Como agentes de IA vão transformar os times de tecnologia? | co.labbs Cast #001

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Vídeo em Português, publicado pelo canal co. nectaBB.

Sobre este conteúdo: O resumo, os principais pontos e os temas abaixo são gerados automaticamente a partir da transcrição do vídeo. Eles refletem o conteúdo, opiniões, afirmações e previsões apresentadas no vídeo e não representam posicionamento, validação ou verificação de fatos pelo IA Dots.

Resumo do vídeo

O episódio do Collabs Cast aborda a participação do Banco do Brasil na Febraban Tech, destacando tendências tecnológicas, inteligência artificial agêntica, liderança humana, segurança digital e a importância da inovação e da quebra de silos para gerar valor aos clientes.

Principais pontos

  • A Febraban Tech deste ano apresentou crescimento expressivo, reunindo cerca de 70.000 pessoas no Distrito Anhembi, em São Paulo.
  • O principal foco do evento foi o uso de inteligência artificial voltada para agentes autônomos e a personalização de jornadas para o cliente.
  • A liderança humana foi tratada como essencial para guiar a cultura, vivenciar a prática da IA e preparar o corpo funcional para as transformações tecnológicas.
  • A segurança digital é prioridade para 100% dos bancos, destacando-se a necessidade de segurança desde a concepção (by design) e a participação destacada do time do Banco do Brasil em competições de hackers éticos (CTF).
  • A computação em nuvem (cloud) já é uma prerrogativa consolidada no mercado financeiro, não sendo mais tratada como tendência emergente.
  • O fortalecimento de parcerias e a quebra de silos entre as áreas são apontados como fundamentais para potencializar a inovação e os resultados entregues aos clientes.

Temas

Inteligência ArtificialAgentes AutônomosSegurança DigitalLiderança HumanaFebraban TechInovaçãoMercado FinanceiroParcerias
Transcrição do vídeo

Texto das legendas disponíveis; pode conter erros.

Olá, pessoal. Estamos começando mais um episódio do nosso Colabs Cast, uma série que trata sobre tendências tecnológicas e suas aplicações no mercado financeiro. Hoje eu tenho a honra de receber aqui com a gente o Stevan Costa Penhas, líder do CO em segurança digital. Bom, eu sou a Juliana, vou estar com vocês aqui hoje. Sou uma mulher branca, loira, de olhos claros e tô vestindo uma blusa verde com uma jaqueta preta. Bem-vindo, Estevan. Então, faça, por favor, a sua apresentação antes da gente começar a debater sobre a sua participação lá na Febrabante, >> tá? Ótimo. Obrigado, Ju, pelo convite aqui de participar do Colabs Cast. Eh, eu sou Estevan, eu sou, como você fala, eu sou o líder do Centro de Excelência em Segurança Digital. Eh, fui uma das pessoas que participou, né? Teve a honra de participar do do Febrabante é muito bom tá aqui podendo conversar sobre isso. Eu sou um homem negro de pele pada, cabelos encaracolados, uso cavanhaque, tô vestindo uma camiseta preta e nós estamos sentados aqui em frente ao outro com um painel bonito aqui escrito Collabs Cast, né, atrás da gente. E que bom a gente poder conversar um pouco sobre como foi a participação lá na Febrac. Legal, Steve. Então, bem-vindo mais uma vez. Então, a nossa primeira pergunta é: todo ano o banco manda uma série de funcionários para Febraban, exatamente para atuar nessa prospecção de tendências tecnológicas, assistir aos painéis, participar como painelistas. E eu quero saber de você assim, qual foi a sua principal missão lá na Febrabante nesse ano, >> viu, legal? Eh, é falar assim, o banco, realmente tem muitas pessoas do banco que participam na Febra Bantec, cada um delas dentro da sua área. E aí, eh, especificamente falando de mim, a participação no evento faz, ela serve para quê, né? pra gente conhecer tendências, entender parcerias, eh buscar parcerias, né, ver coisas diferentes que estão acontecendo e trazer isso aqui dentro do banco pra gente potencializar nossos resultados e entregar mais valor para nossos clientes. Então, a participação lá no Febrabante visava trazer tendências, conhecer, fazer parcerias, ver aquilo que tá acontecendo. Eu sempre falo assim primeiro, né? É