mas vai acabar sendo sendo pego por eles. Depois que eles fazem a instalação, o que que eles fazem? Começam a controlar o ambiente. Esse é o perigo. As máquinas têm uma persistência, os servidores têm uma persistência e eles mandam dados pra nuvem. Esse é o maior risco que existe. E se eu pensar em Hanselware, eles vão roubando meus dados aqui, ó. E olha, um ataque pode demorar meses, tá? Eles podem acabar roubando até 1 TB de dados sem ninguém perceber. E aí no final das contas eles chegam e falam: "Bom, meu amigo, ou você paga tanto para ter os seus dados de volta e tanto para você ter as suas máquinas, porque eles criptografam tudo, né? Eles aqui é um cadeado que eu desenhei, tá? Eu como desenhista sou um ótimo profissional de cybersegurança, que é um computador. Então, esses dados que foram criptografados e os seus dados que estão na nuvem vão ser ficam na mão desses criminosos e aí cabe a nós, né, proteger o nosso ambiente. Tudo isso está acelerado. Então eu falei: "Ah, pô, leva um ano até para fazer um ataque hoje tá muito mais rápido por conta da IAP. certeza que a gente não consegue hoje, né, ir mais rápido. Aliás, certeza que nós conseguimos hoje ir mais rápido com a inteligência artificial. E a ideia, qual que é? É ter a capacidade técnica que os meninos vão apresentar agora para poder dessa nessas etapas parar o mais rápido possível. Se eu deixar eles explorarem ou instalarem alguma coisa, é muito difícil de eu achar. Se eu deixar eles chegarem na etapa final, é muito difícil eu recuperar o meu sistema antes e garantir que eles não ataquem de novo. Então, foco parar na entrega ou nessa exploração, no mínimo na exploração, que é onde os meninos vão exemplificar fácil com a tecnologia que está disponível hoje aqui com a Central Haití. Isso é bom, né? Agora sim, pessoal, aqui eu faço essa breve explicação de como que é o o como são executadas as etapas. Mostrei um pouco ali, né, de alguns comprometimentos. Claro que não dá para mostrar o comprometimento início afim, porque são vários processos que acontecem, mas eles são reais. As ameaças são reais. Isso acontece o tempo todo, né? Para mim, se acontece, eu tenho trabalho, porque a minha função é trabalhar em resposta a incidente, mas tomara que eu não precise trabalhar numa resposta incidente com vocês. Os meninos vão ajudar agora, né? Né, Pauli, como que a gente pode parar esse ataque antes de acontecer isso? Obrigado, pessoal. >> Muito bom. Muito bom, Daniel. Muito bem. É sobre isso que a gente vai falar agora, né? sobre os incidentes de segurança né Vilarde? >> Exatamente. Eu gostei de ver na onde onde o Daniel se apresentou que ele também veio, né, sendo um expert Microsoft. Eu também, quem me conhece aqui, escreve aqui no chat, me dá, me dá um alô aí para eu saber que você tá aí. Eu também, Daniel, eu vim da área de Microsoft, eu sou expert Microsoft, assim como você, tirei algumas certificações, eh, MCS, MCS, enfim. E e eu tive muito presente dentro da operação de um data center, né, atuando lá com os analistas, analista júnior, analista de suporte, analista de infraestrutura. Inclusive, ó, você que é analista, eu tô com o chat aqui aberto aqui no meu celular, eu preciso que você escreva aí qual é a sua profissão. Escreve aí: "Olha, eu sou analista de suporte, eu sou analista de infraestrutura, então melhor, eu sou um coordenador de TI, eu sou um gerente de TI. Eu preciso saber quem é que tá aqui com a gente aqui pra gente descer um pouco mais é tecnicamente. E uma coisa interessante aí que o Daniel e eh mostrou foi os restes NTLM. E o meu objetivo aqui, gente, assim como Daniel, é esclarecer mais com com o viés da operação, do dia a dia de você que é de suporte técnico e você que é gerente ou coordenador do por que o seu time de suporte técnico não poderia agir do jeito que eu vou comentar aqui, trazer no dia a dia e contextualizar essa questão dos rests ntlms. E uma coisa interessante é que se você for parar para pesquisar, de 72% até 90% dos ataques, eles começam a partir da estação de trabalho do usuário, tá? Não no servidor. O servidor ninguém sai espentando pen drive, o servidor não clica em links maliciosos. O servidor, ninguém usa o servidor para comprar uma passagem aérea no decolar ou abrir um e-mail e ser vítima de fishing. O foco, na maioria das vezes, o vetor inicial do ataque é a estação de trabalho do usuário. Só que aí você pensa, por exemplo, que o usuário sabe a senha dele. O usuário vai lá e digita. Eu, quando eu vou logar na minha estação de trabalho, eu digito a minha senha. Só que por trás, gente, a senha ela não é trafegada em texto claro na infraestrutura. É gerado um hash, tá? Esse hash ele recebe o nome de hash ntlm nas versões legadas, né? Aquela V1 do hash NTLM, ele é um hash de 56 bits. Ele é um hash com a criptografia considerada fraca. Depois esse hash NTLM na versão 2, ele foi atualizado por uma criptografia de 128 bits. Mas o fato é que o H NTLM na sua criptografia de 56 bits foi quebrado em 1999, em apenas 22 horas por duas empresas. Imagina hoje com o poder computacional e com os agentes de A trabalhando, quão rápido seria quebrar um hash NTLM, que que talvez é o o o protocolo de autenticação utilizado aí no data center que você trabalha, tá? Só que qual é o ponto? O usuário vai lá, digita a senha, esse hashtlm, né? Como que, por exemplo, o Active Director sabe que o usuário digitou a a senha correta? O AD sabe a senha. Ele aplica o hash e aí se o usuário digitar assim esse hash for trafegado e o controlador de domínio pega o hash ntlm do usuário e o hash ntlm que tá na base de dados e for o mesmo hash ntlm quer dizer que o usuário digitou a senha correta e aí sim ele emite um token, né? Esse token descendo um pouco mais tecnicamente, entra em operação um protocolo Kerberus e é emitido um token chamado TGT que dá acesso ao usuário. Mas um momento, vamos voltar lá pra estação de trabalho do usuário. O Windows, gente, o Windows tem um serviço chamado Elsas, que o objetivo desse serviço é guardar os restes NTLM dos usuários que estão logados na estação de trabalho. Aí de repente você tem lá a a alguém da recepção que logou, tem um ntlm lá dentro do serviço LSAS. E aí, né, imagina que essa pessoa da recepção abriu um chamado pro suporte técnico, o analista de suporte foi lá na máquina da recepção e também efetuou o logom. Só que esse analista, esse colaborador, ele tinha um perfil de domanha de mim no Active Director. Naquele momento, o HNTLM daquela estação de trabalho, quer dizer, na verdade, o o serviço LSAS daquela estação de trabalho vai ter dentro dele o NTLM do do usuário comum e agora um hashntlm que dentro do Active Directo tem uma permissão