Transcrição do vídeo
Texto das legendas disponíveis; pode conter erros.
Olá pessoal, tudo bem? Eu sou Vitor Ferreira e esse é o ABC Switch, o seu webinar semanal sobre a transformação digital na saúde. E como a gente faz toda semana, eu quero começar mostrando aqui para você o nosso painel de empresas parceiras da ABC Switch. Repara que esse painel tá crescendo semana após semana. Isso é uma boa notícia. Mostra que nós temos cada vez mais empresas dedicadas à transformação digital da saúde brasileira, algo muito necessário. E se você quer modernizar o seu hospital, se você tá buscando uma solução para ser mais eficiente, para melhorar o o atendimento ao seu paciente, dê uma boa olhada nas empresas que estão aqui nesse painel, porque aqui você tem uma gama de soluções que são as melhores soluções para você poder oferecer o que existe de melhor em termos de transformação digital para o seu público. Se você tem uma solução, se você também tem uma plataforma e a marca da sua empresa não tá aqui nesse painel, presta atenção, ó, você deve escanear esse QR code que tá aparecendo aí na tela, que ele vai te levar direto para o site da ABC Switch, você pode ir direto para lá também, que é o abcswitch.org.br e lá você vai ter todas as informações de como você pode ser uma dessas empresas parceiras e como que você pode fazer parte dessa jornada de transformação digital na saúde brasileira, algo tão importante. Afinal de contas, um lugar onde inevitavelmente nos encontraremos em algum momento da nossa vida é num hospital, então que seja um hospital com com a transformação digital em dia, né? Para a gente ser bem atendido. Vamos para as notícias desse período. Deixa eu fazer a modificação aqui do nosso do nosso vídeo. Vamos começar aqui então. Olha aqui. Vamos notícias interessantes dessa semana. Demorou para acontecer, né? Toda semana a gente vê que tem agente de IA que tá invadindo, que tá tendo acesso não autorizado e agora a gente começou a ver essa notícia que você tá vendo aí na tela. Plataformas digitais passam a restringir agentes autônomos que tentam navegar, negociar ou realizar transações. Isso daqui foi publicado no The Verge nessa última semana. Empresas e plataformas digitais estão restringindo o acesso de agentes de inteligência artificial aos seus serviços. Entre os motivos aparecem preocupações com segurança, licenciamento de informações, controle de transações e uso automatizado de plataformas. A reportagem apresenta casos envolvendo a Amazon, a Yelp, a Delta Airlines, instituições financeiras, ao mesmo tempo que identifica movimentos de integração de agentes por meio de parcerias comerciais. Aí no caso na parceria tá autorizado, tudo bem. Mas o grande problema é que os agentes saem varrendo a internet aí a rodo sem nenhuma autorização, capturando informações, muitas vezes eh infringindo propriedades intelectuais. E a gente não pode esquecer, né? Esse tema é muito importante porque o a internet que a gente tem hoje, apesar dessa violência da inteligência artificial em todos os fluxos, a internet ela foi construída prioritariamente para interações humanas. E agora a gente tem essa categoria nova de participantes. Que que Quais são esses participantes? São justa justamente os agentes. São softwares que pesquisam, decidem e executam ações em nome de pessoas. Isso deixa de ser de Isso deixa de ser uma uma questão sobre quem possui os dados e passa a incluir quem tem autorização para agir sobre esses dados, ou seja, a gente tá vendo aí o início de um movimento que pode ser o início de uma disputa pelo controle da economia agêntica que a gente tá vendo e vão ter notícias aqui daqui a pouquinho. A gente tá vendo um dinheiro absurdo sendo movimentado com este tipo de discussão. Vamos para a próxima notícia aqui. A próxima notícia é uma notícia que navega pelo pelo que a gente acabou de discutir, mas do outro lado, olha, a Anthropic tá explorando mecanismos jurídicos e comportamentais para negociação entre agentes autônomos. De um lado, a gente tem os