bom a gente estar aqui conversando porque eu sempre me perguntava, falava assim, a gente precisa compartilhar mais sobre as coisas que a gente tá vendo, porque isso contamina as outras pessoas, né? Contamina as outras pessoas do banco. E a gente tá debatendo isso aqui. Isso aqui é muito legal. Então, meu objetivo lá é capturar essas tendências, fazer parcerias, trazer isso aqui dentro e também motivar a gente e poder fazer diferente. Até eu brinco assim, existe, existem algumas pessoas quando a gente vai num evento, a gente pode falar assim: "Ah, isso aí eu já faço". Mas isso é o pior coisa que pode acontecer. A questão e a visão de participar ela falando assim: "Será que isso que tá acontecendo eu posso fazer melhor o que eu tô fazendo aqui? Será que eu posso usar isso para gerar mais resultado pros clientes do banco? às vezes até conversar com as pessoas que tem lá e a gente vai poder conversar um pouco mais sobre tudo, mas é uma missão grande é olhar as tendências, conhecer as pessoas, referências, fazer contatos e trazer isso aqui para uma outra agenda, né, para várias outras agendas pra gente internalizar essas questões aqui dentro do banco. Não, muito bacana. Principalmente porque a ideia da gente quando resolveu fazer essa série sobre a febra bantec, essa série de episódios, gravações, foi exatamente a gente conseguir eh disseminar esse conhecimento, né, que quem vai lá passa três dias, são diversos painéis com convidados, especialistas muito bacanas. Então, a ideia é a gente poder compartilhar com a maior parte do nosso time aqui o que vocês viram por lá. Dentro desse cenário, Stevan, qual foi a tendência que você achou mais legal, mais relevante do que foi apresentado na Febra Bantec esse ano? Porque o ano passado eu tive a oportunidade de estar lá e o foco foi muito em inteligência artificial. Esse ano isso se manteve, mudou? Como é que tá essa pegada? Como é que foi essa pegada lá esse ano? >> Ah, legal. Bom, bom ter falado isso. Eh, todo ano a Febra Banteca ela traz uma visão de temas e de abordagens que ela vai trazer e isso acaba peremeando a forma como as discussões vão acontecendo, né? Então, para quem não conhece, a Febra Bantec, então tem algumas coisas de novidades, né? O que que mudou? Febra Bantec cresceu essa, esse ano foi a maior edição da Febantec. Ela mudou de lugar, para quem não conhece, São Paulo, foi lá no distrito Aembi, um lugar, né, que antes era o pavilão de de eventos do Abi, modernizado, né? Então, um espaço muito grande. Eh, cresceu entre 50 e 70% o evento. >> Nossa, já era enorme. >> Já era enorme. Foram 70.000 pessoas passando por lá os três dias, né? Então, a gente vai em missão a serviço, eu fui no mesmo dia. Então, primeira coisa, cheio, 70.000 pessoas e e cresceu 50, 70%. muito cheio, muito grande, né? Os stands talvez eles não fossem tão grandes quanto os outros, mas eles eram mais eh integradores. Eu acho que as empresas que vão participando, elas vão buscando a forma de fazer, né, de transformar os seus. Às vezes tinha stands muito grandes e sem uma integração, então tinha muita integração e muito grande. E mas que que mudou esse ano? A visão era a inteligência, eh, inteligência artificial, agentes, eh, agentes >> inteligentes e liderança humana. >> Exatamente. Então, isso já traz um pouco do que ia ser a abordagem que a PMA ali. Então, você falou de inteligência artificial, não tem como não se falar de inteligência artificial, >> mas qual era o monte da discussão? Era: >> "Temos que ter agentes." Isso não é mais uma coisa que não vai ter. Todo mundo está usando, todo mundo está falando, mas a discussão é hoje é como potencializar o resultado desses agentes. Isso é uma das vertentes das discussões. Mas não tem só essa. A questão é temos agentes, né? E a gente tentando falar um pouco mais de agentes de autônomos, uso disso. >> E existe uma necessidade ainda das pessoas quando eu tô falando de agentes e a questão quando a Fab traz liderança humana, ela já fala assim, ó, precisa das pessoas. >> Uhum. Eh, até o o para quem não conhece, né, ele começa com uma abertura feita pelo presidente do Banco Central e depois tem um painel dos