altíssima que é o Domedim. Caso essa estação de trabalho tenha sido infectada, imagina que, sei lá, tem alguma coisa lá aguardando alguém com um pouco mais de privilégio. E aí, nesse nosso cenário hipotético, foi o colaborador do suporte, foi o camarada. E aí ele logando com o domínio de mim, ele dá a condição de algum script malicioso ou de alguma coisa obter um acesso a mais na estação de trabalho e fazer o dump do serviço Lazas e aí ter esses dois hash NTLM. Aí começa, gente, essa exploração é onde o invasor obtendo a lista dos Hes NTLM, ele começa por meio do IP e da máscara. Perceba, tem um range, ele consegue vasculhar a rede e tentar passar esse H NTLM nos dispositivos remoto. E aí começa o movimento lateral do tipo pés de RH, né? O pés de RH ele costuma ser um dos primeiros ataques depois que o invasor ele tá dentro da infraestrutura. E ele consiste em cada vez que um sistema vizinho é comprometido, ele tenta, o invasor compromete, ou seja, ele faz o movimento lateral do tipo pdh. Caso alguns desses hashs ntlm já obtidos tenha condição de logar nessa estação de trabalho, né, algum tipo de privilégio, ele novamente tenta fazer o dump de um novo LSAS para ir aumentando esse dicionário de hash NTLM. E aí ele testar, né, tentar testar nos sistemas vizinhos o uso desse HNTLM. Chega a um ponto que esse ataque do tipo PD hash, o invasor já possui tanto conhecimento do ambiente em relação aoss NTLMs coletados e agora ele precisa avançar, né? E aonde que tá na infraestrutura o local com todos os rests NTLM na base de dados do Active Directo? O AD ele possui um arquivo que é o ntds. Esse arquivo, na verdade, é a própria base do AD. E dentro desse arquivo é possível extrair uma lista de todos os hashs NTLM de todos os usuários. Esse é o próximo passo do invasor. Depois que o invasor começa o ataque usando essa técnica que é o PES de RH, ele precisa encontrar o domin controle. E não é difícil. Perceba você que é analista de suporte. Eu tô aqui com o chat aqui, tem muita gente aqui que é analista de suporte. Tem, por exemplo, um rapaz aqui que é gestor de TI. Você que é analista de suporte, não é difícil do invasor encontrar o DC? Por quê? Ele é o DNS primário da estação de trabalho do usuário, talvez o DNS secundário. fazendo uma varredura na rede, um Nmap, por exemplo, quem responde na porta 389, LDAP, na porta 636, LDPS, na porta 3268, 3269, que é consulta de global catalogue, na porta UDP8, que é o próprio Kerberus, na porta 445, que é o SMB, aí ele encontra o cisvol, lá dentro tem as pólices, aí ele pode fazer um outro tipo de ataque, enfim, o alvo que responde em portas específicas, denuncia se ele é ou não domem controle. E caso o invasor, tendo esses múltiploss NTLM, ele consiga comprometer um servidor que, por exemplo, responde na porta 389, ele tá dentro do do de um de um domainem controle. E tando dentro de um domain controle, o que que ele vai precisar fazer? Ele vai precisar fazer o dump do arquivo ntds. Eu tô trazendo esses elementos aqui para eu ser prático no dia a dia de você que é do suporte técnico, você que cuida de uma infraestrutura de computadores. E talvez nesse nosso exemplo aqui hipotético, o analista de suporte que presta suporte pro usuário, ele tem uma credencial do meio de mim. Quem nunca viu isso no ambiente? Olha o risco. Olha o risco. E aí encontrando esse arquivo, ele faz o dump do do ele, na verdade, ele gera uma cópia do arquivo ltds. Existem formas de fazer essa cópia. A conta por padrão, tá gente? Todo toda conta que consegue fazer um backup, e backup é uma conta de altíssimo privilégio, ele consegue gerar um backup do disco C, ele consegue gerar uma shadow, ele consegue deixar um arquivo em execução aberto no sistema, ele consegue gerar uma cópia e aí a partir dessa cópia ele talvez consiga. E aí tem n formas de de obter acesso a isso. Por exemplo, o Donda, eu vi que ele mostrou o Mimi Cats, né, para fins didático, inclusive, ele é muito utilizado. E aí existem formas de, a partir desse arquivo copiado, obter o hash ntlm de todas as contas de usuário, tá? E aí, dessa listagem de contas, você que é administrador de universo Microsoft, você já reparou que no seu AD tem uma conta chamada KRBT? Quem que conhece essa conta? escreve aqui no chat a conta KBTGT, gente, é a conta de serviço do Kerberus. O Kerberos, ele é um protocolo de autenticação e que ele ele ele funciona de uma forma diferente se comparada ao NTLM. O Kbrios, ele é como se fosse um ingresso ao cinema. O usuário quando ele precisa permitir eh eh eh quando ele precisa garantir um acesso, um servidor na topologia do Kber chamado KDC, que é o K Distribution Center, ele emite um token. Esse token se chama TGT, que é o ticket Great Ticket. O Kebrus, ele recebe esse nome porque ele veio da mitologia grega e se você pegar a mitologia é um cachorro de três cabeças, né? são as a a essas três cabeças do Kerberus. E alguns livros vão falar que o Kerbos, essas três cabeças indo pro protocolo, são os três assbrus, né, que é autorização, autenticação e auditoria, ou os três elementos do Kbberbrus, que é o serviço de AS, o TGT e o TGS, né? Mas se você ainda na sua busca for procurar o Kerbus, ele era RFC 1510, agora foi atualizado para RFC 4520, se eu não me engano, que define o padrão de funcionamento do Kberus. O fato é que nesses três elementos, que são essas três cabeças do Kerberos, o RNTLM da conta KBT. E aí, gente, desculpa, eu tô descendo um pouco mais tecnicamente, né, para entrar no dia a dia de você que é de suporte técnico. O resto MTLM dessa conta, ele é utilizado como como segredo criptográfico das três etapas do do Kberus, ao ponto de que se o invasor obter acesso ao HNTLM da conta KRBT, o invasor burla o próprio AD e ele consegue emitir um token e especificar nessa emissão anos de vida do token. ao invés do token inspirar de 8 em 8 horas ou de 10 em 10 horas, o invasor, por exemplo, ele pode emitir um token com a validade de 10 anos. Esse é o pior de todos os ataques. Esse é o ataque do tipo golden. É o ataque que que tem o potencial de comprometer integralmente uma floresta de uma empresa. E eu sempre falo isso, que a empresa ela nasce pelo AD, mas ela também pode morrer pelo AD. Imagina o risco de um token com a validade de 10 anos. E aí na emissão do token, o invasor coloca o seguinte: "Olha, esse usuário que vai usar esse token, ele é da mãe, é de mim, ele é operador de backup, ele consegue pegar os sides desses grupos. Sid é um identificador único e colocar dentro desse token com validade de 10 anos. Esse é o pior de todos os ataques." Inclusive, a Microsoft, ela tem procedimentos, tá? Para você que é analista, eh, para resetar a senha em caso de de