portais lá eh querendo restringir porque tá tendo acesso não autorizado, de outro lado, a gente tem esse potencial financeiro avassalador das Big Techs, das donas das principais plataformas batendo na porta. Essa notícia aqui foi publicada na última semana no Financial Times. A Anthropic está trabalhando com especialistas jurídicos para compreender como agentes de inteligência artificial devem representar interesses humanos em negociações. Os experimentos investigam diferentes comportamentos de negociação e formas de estabelecer instruções, limites e autorizações. Ainda não existe um regime jurídico completo para disciplinar agentes negociando autonomamente entre si. Isso é muito importante porque até então a gente via a IA ajudando as pessoas a se prepararem para uma negociação. Agora a gente tá falando de algo diferente, da possibilida da possibilidade de efetivamente delegar partes dessa negociação a sistemas autônomos. Olha que louco isso, né? Se você for parar para pensar. Que que sobra para a gente, né? Isso desloca o valor do simples acesso à informação para a capacidade de representar interesses, formular propostas e realizar acordos dentro dos limites estabelecidos. Se você for parar para pensar, quando a gente delega para um agente humano, né, um um advogado, um representante jurídico. A gente faz exatamente isso, né? A gente dá um limite, a gente dá uma meta e bota ele para negociar. A partir de agora a gente vai começar a fazer isso com agente de inteligência artificial, enfim. E na saúde? Na saúde nós podemos antecipar aplicações nas autorizações administrativas, na negociação das condições comerciais e na resolução de pendências, sempre respeitando os limites, restrições contratuais, regulatórias e de proteção de dados. Vai acontecer. Não dá para segurar, é um trem que já está em movimento, né? Olha lá, quando a gente fala, vamos continuar falando de agente de IA, é o assunto do momento e é onde está vindo o dinheiro grosso. Uma startup captou mais de 21 milhões de dólares para ampliar a visibilidade e a segurança sobre os agentes de inteligência artificial que estão sendo utilizados nas empresas. Essa notícia publicada no dia 16, no Business Insider, né? Traz o, a informação de que a, a, Ops Sim anunciou a captação de 21 milhões de dólares para desenvolver soluções de monitoramento e governança de agentes de IA utilizados nas organizações. A proposta contempla maior visibilidade das atividades realizadas por esses agentes e a identificação de comportamentos potencialmente inseguros, ou seja, o assunto está quente. Esse aporte representa um indicador de interesse de investidores no segmento e não uma confirmação de maturidade ou liderança comercial da empresa. Mas, cara, 21 milhões de dólares é dinheiro para você brincar bastante, né? E significa, se você tem tanto dinheiro sendo colocado nisso, significa o surgimento de ferramentas especializadas em governança, ou seja, a formação de uma nova camada de arquitetura corporativa de TI. No futuro, inventariar, autorizar, monitorar e auditar agentes pode se tornar tão fundamental quanto gerenciar identidades humanas, aplicações e dispositivos conectados. Ou seja, vai virar um item de auditoria, de certificação, certamente. Imagina isso na saúde, quando os agentes tiverem maior autonomia e maior delegação de tarefas. A expansão dessa categoria de soluções representa um efeito de segunda ordem da adoção da IA agêntica. Bom, até agora vocês viram todas as notícias passeando pelos agentes de inteligência artificial. Isso daí não é à toa, pessoal, é porque eh a gente tá vivendo uma verdadeira revolução com esse tema batendo na porta de empresas de todos os setores. Tá acontecendo no comércio, tá acontecendo no varejo, tá acontecendo na indústria e acontecerá na saúde. Por mais que na saúde a gente sempre demore um pouquinho mais para adotar aquilo que os outros setores já tão colocando em prática. Vamos ver aqui a próxima. A Northwestern Medicine Medicine integra inteligência artificial ao