seus dos bancos, né, os os presidentes do banco, CEIO dos bancos, né? Uhum. >> Então eles eles vêm e fazem um painel e nesse painel as discussões já foram muito também. Já falam: "Olha, I tá aí, mas a gente tá preocupando como é que a gente vai entregar valor pro cliente, produtividade, temos os custos grandes de token e a gente precisa gerar eficiência, temos uma preocupação do uso de dados de forma responsável, LGPD, e como é que a gente tá usando esses dados, né, para proteger os clientes também. >> Ética no uso da EA também. >> Ética no uso da EA. Então, e falando sobre as pessoas, da mudança da mentalidade de cultura, de ter que preparar as pessoas para esse mundo novo, né, de de da forma da gente usar a tecnologia. Eh, então é isso. Então, grande que que a gente acabou vendo muito lá, permeando as questões, usos, casos de uso de uso da IA, >> mas com mais foco na IA agêntica, podemos dizer assim >> também, né? Isso até foi legal. Essa quando eu falei do painel dos presidentes, né? Primeiro, o presidente do banco central trouxe uma visão legal falando sobre endividamento, o que que tava acontecendo, >> que é o assunto do movimento, muito por causa das beds também, né? >> Então ele trouxe muito essa visão do que tava acontecendo com o crédito. Isso é importante pra gente pensar, né? A gente tá falando de mercado financeiro, de dar uma contextualização pra própria abertura do evento. Depois, no painel dos bancos, infelizmente nossa presidência, presidenta Taiana não pôde participar por algum evento, né? Alguma outra. >> Eu acho que ela tava na Coreia. >> É. Então, com certeza, ela tava trazendo alguma coisa boa pra gente. Mas infelizmente ela não poôde não pôde participar desse painel de abertura, né? Mas teve a primeira vez de participação de uma representante do no bank no painel dos seus dos bancos, né? Então, trazendo toda essa visão. E por que que eu tô falando disso? Na fala dela, ela trouxe uma visão que essa palestra dela de não só dela, da abertura dos bancos tá disponível no YouTube para quem quiser ver. Mas eles, ela trouxe uma visão, falou assim, ó, a gente evoluiu muito na questão do uso da machine learning, né, do machine learning, da questão dos dados, né? falar da importância dos e também agora da IA generativa, então o uso disso mais vinculado ao atendimento do cliente, a personalização do cliente. Eu a gente ouvi o presidente do Bradesco, Marcelo Norha, trazendo uma fala que tá se ano atrás pra gente, um banco para cada cliente. >> A gente quer chegar nisso. Então ele trouxe isso. Então a gente já começa a olhar, ó, todos os bancos estão perseguindo o uso da EA para personalizar jornadas e entregar serviços pros clientes, tá? Isso premiou grande parte das discussões. >> Então, na sua visão, essa esse foi o maior mote, o maior foco, eh, o maior debate, a questão de usar a IA gêntica para ter o foco no cliente. E a parte da da liderança humana veio como veio nessa na ideia de capacitar o corpo funcional para entender que é necessário e eh perceber essa percepção de entrega de valor e de foco no cliente ou trataram também da questão de soft skill, de você entender ali como que você eh a parte de capacitação, né, de engajar o seu time, a ver valor, a perder aquele medo às vezes que as pessoas têm de implementar eh enfim, implementar aí a gente que não seu dia a dia e achar que aquilo ali não vem para ajudar, não vem para somar ou foi mais voltada para para esse olhar mesmo de temos que direcionar o corpo funcional para esse foco no cliente. Como é que você viu essa parte da liderança humana ser trabalhada no evento? >> Ju em vários aspectos, mas você tocou em algumas coisas bem legais. Esse painel que eu comentei agora é o painel dos presidentes do Banc, mas depois tem um outro que a nossa VP Marisa brilhou, ela sempre vai muito bem nesses na na Febra Blantec e teve uma discussão muito legal lá falando sobre assim: "E aí quem é que decide agora?" E a discussão com as VPs de tecnologia dos bancos foi falando sobre quem decide ainda humano. Só que nesse painel se falou de exemplos de caso da importância da liderança vivenciar a prática DNA. >> Uhum. também para poder