identificar que houve vazamento, né? ou riscos envolvendo o arquivo ntds. Mas aí existem procedimentos de resetar essa senha, né, por duas vezes, porque até o próprio hash NTLM ele obtém o histórico dos seus dois últimos hashs. Então eu eu falei disso tudo porque, mas perceba, começou numa estação de trabalho. Essa extração de trabalho, ela tem informações, ela tem serviços, ela possui logs, né? Ela possui n componentes e o usuário que tava fazendo um trabalho legítimo, alguém do atendimento, alguém lá da secretaria, né, da do da área de negócio aí do do local que você trabalha, esse usuário tava fazendo um acesso legítimo, provavelmente uma máquina infectada, nesse nosso exemplo hipotético, só que isso foi potencializado pela fragilidade de segurança da informação, quando um analista do suporte vai prestar um atendimento ento nessa estação de trabalho. E esse analista de suporte, por exemplo, ele logou com uma credencial que é doman de mim. E aí talvez aí entra questões de backdoor, né? Um invasor pela internet mantenha uma conexão persistente, enfim, assim, entra n técnicas. Eu tô resumindo aqui essa essa esse fluxo operacional que acontece no dia a dia. E isso é uma dor. Isso é uma dor. Muitos ambientes de TI, gente, não tem o que a gente chama de tierização de contas. Inclusive, isso é um procedimento de segurança, né, onde se tem contas T0, contas T1, contas T2, depois você para e pesquisa, mas o fato é 72% dos ataques, de 72 a 90% começam a partir de uma estação de trabalho. E se a gente conseguisse voltar os olhos pra estação de trabalho? E se a gente conseguisse ter uma ferramenta que além de inventariar os elementos computacionais de uma estação de trabalho, fosse capaz de correlacionar os eventos, os achados nos logs, por exemplo, logs de segurança, questões de comportamento dessa estação de trabalho. É isso que a gente quer te mostrar, tá? Eu tô aqui com o Lucas. O Lucas aqui, ele ele ele é o nosso R aqui de inteligência artificial. E eu queria, Lucas, que você mostrasse aí eh aquele mapa do Autônomos, onde a estação onde onde o Autônomos ele já inventariou, né? Por exemplo, gente, aí a produção, eu gostaria que você colocasse aqui na tela, tá? a projetasse aqui o notebook do Lucas, porque pra gente começar a tentar, né, Lucas, eh proteger um ambiente, querendo ou não, a gente vai ter que voltar os olhos paraas estações de trabalho e aí que entra o autônomos. >> Perfeito. Obrigado pela passagem aí, Vilarde. Então, pessoal, me chamo Lucas, tá? Eh, sou oriundo também aí de operação, tá? toda a minha vida aí consumida em operações e já tive aí diversas vezes com esses problemas do dia a dia. Vlad explicou com a didática aí incrível e eu vou tentar mostrar para vocês uma ferramenta que com certeza é a solução de muitos desses problemas que foram foram elencados aqui, tá? Eh, então, para que a gente consiga, pessoal, pré-determinar eh qual é a melhor estratégia para para a ilustração de uma vulnerabilidade, qual é a melhor estratégia para ilustração de um incidente, a primeira coisinha que nós temos que fazer é, como o Vilos falou, conhecer a infraestrutura de vocês, pessoal. Então, para isso, nós estamos fazendo o uso aqui dessa montagem desse mapa, que é totalmente autônomo, tá? Inclusive, Autônomus é o nome desta ferramenta. Essa ferramenta, pessoal, ela atende a todos os papéis que vocês colocaram aqui. Eu já vi aqui que nós temos AI architect, nós temos analista de suporte, nós temos aqui uma analista de governança, Red Cyber Security, analista de TI. E eu consigo precisar para vocês, pessoal. Cada telinha que eu vou mostrar aqui, ela atende a um fórum específico, tá? Para você que é um coordenador, um R, uma pessoa que tem menos tempo para poder operar o sistema, nós temos uma tela que te traz exatamente o resumo operacional da sua infraestrutura. Já você que tá lidando com o dia a dia, você que tem essa enchorrada de logs, o que que você precisa olhar? Eu vou mostrar para vocês que nós também estamos utilizando inteligência artificial para potencializar o seu trabalho, tá? E isso é uma tangente aqui de dentro da central IT, tá pessoal? Nosso foco é em ponderar pessoas, emponderar os analistas. Nós entendemos que o conhecimento humano, o conhecimento tácito de vocês, ele é muito valoroso para dentro da sua organização. Então não imagina que nada disso vai substituir o seu o seu trabalho. Isso daqui não é uma coisa para poder eh ocupar uma uma vaga que hoje está em aberto. Isso aqui é para potencializar isso que você já faz com com certeza eh eh muita maestria, muito esforço e todos que estão aqui com certeza estão eh focados em aprender mais para poder entregar mais paraas suas companhias. Então, voltando aqui pro bate-papo que eu tô com Vilard, cara, aqui está a montagem do nosso mapa topológico, tá? Esse mapa topológico, ele é utilizado para duas vertentes. A primeira, Vilard, eu consigo aqui rapidamente ter uma análise de uma causa de impacto, tá? Então, cara, se algum atacante ganhar essa máquina, quais outras máquinas eu poderia e eh comprometer no ataque lateral? Então, aqui eu já tenho uma visão clara de quais máquinas eu poderia atacar. E esse mapa, ele também já me traz uma visão de vulnerabilidade voltada a itens de configuração. Então, se eu clico aqui em cima, eu já consigo ver que eu tenho 93 métricas ligadas a esse item de configuração. E além disso, eu tenho um log crítico que também está interado aí com essa máquina. É aquilo que você falou, através de correlações, nós vamos conseguir gerar daqueles dados em conhecimento. E aí muitas vezes, Vilardi, eu vejo nas infraestruturas e principalmente quando a gente vai junto, né, em cliente, o pessoal fala assim: "Cara, aqui eu tenho muito incidente de falso positivo, de uso de RAM e uso de CPU. E quantas vezes a gente já não conseguiu precisar que aquele alerta era um alerta válido, pessoal? a utilização de CPU e memória RAM era um hult kit que estava instalado e ele já estava sendo processado há diversos e diversos eh eh diversas execuções um grande tempo, aquilo trouxe pra gente um conhecimento que a gente não detinha sobre sobre e o ambiente. Uma outra tela que eu quero mostrar para vocês aqui, pessoal, é justamente a tela do morning call. Quantas vezes, Vilard, você foi interpelado por alguém, cara, como é que tá aí o ambiente? Eh, uma máquina XPTO, ela parou. Isso não é mais necessário, pessoal. Com o uso do Autônomus, nós vamos conseguir dar um resumo crítico de como que a operação de vocês, ela está naquele exato momento, tá? O que que aconteceu durante aquele período que você esteve fora, todas as coisas que você precisa ter atenção durante o seu dia, esse é o uso do Morning