prontuário Epic. Eh então a gente tá falando de um grande sistema acadêmico hospitalar, que é a Northwestern, que anunciou a integração do Open Evidence ao Epic, permitindo que profissionais consultem evidências clínicas, informações de dosagem e diretrizes a partir do ambiente do prontuário eletrônico. Essa medida aproxima ferramentas de IA e suporte informacional das atividades assistenciais já existentes. Isso daí é muito Eh possibilitar que o médico esteja sempre atualizado e sempre pegando a prática aí e a principal evidência mais atualizada esteja disponível. E é importante porque demonstra que a IA tá sendo incorporada ao ambiente transacional do hospital, reduzindo a necessidade de de alt tab, né, de alternar entre as plataformas. O próximo desafio vai ser demonstrar confiabilidade, segurança, se as pessoas efetivamente vão adotar esse uso e o impacto na qualidade das decisões. Mas de novo, tá acontecendo e isso daí que você tá escutando falar da Epic, você tá vendo nas grandes plataformas aqui no Brasil também. Também estão trabalhando para disponibilizar ferramentas de IA no fluxo operacional dos nossos hospitais e às vezes de forma mais competente do que a gente tá noticiando aqui. Lá fora a notícia roda mais, mas tá acontecendo aqui dentro também com as nossas plataformas tá? Aqui outra notícia de hospital, né? A UC Health avança na gestão de mudanças e no retorno dos investimentos em inteligência artificial. Aliás, esse aqui é um dos itens subestimados que a gente tem na gestão hospitalar, a gestão de mudanças. Ah, o segmento hospitalar não gosta muito de mudança e não se estrutura para profissionalizar isso. Mas vamos lá. Publicado no dia 16 do 10 pela Healthcare IT News. A rede UC Health apresentou sua abordagem para modelos preditivos associados ao prontuário eletrônico, testes com documentação clínica automatizada e gestão da mudança em fluxos de enfermagem. Essa experiência destaca a necessidade de envolver usuários assistenciais, descobriram a América, né? E acompanhar o retorno dos investimentos em inteligência artificial. A publicação descreve iniciativas e métodos e não uma comprovação uni universal de retorno financeiro. Bom, toda vez que a gente fala em utilizar alguma coisa nova nos processos hospitalares, a primeira pergunta que tem é qual que é o ROI, né? Com as margens sempre pressionadas, a gente sempre quer saber que se eu vou botar dinheiro nisso, quando é que eu tenho retorno. Mas esse essa essa iniciativa aqui da UC Health é importante porque é a gente vê que a maturidade na inteligência artificial hospitalar passa a a exigir gestão de portfólio, mensuração de benefício e engajamento clínico, além de uma seleção tecnológica criteriosa. E aí vem uma coisa muito importante. Você só vai conseguir fazer isso no seu hospital se você tiver gente qualificada e atualizada com as principais ferramentas para poder avançar no tempo. E o que a gente vê é que o barato sai caro. Muitas vezes o hospital não investe, muitas vezes o hospital deixa esse trem passar e vai correr atrás depois e vai pagar mais caro e vai sofrer mais para para implantar. Aliás, hoje quando a gente olha a realidade dos hospitais brasileiros, o que a gente tem é uma colcha de retalhos, uma fragmentação imensa entre sistemas e essa é uma das principais atividades que está em cima da mesa do CIO. É como é que a gente integra todo esse monte de coisa que está em cima da mesa. Vamos lá, mais um. Olha aqui notícia legal. E essa notícia aqui mexe com uma instituição que eu passei lá no meu início de carreira e que eu tenho muito carinho. O Hospital São Paulo da Unifesp, da Universidade Federal de São Paulo, antiga Escola Paulista de Medicina, recebe uma perspectiva de quase 112 milhões de reais para reestruturação. Isso daí foi publicado pelo Ministério da Saúde no dia 16 do 10. É, um acordo entre a Advocacia Geral da Uni, da União e a Universidade Federal de São Paulo prevê quase 112 milhões destinados a atividades de ensino, pesquisa e extensão voltadas aos