induzir, saber as limitações, o como usar, alguns exemplos dos bancos, né, de também habilitando as lideranças a usarem ela. >> E aqui no banco a gente tem um exemplo, né, do do da de todas as agendas feitas lá pelo pelo COIAA, pelo AN, né, para poder >> tem a própria academia, né, que tem treinamento disponível aí para todo o corpo funcional, né, muito importante. >> Então, reforçando, os líderes precisam conhecer da inteligência artificial. se discutir muito como que eu vou liderar o mundo da inteligência artificial se eu não usar. Eu preciso usar também. Então você falou disso, a liderança precisa usar >> e precisa também saber e dizer o que é importante, né? Porque assim, precisa fazer essa curadoria também, porque não pode ser ai vamos usar em tudo sem ali um direcionamento, uma entrega de valor muito direcionada a esse foco no cliente que você mencionou, né? Exato. Mas a discussão ela não é só também sobre o uso da EA, é quanto que as relações humanas mudam novo contexto de tecnologia que a gente tá vendo. Então a gente teve painéis, inclusive participação da da Mariana, nossa VP. Então, falando não de >> a VP de pessoas, né? Isso. Falando sobre a questão do como é que muda a relação entre as pessoas agora que eu tenho um agente no time, questões geracionais, entando pessoas novas. Então, liderar no mundo em e e em em transformação agítica, ele também muda. Então, as discussões permearam, o uso da dos agentes, as lideranças, né, utilizando a, mas também como que os líderes têm que se preparar para poder fazer isso. >> Teve um keinote, acho que é João Maida, é fantástica uma apresentação dele. E ele falando da liderança, ele falando, contando a história de vida dele, falando assim: "Cara, eu eu eh a liderança é frágil também, né? Uhum. >> ão assumindo essa fragilidade também. E até uma das brincadeiras falou assim, ó, tá liberado chorar também. Vai falar assim, não é? A gente sabe >> gentileza, né? Algo que a IA ainda não consegue fazer também. >> Importância do humano. Isso teve muitas questões falando disso, tá? Então assim, precisamos usar EA para poder entregar resultado pros nossos clientes. Precisamos. Uhum. >> A gente tem que entender, né? Então se falou das lideranças da se deu vários casos de uso pensando nos novos perfis profissionais voltados para IA. >> Uhum. >> Teve um painel que era feito com a NTT, uma consultoria e com um dos bancos aqui. Ela falando sobre, olha, a gente teve que comar e o banco falou assim, ó, nós tivemos que criar mudar os nossos perfis profissionais criando o perfil de com uso da >> Uhum. Porque isso muda, isso tá transformando também as a forma como a gente tá vendo. A gente teve visões de casos de uso de de uso da EA, mas muito voltado a entrega de valor pro cliente. >> Uhum. >> Então, a gente falou de os painéis permearam discussões sobre a força de trabalho e mudança que tem uso dos agentes, que como incentivar o uso dos agentes é a mudança cultural que isso permeia, né? Essa grande mudança eh o a visão de produto, né? A gente tá falando, teve, eu tive painéis que a gente pegou, visão de produto, pessoal falou: "Ó, trate tal coisa como produto". Trazendo a IA, mas falando assim, ó, trate como produto. Você tem que entregar para um cliente, >> você tem que ter a visão do cliente. Então, esse cliente sem é impressionante. A gente tá falando de Ah, mas a discussão PMO, o cliente semismo >> e preocupação do uso eficiente da IA e e discussões de como é que a gente pode potenciar a inovação se a gente tá num mundo que o custo da IA tem aumentado cada vez mais, né? uso de tocos, como é que você faz para conseguir >> para medir se vale a pena, né? >> Exatamente. >> E se você vai ter entrega de valor e ainda assim vai ter um custo benefício no qual vale a pena você utilizar naquele produto ou serviço, né? E e para isso, muitos exemplos de coisas que a gente vem falando aqui, plataformização. Plataformização. Os bancos falaram sobre isso. O alguns bancos mencionaram, olha, a gente tem algumas inteligências e isso foi habilitado porque a gente tem uma plataforma que habilita isso. Tivemos vários casos disso, coisa que a gente tá vendo no nosso