Call. Técnica inclusive trazida aí pelo pelo pelo Vilards para dentro da ferramenta, tá? Então aqui inclusive, pessoal, eh a gente tem um conhecimento que eu acho sensacional. Através do uso de machine learning, deep learning, a gente consegue trazer essa precisão. Qual que é o horário de pico dentro da sua infraestrutura aonde ocorrem ocorrências, seja ela de de infraestrutura ou de segurança. Vocês têm esse conhecimento, pessoal? Então, a ferramenta ela vai ajudar que vocês conheçam melhor o o ambiente de vocês, preparem melhor equipes de suporte, equipes de sustentação, até uma sala de crise, né? a gente gosta, a gente usa bastante esse esse termo, eh, para poder avaliar esse ambiente e aí vocês vão conseguir ter todo esse no para poder gerar aí o plano de de remediação e o plano de trabalho. O Bl falou muito bem, pessoal, do monitoramento eh dos ativos de dos ativos de desktop. E nós temos um agente, inclusive eu vi aqui um inside, Vilard, eh, o Salu, ele colocou assim: "Retirar o NTLM é uma solução interessante". Mas, cara, antes mesmo de retirar, nós podemos observá-lo, observar o uso do NTLM, observar até a pasta que você propriamente disse aqui, aonde todos os os NTLMs eles estão sendo eh eh armazenados. Então, esse é o agente pessoal que ele vai fazer toda essa salvaguarda de informações, toda essa observabilidade. Para quê? Para engrandecer o conhecimento de vocês. Então, esse é um agente que é instalado dentro dos desktops, tá? Eh, a gente tem ele tanto para Windows quanto para Linux. Claro que cada um com a sua com a sua com a sua peculiaridade. E aqui eu vou trazer o foco para segurança. Uma vez que nós temos esse agente eh instaurado dentro da máquina, nós vamos conseguir consumir tudo que aquela máquina tem, desde software, hardware e etc. Então, trazendo também alusão lá à fala do Donda, pessoal. Eh, um dispositivo foi conectado ali um dispositivo USB numa máquina. Essa ferramenta ela consegue pegar através da postura de auditoria. Então eu consigo saber tudo que foi espetado, tudo que foi retirado, até componentes, tá pessoal? Então quando eu estive dentro da operação Vilard, uma coisa que acontecia quase que é e é e é é chato falar isso, né? Mas o pessoal rancava a memória ran os computadores. Cara, isso era um terror para dentro da operação, porque os meninos eh instalam as máquinas, deixa aquilo lá tudo 100%, mas, né, a gente tá lidando com o ser humano. Então, esse controle de auditoria pessoal também é possível aqui dentro da ferramenta. Mas de novo, o foco aqui é segurança. Nós estamos preparando todo e eh estamos fazendo esse aparato para que vocês entendam como um ataque acontece e como que o autônomos ele com certeza vai ajudar vocês. Então, a primeira coisa, essa máquina tem um antivírus. Isso é uma primeira uma uma técnica de segurança básica básica, mas que por muitas vezes é violada. Então aqui a gente já consegue responder sem que vocês tenham que interpelar o usuário, fazer RDP e etc. O próprio a própria, o próprio agente gente vai trazer isso para vocês. Outra coisa, pessoal, postura de segurança. Cara, o fire tá ativado. Se o fire não tiver ativado ou tiver ativado eh eh parcialmente, por que que esse file tá ativado parcialmente? E aí eu começo a insumar todas essas pessoas como Vilard bem experiente, né, para poder falar, cara, quais são as posturas de segurança que eu posso implementar aqui dentro da minha rede? Porque isso daqui eu já sei, eu já sei que eu não tenho. E quais são os próximos passos? E aí a gente consegue fazer um trabalho qualitativo, né, Vilar? Inclusive a gente tem feito isso dentro dos clientes. >> Isso. E com esse inventário, tá gente, das estações de trabalho, por exemplo, o Lucas tá compartilhando aí questão de portas e tal, questão de se tem ou não antivírus. Isso aqui é fundamental para fazer aquela análise inicial a fim de medir a postura de segurança da organização. E aí esses elementos aqui, né, o Lucas bem comentou sobre o morning call e isso é parametrizável. É possível, com base nesses achados eleger aquelas informações que, por exemplo, a empresa julga oportuno receber todos os dias logo pela manhã voltado, né, e eh com essa visão mais de cybersegurança. Exemplo, eu quero saber todos os servidores aí que estão respondendo na porta 389. Eu quero saber com base nos análises, com base na análise dos logs, quais quais quais origens foram identificados com determinados IDs, eventos laterais do tipo p algum comportamento eh que talvez o invasor tá tendo e de movimento lateral, de elevação de privilégio e e eu quero ser notificado todos os dias logo cedo pela manhã. Então essas informações elas são importantes para consolidar na ferramenta e aí a gente conseguir parametrizar o call, né? Uma coisa interessante é que o Autônomus ele entra analisando aquilo que já existe. Então, por exemplo, as as estações já existem, os logs eles já estão lá, talvez o ambiente tenha um azul da vida, uma ferramenta de cien, ferramentas EDR, ferramentas de de desse arcabolso de ferramentas da área de cybersegurança. E muit das vezes o que falta é uma ferramenta que com base nessas múltiplas origens, com base nessas múltiplas outras ferramentas que estão no ambiente, correlacione essas informações e entenda, julgue se aquela informação ela é ou não aplicável naquele ambiente de TI. Talvez o azul tá identificando o movimento lateral do tipo p e casal azul com com análise de logs em servidores e estação de trabalho. E aí, gente, o grande diferencial, que inclusive é o tema aqui do nosso evento, agentes de A, a era da TI agêntica, conectar agentes de A que são capazes de interpretar, correlacionar e fazer uma avaliação, fazer uma análise para saber se todos esses achados, independente da origem, se eles se aplicam ou não naquele ambiente de TI e detalhe, trazer os insightes de IA, de pontos de melhoria, de configurações que podem ser param ou configurações que precisam ser desparametrizadas. E aí, nesse contexto, Lucas, de insites de IA, mostra pra gente aí, por exemplo, exemplos aí onde o autônomus, com base no inventário que ele já fez de todo o ambiente, nesse nosso exemplo, né, nesse nosso ambiente aqui, que a IA ela fez algum insite eh gerando tendência ou fazendo alguma análise ou encontrando algum achado voltado na área de de cábersegurança. >> Perfeito, pessoal. Então nós voltamos aqui pra tela do sistema para eu mostrar para vocês a nossa central de eventos correlacionados. Como o Vilardes eh bem disse e eu vou novamente eh eh fortificar. Essa é uma ferramenta pessoal, ela é uma AI hub integration. Então a ideia é que a gente já aproveite tudo aquilo que vocês detém dentro do ambiente de vocês. É lógico