usuários do SUS. O acontecimento representa um movimento relevante de reestruturação e financiamento de um hospital universitário estratégico, muito estratégico. O Hospital São Paulo é gigante, é muito importante. Ele estava, é, em sofrimento há bastante tempo. Necessário esse reinvestimento e essa reestruturação. Isso é muito importante porque esses planos de modernização hospitalar precisam conectar recursos financeiros à capacidade operacional, ou seja, esse dinheiro só vai ser bem utilizado se tiver uma aplicação inteligente de aumentar a capacidade operacional na infraestrutura digital, em equipamentos, em qualificação dos profissionais e em métrica dos resultados. E a gente faz questão de trazer essa pauta daqui, porque a gente não sabe quando a gente tiver essa notícia, a gente não sabe quanto que vai ser destinado a efetivamente ao digital, a TI. Mas que fique o alerta, quando tem essa oportunidade, principalmente nos tempos que a gente tá vivendo atualmente, é necessário é buscar ajuda qualificada e fazer esse investimento render. A gente sabe que esse trem não passa sempre, então quando ele passa tem que ser bem aproveitado. É a hora de integrar sistema, é a hora de ter maior efetividade na produtividade hospitalar, é a hora de qualificar as pessoas. Atenção aí, gestão do Hospital São Paulo, gestão da Unifesp, por favor, prestem atenção é e utilizem este recurso tão raro com parcimônia para que o Hospital São Paulo possa voltar a ser uma das grandes referências da gestão hospitalar do nosso país. Mais uma notícia aqui, a penúltima. A rede Seattle Children's apresenta ganhos superiores a 10% em indicadores preventivos. Olha que legal, hein? A gente sempre fala disso daqui como sendo a medicina do futuro e tal, né? Foi publicada pela Healthcare IT News no dia 15. É e é uma coisinha curta, ó. Uma iniciativa de seis semanas envolvendo consultórios pediátricos independentes da rede Seattle Children's é realizou, utilizou análises compartilhadas e mudanças direcionadas de processos para melhorar indicadores de cuidado preventivo. A publicação relata melhorias superiores a 10% em medidas avaliadas comparadas às linhas de base de cada prática. É o que a gente fala, a gente vai migrar de uma medicina reativa para uma medicina preventiva. Isso demonstra esse case aqui da do do Seattle Children's demonstra o valor da associação de dados, engajamento das equipes e intervenções operacionais. Ou seja, reforça que os resultados precisam ser interpretados conforme o indicador, o período e a população acompanhada. É o famoso dado em tempo real, ou seja, você age antes da desgraça acontecer. A gente vê isso como um grande potencial para a área da saúde, né? Esse Esse é o uso nobre da inteligência artificial, dos analytics para a gente poder eh oferecer mais com a mesma coisa que a gente tem hoje disponível para trabalhar. E chegamos na última notícia, também importante olha ah Houston Methodist explora a inteligência artificial ambiental no centro cirúrgico. O O Houston Methodist apresentou sua experiência com inteligência artificial ambiental no centro cirúrgico, destacando desafios de implantação e envolvimento das equipes clínicas. É lógico que com um recurso desse muda a forma como você trabalha. Por exemplo, se você tem uma inteligência artificial capturando tudo o que está sendo dito, o médico vai ter que desenvolver o hábito de falar tudo o que ele está fazendo. Mas vamos lá, essa matéria antecipa uma discussão sobre aprendizados da instituição e o potencial de tecnologias capazes de apoiar atividades assistenciais durante os procedimentos. Isso é muito importante, porque o centro cirúrgico reúne alta complexidade, exigências rigorosas de segurança e um grande volume de eventos operacionais. Então, você conseguir colocar isso dentro de um contexto aonde você aprimora a captura das informações é muito importante. A introdução da inteligência artificial nesse ambiente exige validação específica, integração de dados e definição clara dos limites de