dia a dia. E exatamente, você falou a palavra agora, Estevan, falando em dia a dia, dentro ali do da sua área de atuação, que é segurança, que que você viu assim de mais interessante lá, trazendo esse uso da IA ali, trabalhando essa questão da segurança? >> Então, ah, isso isso é é legal você trazer isso porque e que acontece no entorno ali da Febrabante, né? Que que acontece? eh nosso diretor de tecnologia, Rodrigo Melinário, também é diretor de tecnologia e inovação >> da Febraban, >> da Febraban, né? E e existe um lançamento de uma pesquisa que acontece um pouco antes, que ela a pesquisa tecnologia bancária, ela fala muito assim, o que que tá acontecendo nos bancos, a grande pesquisa envolvendo todos os bancos, o que que tá acontecendo na pesquisa se fala, hoje se fala muito quando fala assim, ó, da inovação, mas da segurança, da necessidade de segurança. Segurança, sabe, segurança, ela é é prioridade para 100% dos bancos. >> Uhum. Não se fala mais nisso, fala muito de integrar a segurança. Então isso pemeou todas as falas. Não teve um painel que nos falou de segurança sobre a importância da segurança. E quando a gente traz isso, a gente fala assim, ó, a segurança não tá só na área de segurança. A segurança tá na junção de todo mundo pensando em segurança, quem tá construindo o produto seguro, que tá pensando >> by design, né, que a gente fala, desde quando você idealiza, você já tem que colocar a segurança ali no seu rall de critérios que você vai precisar considerar desde o início. >> Exatamente. Então a gente tá falando disso e J você ver como é que isso trazendo pra visão de segurança. Para quem não foi, né? Mas quem não conhece o Febec tem, pode entrar lá no no site do evento, você consegue pegar um mapa do evento e olhar. Você tem seis painéis, seis auditórios principais que se tornam um só quando tem quinudes. Aí você tem mais um um quatro workshops que são auditórios menores com ações de casos de uso de empresas mostrando, olha, a gente tá fazendo isso aqui, isso aqui é legal, tal, fornecedores mostrando seus cases o tempo todo. >> Uhum. agendas de 25 minutos, 30 minutos, 45 minutos, mas mostrando durante os três dias. >> Uhum. >> Tem mais um auditório que é o auditório de imersão também mostrando cases, trazendo discussões, tudo isso. Tem mais um auditório que é de inovação e novos negócios. Tem mais um auditório que é um palco cases trazendo casos do banco e mais um auditório falando das arenas fintex. As finex trazendo casos de uso que tem tem um tem um evento sobre fintex, tá? Eh, tem um evento eh eh >> teve batalha de pit, essas coisas de startup ou não teve startup esse ano? >> Acontece no background do evento, uma competição entre eles e discute na inovação, lá na no evento, tem uma premiação, tá? Eu tô falando sobre minha, vamos falar assim segurança. Segurança todos, tudo isso que eu tô falando aqui prou segurança. Falando de jornada dos clientes, onboard, discuti onbod como produto, como melhorar a jornada do cliente e tirar fricção. >> Uhum. sobre as discussões sobre segurança, sobre a gente falar sobre segurança com todo mundo, preparar o corpo funcional. A pesquisa que eu falei para você de segurança bancária, ela falou assim: "Olha, os bancos estão investindo na capacitação das pessoas porque a segurança todo mundo tem que passar sobre a união de sabe segurança, prevenção a fraudes e lavagem de dinheiro." >> A gente levou esse ano alguma solução pro estande ou alguma para discutir nos painéis? seram painéis com a participação do dos nossos executivos da área, né, da da unidade de segurança digital. Marcelo Henrique teve teve participou de um de um de um painel, né, com outros sisos discutindo e foi bem relevante trazendo toda essa discussão sobre sobre a importância da segurança, do trabalho conjunto do trabalho com a sociedade, né, da gente usar melhor os dados. estão falando de, ah, né, usar os dados, como isso é importante, como a gente eh até surgiu uma frase lá, falou assim: "A gente tem que ser invisível pro cliente, mas visível pro fudador". >> Uhum. Exatamente. >> Você falou de formar as pessoas, trouxe um número, né, que na China forma 14.3 milhões