que uma coisa ou outra que a gente puder e substituir para poder trazer economias e etc, nós o faremos. Mas aqui nós vamos mostrar um evento, um evento prático, tá? Então nós pegamos tudo aquilo que a gente tinha dentro da infraestrutura, colocamos isso aqui dentro do autônomous e o conhecimento que ele nos traz, pessoal, é um conhecimento já focado em aceleração. Então eu tenho aqui duas duas e eh dois botões, né, que me fazem classificar por grau de importância ou classificar por data. Eu eu particularmente gosto de ver por importância. a gente tem que dar, né, aquele nível de priorização e a própria ferramenta já traz isso de uma forma bem tranquila, eh, bem didática, tá? Então, clicando sobre um desses eventos, eu isolei uma aqui, a gente falou muito sobre PSD hash, né? A gente falou muito sobre o uso do NTLM e através do deep learning ele conseguiu eh averiguar que eh uma máquina específica aqui dentro do meu do meu fórum, tá, do meu cenário, eh alguém estava tentando utilizar o NTLM do de um usuário específico para poder adentrar essa máquina. Então eu consigo trazer, pessoal, aqui o resumo de dessa dessa vulnerabilidade, tá? toda a análise feita pela NLM, pela LLM, tá? A causa raiz dessa dessa vulnerabilidade, beleza? As estratégias e recomendações e análise crítica eu consigo fazer por determinação. Então, se vocês eh entenderem que isso é interessante pro pro ambiente de vocês, a gente consegue deixar isso parametrizável. E qual que é o próximo passo disso daqui? é enviar isso para dentro de um agente autônomo. E para isso nós temos todo um guarda de reio, uma salvaguarda de agentes que estão disponíveis. Eu estou mostrando aqui para vocês o organograma de cada um desses agentes. E aí a gente tem todas as técnicas, pessoal, que aí atrás de melhor pra gente. A gente consegue fazer aquele enxame de agentes para ele poder eh executar comandos dentro da infraestrutura de vocês. A gente consegue fazer eh um um uma análise específica, trazendo ainda mais informações para dentro desse incidente. Então tudo isso é possível com autônomos e é esse grau de uso agêntico que a gente quer implementar aí dentro da da organização de vocês. Trazendo um pouquinho para uma outra fala do Vilardes também. Ele falou: "Cara, a gente consegue utilizar tudo aquilo que vocês têm". Então vejam, este é um alerta do azul, tá? Uma mudança de conta de usuário, cara. Qu quão simples é isso, né? Isso é corriqueiro, mas talvez eh pela aquela dinâmica que a IA está avaliando, novamente, machine learning é uma tendência. Essa tendência ela fugiu do padrão e uma fuga do padrão, ela deve ser analisada por menor que ela seja, porque isso pode ser e grave, isso pode ser um atacante tentando explorar. Eh, então, novamente, pessoal, essa é a tela onde a gente vai correlacionar todos aqueles logs e trazer a a o conhecimento que vocês precisam deter. Mas eu disse para vocês que nós vamos potencializar isso. Eu disse para vocês que vocês não vão precisar olhar tudo para saber o que que vocês têm que tomar como ação para aquele exato momento. É onde entra a tela de decisões. Nós éramos interpelados em todos os os contratos que nós iríamos e nós íamos com a Central IT. O pessoal falava assim: "Cara, mas ainda tem muita coisa, ainda é muito log, eu não consigo gerar um nível de priorização adequado." E para que que a gente tem a a IA, pessoal? É justamente para isso, para poder acelerar, para poder potencializar. Então aqui a gente separou em agora. Você tem que tomar essa decisão agora, porque o seu ambiente ele sofre um risco. Assim como todo mundo gosta de tomar um cafezinho, né, Vilard? A gente que se encontra lá nas quartas-feiras, vocês precisam ter um tempo de paz, pessoal. não é só apagar incêndio. Então nós também qualificamos e eventos que vocês podem dirimir ao longo da semana, que você pode escalonar e também tem os eventos de, cara, veja quando você puder, mas é interessante que você veja. Então essa tela de decisões é a tela voltada paraa operação, pessoal. Essa tela tem dois dois objetivos claros. Primeiro, focar naquilo que você tem que fazer. Isso tem que ser feito. E segundo, essa tela já gera os insightes necessários que você precisa ter para você saber, cara, será que essa atividade poderia ser feita por um robô? Então essa tela responde dinamicamente e além disso ela já te dá a a a possibilidade de você realizar esse envio pra nossa plataforma de agentes autônomos que é o Hyper Agents. E aí, aproveitando esse gancho, nós recebemos aqui uma uma pergunta, eu tava vendo o chat aqui, pessoal, de como que a gente separa esse uso de de agentes, esse uso de motores autônomos e cognitivos dentro da nossa operação. E eu queria aproveitar o Vilardes aqui pra gente poder discutir um pouco mais sobre isso, Vilardes, é, hoje a gente consegue ter 32 agentes, a gente consegue ter o nível de profundidade adequado, mas como que a Central IT faz isso? É, os agentes e eles não podem ter total autonomia no data center. Inclusive tem uma portaria, tá, do MGI, é a 3485 de 2026, que estabelece a forma ideal para se usar a IA generativa, inclusive respeitando, tá, as questões de LGPD. E aí, nesse contexto, qual foi a estratégia utilizada nos nos agentes? Os agentes eles foram tierizados, ou seja, criamos o agente T1, T2, T3 e T4, como se fosse um analista júnior, pleno, sior e um especialista. Os agentes T1 na infraestrutura, eles só executam atividades comandos tarefas comandos Power Shell, comandos Linux, interage nos recursos do Windows, né, nos recursos do do Linux ou nos appliances, como exemplo no F e tal, a nível de consulta, eles não criam, eles não editam, eles não deletam. Então, todo o agente que que é do tier T1, ele é apenas um agente que consulta. Ele tem zero risco, zero potencial destrutivo, zero risco de qualquer indisponibilidade. Já os agentes TER do, os agentes T2 eles criam coisas. Então, por exemplo, seria um agente que criaria uma conta no AD, criaria um registro no DNS para atender uma aplicação que foi deploiada no Cubernets, um exemplo, criaria os agentes T2, nós mapeamos centenas de possibilidades de criação e nós empoderamos esses agentes T2 com essas, né, com com essas tools que criam. Então, perceba, eu já tenho o agente T1 que consulta. Agora eu tenho uma o agente T2 que cria. Ah, o agente T2 criou algo que não era para ter sido criado. Um humano vai lá e deleta, zero risco, zero potencial destrutivo. Já os agentes T3, né, de tier 3, eles têm um pouco de impacto. Então, por exemplo, se eles restartarem um serviço, pode gerar um impacto. Se eles movimentarem uma conta de usuário dentro do AD, se eles movimentarem um arquivo, um arquivo de log, um arquivo X, se