Automatizei minha casa com VIBE CODING e agentes de IA | Paulo Silveira

Publicado em

Vídeo em Português, publicado pelo canal Alura.

Sobre este conteúdo: O resumo, os principais pontos e os temas abaixo são gerados automaticamente a partir da transcrição do vídeo. Eles refletem o conteúdo, opiniões, afirmações e previsões apresentadas no vídeo e não representam posicionamento, validação ou verificação de fatos pelo IA Dots.

Resumo do vídeo

O vídeo aborda a automatização de luzes residenciais utilizando agentes de IA de forma orquestrada. O autor relata como utilizou inteligência artificial, agentes de desenvolvimento e ferramentas como o Telegram e o Home Assistance para controlar diferentes marcas de lâmpadas, superar barreiras de programação em linguagens desconhecidas e até contribuir com projetos open source.

Principais pontos

  • O autor decidiu automatizar as luzes de sua nova casa utilizando agentes de IA para evitar a complexidade manual do ecossistema de automação residencial.
  • Foram utilizadas lâmpadas de marcas variadas, o que gerava limitações de integração em um único aplicativo nativo.
  • Foi criado um bot no Telegram com uma interface de mini app para enviar comandos de voz ou texto e controlar a iluminação.
  • O sistema utiliza o Home Assistance integrado a bibliotecas compatíveis para traduzir os comandos dos agentes para os diferentes protocolos das lâmpadas.
  • O autor utilizou agentes de IA para criar pull requests e adicionar novas funcionalidades a uma biblioteca open source existente.

Temas

Automação residencialAgentes de IAHome AssistanceTelegram botsOpen sourceEngenharia agêntica
Transcrição do vídeo

Texto das legendas disponíveis; pode conter erros.