autonomia tecnológica. Boa, pessoal. Notícias legais que a gente teve aqui para esse período e agora vamos voltar aqui para a gente fazer o fechamento desta edição do ABCIS Week. Vamos falar para você do que aconteceu na semana e na semana aconteceu o CONAP, né? Olha, foi um evento maravilhoso realizado ali no Transamérica Expo. Eh, as as informações no evento é de que tinha mais de 8.000 pessoas inscritas e participando ali, o maior congresso da saúde brasileira. E a gente teve pautas assim muito interessantes. Tivemos lá os CIOs da ABCIS, tivemos lá a nossa diretoria, o nosso presidente Alex Vieira, o nosso vice-presidente Filipe Cabral, eh, participando, levando conhecimento, participando de mesas, de painéis muito interessantes e uma das coisas que a gente conversou muito foi como a gente tá tendo dificuldade de sair da mesmice, da sair de sair da discussão, eh, que já dura muito tempo na saúde brasileira, de glosas, de ciclo financeiro, de ficar falando que o modelo tá esgotado, mas de não sair do mesmo lugar. Faz tempo que a gente tá nessa discussão e muitas das das dos painéis e das discussões que aconteceram foram, eh, nesse nesse tema, né? Da gente encontrar caminhos e efetivamente começar a ter uma tomada de decisão mais ágil com todas as ferramentas que a gente tem aí à disposição. Além do CONAP, eh, importante falar para vocês da agenda que a gente tem aqui agora para a semana e para os próximos dias. A gente continua com uma produção intensa de conteúdo sendo disponibilizada no canal da ABCIS e agora no dia 21/10, às 11:00, bota aí na sua agenda, a gente vai ter uma conversa com o Marcelo Otoni, que é o head de inovação lá do Grupo Santa, sobre como extrair valor real da IA generativa na saúde. Essas esses webinars do mindset digital têm sido verdadeiras aulas, então é gratuito. A gente quer com isso é fomentar o conhecimento, fomentar essa troca. Então, por favor, participe, vem junto, né? A gente não nada vai acontecer se a gente fizer sempre as mesmas coisas. Vamos conversar e vamos descobrir novos caminhos. E além do Mindset Digital, nós temos também outro que são, é, outro evento da ABESCI, outro evento online, que também tem trazido muitas colaborações interessantes, que é o Opinião de Especialista. E o especialista que vai estar com a gente esta vez da semana aí é o Gustavo Borro, que é o arquiteto de soluções do Brasil da Check Point. Ele vai falar sobre IA e agentes na saúde, do uso ao risco. Você viu aqui pelas notícias que a gente comentou agora há pouco que é um tema bem atual. Realmente tem risco e a gente precisa estar preparado para isso. E chegamos pertinho aí do nosso jantar de premiação dos executivos notáveis de 2026. Vai ser demais, pessoal. Nós vamos fazer a premiação para quem se destacou em cinco categorias. Acabou, agora quem mandou, mandou, quem não mandou, não manda mais. Agora não tem mais, os cases já foram enviados, o pessoal já está lá escolhendo quem serão os premiados e vai ser uma noite maravilhosa para reconhecer, é, quem está executando essa mudança tão importante para a saúde brasileira. Pessoal, hoje é 19 de outubro e o que a gente tinha para falar para vocês desse período recente era isso. E a gente volta aqui com essas empresas que estão sendo tão importantes, é, e oferecendo soluções magníficas para a transformação digital na saúde brasileira. Se você, é, quer entrar nesse seleto grupo aqui, volta lá no início do vídeo que tem lá o QR Code ou então visita o abescis.org.br que você vai ver as informações de como se tornar um parceiro da ABESCI ou então liga lá nos contatos que estão no site e conversa com a Josi que ela vai dar todas as informações para que você faça parte desse painel que é o painel de quem está transformando a saúde brasileira. Tá bom pessoal? Espero que vocês tenham gostado desse Abcis Week. A gente volta na próxima semana. Um forte abraço. Tchau, tchau. >> [música]
Assuntos: Agentes de IA. Publicado no YouTube em 2026-10-19.
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