de engenheiros por ano. E quanto o gap que a gente tem de profissionais, né? Então, segurança premiou várias discussões. Quando você falava de recursos humanos, falava das pessoas, falava assim, mas a gente tem um mundo de segurança, como é que a gente vai fazer? Quando você olhava as as inovações para Fintex, muitas delas tinham inovações para segurança. >> Uhum. >> Quando a gente falava dos palcos, cases, todos eles e o uso da IA, existiam vários casos de uso da IA para apoiar a mitigação de vulnerabilidade nos códigos gerados. Além disso, esses palcos todos que eu falei, ainda estandes, ainda existia participação das pessoas nos estantes. >> Uhum. >> Trazendo essas visões. E aí, assim, como eu falei, tem essa discussão da das fintex, né? Então, segurança premiou várias discussões. Nós tivemos o nosso executivo ATLA, né, lá da USD também participando no painel e trazendo as visões de como a gente tá usando o IA também, né, e a importância da da sassegurança e da do que tá acontecendo e como a gente vem utilizando. E eu tenho uma notícia, tem uma coisa legal. A gente existem algumas competições que acontecem, como acontece essa da a gente falou do eh na >> e acontece uma discussão com os hackers dos >> tentar é de tentar como é que é entrar ali, né? Tentar. >> Existe uma competição que ela acontece antes, que ela começa antes. Vão alguns eh todos os bancos, alguns deles passam, né, para essa final e a final acontece lá. E o time do Banco do Brasil foi o segundo lugar. ficou em segundo lugar entre todos os times lá, teve uma premiação, o Red Team lá da USD, parabéns pelos meninos que participaram, eles eles arrasaram, então eles eles os o time de segurança do do banco mostra que a gente tá entre os primeiros lugares. >> Não, mas me explica qual que era o desafio. Era tentar, como é que fala, invadir um sistema? Era isso? Tentar achar uma vulnerabilidade e trabalhar em cima dela ou era só tentar achar a vulnerabilidade e invadir o sistema? Como é que ficou esse desafio? para para a gente o o time de proteção avançada, os times de sabe cebo, para quem participou do nosso BBDW, né, participou do evento que teve semana eh pouco tempo atrás, né, sobre sabe e segurança, vê que a gente tem um evento lá chamado hacker por um dia. Hacker, isso é muito comum tá Jun? >> Então, é uma coisa chamada CTF. É um evento que você tem desafios e você tem que tentar invadir o sistema, encontrar a vulnerabilidade e tal. Teve são três, foram três dias, primeiro deles voltado para IA, segundo para uma visão web e o terceiro também. E aí quem conseguia mais pontos, o uso de menos dicas, tudo isso consegue uma pontuação maior. Então é como se fosse um jogo mesmo. >> Eu quero saber um bastidor assim, rola às vezes, acontece às vezes de se propor esse desafio mais ou menos com espelhamento de algo real até para você ver se outros desenvol outros hackers, né, outros especialistas em segurança vão de fato conseguir apontar alguma vulnerabilidade e isso ser utilizado realmente na na melhoria ali do sistema. Enfim, >> sim. É, eh, na pegada de boot camp, né, de pegar um casel, não, ele se trata muito mais de vulnerabilidades existentes, né, dentro de um contexto, por exemplo, de uma aplicação web com algum tipo de vulnerabilidade, a pessoa precisa identificar aquela vulnerabilidade, identificar aquilo dentro do sistema. Até a gente fez um a gente fez uma coisa bem mais simples que isso dentro do próprio portal do COI, né? a gente lançou uma matéria e tinha alguma vulnerabilidade lá e a pessoal tinha que que encontrar, quem encontrou ganhou um brinde. >> Então são questões muito mais voltadas, vulnerabilidades que acontecem, mas eh tem um time Ju que faz esse desafio ser difícil, entendeu? Então a ideia é pegar cenários reais, cenários, né, que que possam existir realmente e acontecer. Então existem algumas, isso é normal no mundo hack, né? Quem usar, olhar nas plataformas e pesquisar por CTF, vai ver que tem muitos, inclusive alguns gratuitos, tá? Que a pessoa pode entender um pouco melhor, saber sobre isso, mas é um desafio mesmo, tá? É um desafio. A pessoa tem que ser boa e para ter ficado dentro no segundo