eles criarem um diretório, se eles, né, e e copiarem arquivos, essas atividades que elas podem ter impactos, elas competem aos agentes T3. E já os agentes T4 são os agentes que nós chamamos eles com de potencial destrutivo. Então, por exemplo, dar um drop no banco, deletar uma conta, deletar um registro, deletar um volume, deletar um disco, interagir na API do storage e fazer alguma deleção. Essas atividades T4 elas são atividades que têm um potencial destrutivo. E aí na implantação desses agentes na infraestrutura, é possível implantar agentes cada um no seu TI e a infraestrutura e a medida que os agentes forem atuando, se permitindo ao uso desses agentes e aceitando novas tools ao ponto de evoluir entre os tiers. Ou então, por exemplo, a o tier T4, que tem um potencial destrutivo. Nesse primeiro momento eu quero apenas a Tool um, atu 2, três. E aí vai empoderando até chegar o momento daquele agente, nesse nosso exemplo, né, o agente T4 que tem potencial destrutivo, ele poder ter todas as tools. E aí essa plataforma de de agentes de A, né, que é o Hyper Agents, imagina, é uma força de agentes que podem consultar, criar potencial de impacto e potencial destrutivo. São vários agentes de TI. esses agentes, né, que seriam como se fossem pessoas, mas são agentes com atividade mapeada, o fluxo de execução completamente mapeado, aderente à portaria do MGI para ter uma IA governada, ou seja, o agente, por exemplo, agentes T3 e T4 não fazem nada se não tiver um ticket ID vinculado a partir do ITSM. Então existe toda uma camada de governança. E aí nesse aspecto a central IT ela é referência e expert em governança. Não seria diferente em relação aos agentes de A. Nós submetemos os agentes de A à governança e aí criamos uma operação de A governada. E aí quem gatilha esses agentes para trabalhar é o Autônomos. o autônomos com base na análise. E aí, Lucas, o o o campo de cybersegurança, eu comecei a minha fala falando que o usuário ele digita a senha, mas ninguém sabe a senha dele. E se de fato um invasor pegar um hash NTLM para fins de tecnologia, pode ser considerado uma autenticação válida, né? Alguém usou um HNTLM que é válido para fazer uma autenticação válida. E aí, nesse contexto, eh, por isso que as ferramentas de cybersegurança, elas trabalham com correlacionamento de múltiplas origem de dados, de múltiplos logs. E aí, se o elemento A, B, C foi encontrado no mesmo segundo em diferentes origens, a ferramenta ela pode criar o alerta, né, e falar o seguinte: talvez o ambiente, isso não seja um login legítimo e talvez seja um movimento lateral feito por um invasor que não tem boas intenções no ambiente. Aí, por isso que ela explode o alerta para que o humano analise. Então é é normal, né, Lucas, a gente chegar no ambiente TI e ver múltiplas ferramentas a ponto do autônomous ter que vir com a inteligência dele e aí correlacionar e trazer o insight de a E aí, gente, voltando nessa inteligência, ele gatilha situações e agentes. Então, por exemplo, risco de PES derreste. Eh, e aí o o o agente de A vai lá e bloqueia a conta de usuário no AD. Então, acho que a gente conseguiu dar um overview, né, eh, mostrar aí no que que a gente podemos contribuir no ambiente de TI usando essa essa ferramenta, né? Legal, muito bacana. Ah, dá pra gente ter uma ideia, né, o pessoal deu pr ter uma ideia de como o autônomos, eh, ele pode ajudar a gente aí com as funcionalidades, né, sensacionais no dia a dia. Falando mais ainda um pouquinho do autonomos pra gente fechar, nós recebemos várias perguntas, a gente já vai responder suas perguntas. Eh, o que que a ferramenta traz de benefício, né? Aqui no, pedi pra produção colocar no slide 17, a gente traz aqui é resultados reais e benefícios, né, que é resiliência cenética e resposta em velocidade da máquina, né? Chegou 1000 logs, 1000 alertas, você já tem uma gente olhando e trabalhando nisso para você. Automação de rotina e eficiência operacional, então deploy correção automática, você pode dar autonomia para esse agente, né? Multiplicação da sua força de trabalho. Então você tem agentes somados ao teu time trabalhando, né? governança e otimização financeira de TI, eh, visibilidade unificada e fins de silos, né, várias ferramentas, várias coisas acontecendo ao mesmo tempo. Eh, e otimização de licenças. A gente tem uma pergunta sobre várias ferramentas, a gente já vai responder essa pergunta que fala sobre ter várias ferramentas e como que o autônomos entra nesse cenário, né? E retorno sobre o investimento, então redução do TCO, consolidação das ferramentas, que é o que eu acabei de falar. E mais que isso, né, quando uma empresa sofre um ataque, os dados são levados, os dados são perdidos, há um risco eh de imagem, né? Quantas já viu quantas empresas, bancos que às vezes sofrem um ataque e as ações despencam, né? Um risco grande de reputação. Então, uma empresa pode ir sair de casa de milhões de reais a perda eh perdas enormes com essa questão de ataque cibernético. Então, a gente tá no momento de colocar IA para trabalhar pra gente, né? Bom, eu vi que tem gente aqui que pediu no nosso chat, pessoal, para ver o fluxo do acontecendo, né, um ataque acontecendo, autônomos entrando. Sei que a gente não tem um tempo para mostrar isso aqui, mas se você quer ver isso funcionando na prática, né, vou pedir pra posição colocar o Qcode. Se você quer ver é o Autonomo funcionando em ação, os agentes olhando cada etapa, clica nesse QRcode que tá aparecendo aqui desse lado, exatamente, e já marca um horário com os nossos especialistas e ele vai mostrar para você, vai olhar o seu cenário, o seu parque tecnológico, o que que você tem de ferramenta e a gente vai mostrar para você como que o autônus pode sim te ajudar. Clica aqui já, eh, não deixe para depois, clica agora, porque a gente já tá com várias vários agendamentos. Então a gente sabe que a agenda do nosso time ela é escassa, né? Então já garante seu horário aqui, né? Se quiser marcar para hoje mesmo, já marca aqui que a gente vai mostrar para vocês. Então, eh, vou pedir pra produção deixar o Qcode na tela enquanto a gente abre aqui para as perguntas, tá? Ah, a primeira pergunta que a gente tem é justamente essa sobre as ferramentas. Eu vou fazer essa pergunta pro Lucas, né, Lucas? A, o Marcos, ele trouxe aqui o tanto de ferramenta de segurança no ambiente, eh, no ambiente a ferramenta é capaz de dizer, você aplica isso em meio ambiente. >> Bom, vamos lá, Marcos. Eu entendi que você tem diversas ferramentas de segurança e você quer saber como que o Autônomus ele vai interagir com essas ferramentas e dizer quais políticas você deve aplicar ou não. Cara, então eh nós estamos utilizando inteligência