Eu decidi automatizar as luzes da minha casa com Vibe Code. Fazia tempo que eu não voltava a programar tão a sério, inclusive ajudando projetos open source por aí. E eu queria te mostrar o resultado do uso de agentes e trabalhando de forma orquestrada com eles. Você já deve ter pensado aí em colocar um desses botões da luz da sua casa para que ele possa ser acionado pelo celular ou mesmo pela Alexa ou algum outros desses altofalantes. E eu me mudei de casa recentemente e fiquei pensando em fazer algo parecido com isso. Só que eu fui estudar e falei: "Poxa, ainda tá complexo e dá bastante trabalho". tem todo um ecossistema e uma comunidade forte em torno do Home Assistance, em torno desses kits de desenvolvimento, tanto abertos quanto fechados. Mas eu falei: "Poxa, isso vai dar trabalho para caramba". Mas ainda, cada lâmpada, cada botão fala um protocolo diferente. Alguns são Wi-Fi, outros são Bluetooth, outros são Zigby, outros são protocolos que misturam e passam por alguma coisa dessas. Outros precisam de um hubio e eletricidade mesmo. E eu realmente não entendo do assunto. Eu sou bem pouco desse engenheiro de hardware, do Arduío, do ESP 32, para quem conhece esses termos. Pois é, eu falei, será que não dá pra gente colocar o Cloud Code, o Codex ou o seu agente preferido em ação? Foi aí que eu comecei a entrar mais nesse universo. Encontrei algumas dessas lâmpadas coloridas, outras que vibram com a música, outras que acendem de acordo com o momento do dia. E hoje em dia tem muitas marcas que fazem isso. Tem desde aquela Philips Rui, que fez muita propaganda, vou deixar uma imagem aí para você ver. E eu caí nessa Cuvã. Ela tem toda essa X do Vale do Silício de São Francisco, da Apple, mas ela é uma empresa chinesa que nasceu realmente criando os componentes e percebeu que poderia entrar no mercado mundial vendendo por aí algo bonito, prático e com preço relativamente bom. E eu comprei algumas dessas lâmpadas e falei: "Olha, essa app é muito interessante, só que eu queria sincronizar algumas coisas de acordo com o momento do dia, se é um momento mais festivo, se é para leitura, se eu tô no quarto, se eu tô na sala. E a app me limitava, me limitava tanto a algumas dessas escolhas quanto eu não podia misturar fornecedores, não é? Que é o grande problema de tecnologia quando a gente tem integração de sistemas. Então, se eu tenho uma lâmpada de outra marca ou o ar condicionado conversa de outra forma com o computador, você vai ter problemas, porque não vai ser numa mesma app. E aí começa a ter aquele problema dos vários controles remotos que a gente tinha com TV, com o videogame e um monte dessa parafernalha que a gente costuma ter em casa. E onde entram os robôs? Aí existem APIs e bibliotecas bem documentadas para trabalhar com essas diferentes marcas de luzes, de lâmpadas, de equipamentos eletrônicos. Só que algumas são em Rust, outras são em Go, outras são em Python. A maioria em linguagens que eu não domino e que eu falei: "Poxa, eu não vou ficar passando todas as minhas noites escrevendo if para falar: "Se apertou o botão da app, é, ligue ou apague determinada lâmpada". E foi aí que eu comecei a concatenar as ideias. E eu pensei em criar um bote do Telegram, onde eu posso simplesmente mandar um áudio, escrever uma mensagem, acenda todas as lâmpadas da casa com a cor rosa. Inclusive é uma automação que eu uso. E eu fui dando passo além, né? Para quem conhece um pouco do Telegram, você pode inclusive criar um pequeno HTML com botões que eles chamam de mini app. É relativamente simples fazer essas coisas com um servidor na sua casa, né? um computadorzinho que você tá rodando na sua casa. Mas obviamente para você fazer o HTML, o CSS, programar essas chamadas, esses hooks, essas chaves de API, tem bastante código que a gente chama de boiler plate, não é? Aquele código que muita gente costuma copiar e colar às vezes sem entender direito o que tá fazendo. Pois é, o robô entende e copia e cola muito melhor que você. Então, o mundo de Telegram, o universo de bots, já tá muito na cabeça de todas as LLMs do mercado, inclusive as de peso aberto que tem por aí, que custam muito mais barata e algumas você pode até rodar localmente. Então, o que eu construí, até vou deixar um link para um post que eu escrevi, foi uma app que na verdade tem toda a Uex dentro do Telegram e a cada clique que eu dou, ela manda um comando pro Home Assistance, que é uma ferramenta aí que muita gente de automação usa, e ela por si dispara um comando para uma biblioteca compatível com a lâmpada que eu tô usando, seja a marca que ela for, porque muita gente aí da comunidade já fez a engenharia reversa ou olhou a documentação, porque algumas dessas empresas não mostram documentação pra gente, mas o robozinho consegue fazer testes e descobrir rapidamente que bytes vão, que bytes voltam. Às vezes é um JSON que vai, é, é mais simples de você ler e tentar entender o protocolo. Então, com uma ferramenta rica como essas e com alguns agentes trabalhando em lugares diferentes, eu consegui rapidamente criar essa app interessante. Vou deixar até um screenshot para você ver. como ficou bonitinho e os efeitos que trazem, mas eu vou além. Por que que aconteceu durante esse mecanismo? Eu percebi que algumas lâmpadas que eu tava testando tinha modos a mais que a ferramenta, a biblioteca atual não me fornecia. Por exemplo, ela acender em determinado horário do dia ou ela acender de acordo com a música. E eu fui lá e vi que a biblioteca não fornecia isso. Pedi pro próprio agente criar o P request com o que a gente tinha programado para fornecer isso pro Florian, que é o francês que cuida desse projeto open source em específico, que eu uso, que pouca gente usa. Então hoje o que a gente vê é uma colaboração de agentes arquitetando e trabalhando em problemas, às vezes do mesmo problema, só que com olhares diferentes. Porque esse Florian, eu descobri depois que ele trabalha com vendas na Amazon. Ele não é programador e ele desenvolveu toda uma biblioteca para trabalhar com as mesmas lâmpadas que eu tava usando. E com isso a gente tem multiagentes trabalhando em cima de um mesmo projeto, onde a troca que realmente é feita de maneira efetiva é entre pessoas de produto, de negócios. É óbvio que para algo assim, um entendimento maior do nível técnico já ter programado bastante ou talvez conhecer a automação residencial ou talvez entender mais os protocolos das lâmpadas vai te ajudar. E é esse tipo de abordagem que a gente vê nesse curso novo do Skills and Go, esse curso de duas semanas intensivo, totalmente síncrono, ao vivo, que é da Lura junto com a FIAP, que é de engenharia agêntica, né? O genic Engineering tem esse nome bonito, que é como que você usa esse monte de ferramentas de harnessing, seja do cloud Code, seja do Codex, para você misturá-los e orquestrá-los, né? você ser o maestro e poder colocar em produção um projeto que você nunca imaginava que teria tirado do papel. Então, vou deixar o link aqui, tanto pro meu post como eu fiz algumas dessas automações. Eu criei até uma skill para trabalhar com essas lâmpadas e também pro conteúdo e pra próxima turma desse curso que tem vagas reduzidas e que eu espero ver você lá.

Assistir ao vídeo original no YouTube

Assuntos: Agentes de IA. Publicado no YouTube em 2026-10-13.

Seleção automática por assunto e idioma. O vídeo pertence ao canal de origem.

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