artificial nessa plataforma. Então através do conhecimento de manuais, de didáticas, de políticas dessa sua ferramenta, a gente consegue sim te dar insightes daquilo que você deve habilitar e daqu daquilo que você deve aplicar. Lembre-se sempre e aquilo que eu falei lá no início, a Central IT potencializa demais o uso do conhecimento humano. E aí, por isso nós temos um time de especialistas aqui junto com o Gustavo Vilard, que vai conseguir junto dessas dicas de a potencializar ainda mais aquilo que você deve habilitar no seu ambiente. Por exemplo, a minha autenticação hoje, Lucas, é feita somente com senha. Eu tenho total certeza que a primeira coisa que o Vilarde vai te e aconselhar é a você habilitar o duplo fator de autenticação, assim como outras diversas técnicas que já faz parte do nosso plano de trabalho lá dentro da CIOT. >> Legal. A gente tem mais uma pergunta do Marcos, né, introduzindo aquilo que eu falei sobre seria interessante e na verdade sobre essas ferramentas, o tanto de ferramentas de segurança no ambiente. Essa foi a que eu acabei de fazer para você né? >> Legal. Eh, vou fazer uma pergunta aqui pro Daniel, né? Já volto com o Vilage paraa gente falar um pouquinho sobre segurança. Ah, Daniel, ah, o Víor logo no início, ele perguntou como que faz para ter um conhecimento mais a fundo sobre essa eh área de segurança. >> Poxa, legal. É, área de segurança é uma área muito abrangente, né? Então, o foco, acho que principal é conhecer os fundamentos de segurança e depois se especializando. Eh, bom, aí eu convido a conhecer minha plataforma, né, a me seguir lá nas redes. Eu sempre compartilho bastante coisa sobre isso, mas é uma área muito abrangente. Falamos bastante sobre o AD aí, o Active Director, né? Eu não falei, né? os meninos falaram bastante e ele praticamente é o anest de uma infraestrutura de uma empresa eh padrão. 99,9% das empresas vão utilizar ele como a sua base. Então também tem que ser estudado, né? Cersegurança engloba muita coisa, né? Eu preciso entender o que as empresas usam, entender quais são as suas vulnerabilidades, como protegê-la e como os atacantes também avaliam ali essas vulnerabilidades. Então, exige eh exige bastante dedicação, mas é uma área muito legal, muito bacana, né? Me segue aí e eu ajudo a a alcançar o seu objetivo. >> Eu já vou puxar sardinha. Eu sigo, tá? Eu sigo também. Eu também seguidor, >> então somos aí, somos aí seguidores da Cíduos, pessoal. Eh, eu eu vi aqui duas perguntas que eu achei muito interessante e aí eu até pedi a Pauli pra gente poder trazer esse esse assunto e aí eu acho que a gente encerra, né, a nossa live. Eh, a primeira pergunta, Vilard, que foi feita aqui é sobre o uso de usuários de administração local. >> Qual é o risco disso pra infraestrutura? E, cara, isso é uma das coisas que o Autônomos ele pega logo de cara, tá, pessoal? Eu vou pedir pra produção voltar aqui à tela do meu computador e a gente já tem aqui na postura de segurança senhas e contas, por exemplo, essa senha de suporte que nunca exige conta e eu queria que você falasse um pouco mais sobre isso. Senhas de administração locais em máquinas Windows. >> Isso é crítico demais demais demais, tá gente? Inclusive, a Microsoft tem o laps que o que que ele faz? Ele rotaciona a conta eh rotacion rotaciona a senha das contas locais. em uma invasão, o invasor fazendo esse movimento lateral e comprometendo o end point, obviamente, né, gente, ele vai obter eh a senha ou hash das contas locais. E o problema, talvez não tá nessa conta, tá nessa senha. O problema talvez tá aqui. Essa senha é a mesma senha em vários dispositivos remotos, tá no padrão. E aí se esse for o padrão, obviamente encontrando uma senha de uma conta local, ele vai conseguir muito facilmente comprometer os outros dispositivos remotos. É aí que entra, por exemplo, o lápis, tá? Então, sim, risco altíssimo. A todas as credenciais locais com privilégios administrativos, elas precisam ter, nesse meu exemplo, a senha rotacionada. E aí, só mais uma pergunta para eu poder passar para Pauli. Eh, foi foi feito aqui pra gente a seguinte pergunta: Quais riscos de um sistema criado por IA ser tendenciado a um desses ataques? Eu tô até e rindo aqui, pessoal, porque é uma das coisas que a gente mais discute, Vilard Jober, que era um outro analista lá da Central IT, e eu. É, pessoal, o risco é altíssimo, tá? principalmente quando você não tem uma governança em cima do desenvolvimento com inteligência artificial. Hoje todos nós somos vibe coders, né? Mas nós precisamos ter uma política, uma governança em cima disso e a Central IT pode te ajudar nisso também. Ah, voltando um pouco mais aqui pro Autônomos, nós temos uma outra stack que é uma stack de pain test para que você também consiga e utilizar dentro da sua infraestrutura, tá? Então, todas essas essas ferramentas que foram criadas por IA, vocês conseguem colocar na esteira de CD esta nossa ferramenta que vai fazer todo esse aparato de tentativas de ataque para trazer para vocês essas principais vulnerabilidades. De novo, eu vou fazer aqui o Batebola com Vilard porque é um assunto muito interessante, pessoal. Hoje todos somos vibe coders. Pauli fez um uma ferramenta aqui sensacional, mostrou pra gente, mas vocês têm que estar ligados a essas vulnerabilidades que a com certeza vai deixar. Isso aí a veio para potencializar você que já é um bom profissional e infelizmente, né, quem é um mau profissional, que não tem uma base técnica, ele é empoderado pela IA, talvez, né, com muito menos qualidade do que aquele sen. Então, eh, a IA ela veio, ela ela não veio para substituir o seu conhecimento, mas ela te empodera cada vez que você tem mais conhecimento sobre tecnologia e infraestrutura. Então, um profissional sênior com IA, ele é muito melhor do que um profissional que não tem habilidade, não tem conhecimento, não tem teoria, também sendo empoderado pela IA. >> Legal. Chegou uma pergunta pra gente que eu acho que é legal a gente falar sobre a parte de governança dos agentes, né? A pergunta é o seguinte: como vocês limitam a a autonomia de um agente quando ele possui permissões para executar ações financeiras ou alterar dados críticos e como comprovam que eles não conseguem ultrapassar esses limites? Tá aí existem vários guardios de segurança. No geral foram seis guardios implantado. E, por exemplo, um agente que deleta ou edita no nosso modelo de tierização, ou ele é um agente T3 ou ele é um agente T4. E o fluxo exato que esse agente tem que executar, ele é parametrizado na camada do MCP Server. Então, foi feito, existe um código a nível de arquitetura que ele ele impede que o agente faça aquilo além daquilo, porque o agente ele pede pro MCP em linguagem humana natural. Então, por exemplo, eu desejo fazer tal coisa num fluxo financeiro. Nesse exemplo hipotético, o MCP vai receber aquela instrução em linguagem humana e o MCP, por meio de códigos, por meio de workflow, ele é a camada que interage com a infraestrutura. Então, não há a possibilidade do agente querer executar coisas que não foram pensadas e programadas na camada do MCP Server, tá? >> E a gente também tem aquela questão que a gente pode dar as configurações pro nosso agente, ele pode só assistir, ele pode só relacionar e ele pode decidir. É você que >> que determina isso na sua operação, certo? Isso exatamente. E também, ó, existe o prompt system do agente. O MCP Server, ele só aceita comunicação a partir do endereço IP da ferramenta do Hyperage. Então, se alguém quiser conectar o seu próprio agente de A na camada do MCP, ele não vai conseguir. Nessa comunicação, ela é uma comunicação criptografada, tá? Com chave simétrica e assimétrica. Nós temos a criptografia https e o agente quando ele vai fazer uso do MCP, quando a gente conecta o MCP, existe uma secret, pro MCP saber se é um agente que possui acesso à Secret e essa Secret, ela também é rotacionada. Sem contar que o MCP para ir na infraestrutura e executar a ação, né, a automação propriamente dita, ele usa uma credencial. Então, por exemplo, assim como um humano, vou vou novamente voltar pro AD, assim como um humano precisa de delegação de privilégio no Active Director para criar uma conta de usuário, é isso que o analista de suporte tem, a conta de serviço do agente também precisa dessa delegação. Então, os mesmos moldes de comportamento operacional que rego, esses mesmos moldes, eles foram mapeados e eles também se aplicam aos aos agentes de A. Só que ao invés de ser humano, é um agente de A. tem tarefa eh mapeada, vários guardreios de segurança, ele precisa de uma conta e essa conta também precisa ter permissão. E aí, claro, né, que essa conta tendo permissão volta pro autônomos. O autônomos volta a monitorar as atividades de logon dessa conta. Então, foi o Hyper Agents, ele possui, né, uma camada de segurança, foi muito bem pensado a forma para liberar de forma segura e aderente à portaria do MGI o uso dos agentes de A no mea infraestrutura de data center. >> Legal. Agora, Vilard, pra gente fechar aqui, né? Você que é um, você que é regça, você trabalha com incidente de segurança o tempo todo, chega para você. >> Eh, diz pro pessoal aqui por que que você contrataria o City Smart Autônomos paraa sua operação hoje para te ajudar no dia a dia? Porque eu vejo em muitos ambientes de TI múltiplos arquivos e múltiplas ferramentas trabalhando isoladamente e nenhuma delas há, né, a possibilidade ou ou a competência de correlacionar múltiplos eventos e aí trazer um insight de a trazer essa análise, trazer esse esse machine learning que e avaliar se se aplica ou não aquele eu meditei Então o o o a lacuna, gente, que o autônomous preenche é justamente essa, é trazer inteligência para aquilo que já tem e correlacionar ao ponto de saber se aplica ou não. O que eu vejo quando eu vou nos data centers é cada um com n ferramentas, uma série de coisas com análises individuais, trabalhando de forma isolada, cada uma com seus falsos positivos, faltando alguém para seu cérebro e consolidar essas informações e correlacionar e trazer o que há de mais moderno, né, que é a inteligência artificial. Inteligência artificial foi uma revolução tão importante que ela foi comparada a à energia elétrica. Depois que lançou, né, criaram a energia elétrica, ninguém vive sem energia elétrica, ninguém, né? Você já imaginou chegar na sua casa e não ter energia elétrica, então é um avanço que não tem como retroceder. A mesma comparação, nessa mesma analogia foi feita com a inteligência artificial. Então, desde 2024, quando começou a surgir as primeiras coisas até agora, né, 2026 e 2027, há há uma projeção de que muitas empresas e até profissionais usem mais a inteligência artificial. É um é um caminho que não tem como voltar atrás. E isso, a área que a IA primeiro impactou foi o desenvolvimento. Vimos aí hoje, como o Lucas falou, somos Vibe Code, mas também chegou na infraestrutura do data center, tá? A IA hoje ela consegue interpretar e correlacionar por meio do autônomos. >> Legal, muito bacana, muito legal as nossas palestras. Eu vou pedir pra posição colocar o Daniel aqui na tela. A gente já vai fazer o nosso encerramento. Eh, obrigada, Daniel, mais uma vez para por estar aqui com a gente, né? falar sobre ces de segurança. É sempre muito legal quando você tá presente assim, você traz seu conhecimento. A audiência gosta bastante, dá para engajar, né? Que a gente conseguiu falar dos cenários reais e conseguiu trazer também sobre a nossa plataforma que é o site Smart Autônus. A gente tem muitas perguntas, tem muita gente mandando aqui, só que a gente já passou um pouquinho o nosso horário. Eu peço desculpas, mas que o assunto tá bom e a gente foi levando. Então, se você quer mais detalhes, se você quer saber um pouco mais, quer ter suas suas perguntas respondidas, de novo, vou falar, ó, Qcode aqui na tela, né? Seleciona o Qcode, já marca o teu horário que a gente vai ter os nossos especialistas aqui para falar com você pessoalmente para entender o seu cenário, tá? Eh, a gente tem alguns links que eu vou pedir paraa produção colocar no nosso chat, né? A gente tem um grupo do WhatsApp onde a gente tá falando soltando né várias atualizações sobre serviça. A gente tem ali o nosso contato para quem quer o certificado, que é o nosso meil comunicação@centralit.com.br. Quem não recebeu o certificado do primeiro, a gente vai mandar tudo junto agora com essa segunda edição. Fique tranquilo, a gente vai enviar, tá? E tem também o nosso contato, o nosso WhatsApp direto no nosso comercial. Se você já quiser falar agora, já tirar uma dúvida agora, já pode mandar mensagem. Então, eh, o meu muito obrigado, né, aos nossos participantes aqui com a gente ao vivo, a todos que mandaram mensagem, que contribuíram. A gente, eh, nós estamos fazendo várias versões, várias edições, né, de webinar. Então, logo logo a gente deve ter mais uma edição falando de um outro tema, né, ou trazendo mais informações também sobre essa parte de sabegurança com inteligência artificial. Meu muito obrigado a todos vocês. Obrigada aos meus palestrantes aqui presentes. Obrigada Daniel Vilarde, obrigada Lucas. E a gente se vê no próximo. Um abraço, pessoal. Yeah.

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Assuntos: Agentes de IA. Publicado no YouTube em 2026-10-22.

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