lugar ali foi >> curiosidade. Quem ficou em primeiro lugar >> foi? Ó, Sicobe, parabéns pro Sicobe, hein, gente. Costuma ter um desempenho muito bem na nesses desafios, né? Até essa essa é uma questão que quando a gente fala de segurança né eh sabe segurança segurança digital, existe um contexto de muita parceria também, né, Ju? Então, essa é uma, vamos dizer que é uma, é uma animidade positiva, né? É uma competição positiva. >> Assim como o a gente teve >> os times que ficaram aqui, os time do COI participou de um outro também ficou em terceiro lugar, né? Então, >> eh, o, o time do banco vem sempre tendo uma posição positiva nisso. Isso é um reflexo do investimento que a gente faz na formação dos profissionais de segurança do banco, né? >> Não, muito bacana, Estev. A gente tá caminhando pro nosso final, mas eu tenho ainda mais duas perguntinhas aqui para você. Eh, se você tivesse que citar um case ou um aprendizado ou apenas uma situação que você gostaria assim de reforçar ou de trazer pros colegas para ficar realmente na memória ou para que faça com que a gente vá atrás dessa pauta ou que a gente conheça esse case, o que seria assim do Febraban inteira, desse mundo de coisas que você viu lá, o que que você gostaria de deixar assim como mais relevante que você pode compartilhar com a gente? Tá, eu acho que eu tenho algumas coisas que eu acho que hoje para mim elas são importantes. Primeiro que assim quando a gente vai num evento, assim, é um investimento do banco, a gente. Então eu falo assim, a gente tem que trazer isso aqui para dentro, né? Então, >> eh, a gente beber dessas fontes de tudo isso é muito importante que a gente traga. Então, se tem um colega no time que você sabe que foi, vai conversar com ele, veja o que ele viu legal, veja os vídeos no YouTube, vem entender. Então, mas a minha visão, tá, o espelo, primeiro de tudo, >> a Iá não é mais tendência, não. >> Quem não usa tá para trás, já tá, >> não tem como, não tem, a gente tem que entender, a gente tem que entender que para usar IA a gente precisa de uma questão que é o grande, o melhor uso dos dados. Nós precisamos dos dados. Você não precisa só entender de IA, você precisa entender de dados. Uhum. >> Essa é a grande que a gente há um tempo atrás a gente falava: "Não, os dados são novo petróleo, continua sé". >> Não tem como você trabalhar uma EA de forma assertiva se você não tem dados. Então é muito importante você entender. Então se você tá assistindo a gente se interesse pela pela academia, vai entender sobre aquele contexto dentro do que é importante se preparar, é importante, a gente vai precisar que o corpo funcional entenda isso. Se você é líder, da mesma forma, >> né? Entenda o contexto da EA e como buscar entregar resultados por meio dela, potencializando as pessoas. Então, então acho que é isso. Primeiro, [limpando a garganta] ó, você entender a e saber que você tem que entender disso e saber como é que tá. Começa a usar. >> Uhum. >> Aproveite o que o banco tem, né? Dessa expertise que o banco tem para poder usar, pra gente poder fazer melhor. Eh, o papel da liderança dentro disso também é muito importante, tá? da gente entender que a liderança ela exerce o papel fundamental e não vai existir a 100 pessoas. >> Isso >> teve, tivemos vários princi vai ter ah 100, qual a importância das pessoas ainda? As pessoas são fundamentais e eu acho que sempre vão ser. >> Uhum. Com certeza e cada vez mais na verdade, né? Porque a questão dos vieses de curadoria. >> Ex. Exatamente, exatamente. Isso é muito importante. A gente tem que saber que tem uma pessoa lá e outra. Quando a IA erra, quem é responsável? Sempre tem uma pessoa tomando decisão. Se você tá aqui dentro dac, você é um engenheiro, você tá tomando decisões dentro do time, é importante você saber que a você passa a ser muito mais que um desenvolvedor. Você passa a ser um engenheiro, você precisa apoiar a tomada de decisão. Isso, essa mudança ela ficou muito clara. >> Uhum. >> Todo mundo tem que usar. Mas isso para te ajudar a tomar as decisões, você ainda é muito importante. >> Uhum. >> Né? Então isso ficou muito importante. E outra, entregar valor pros nossos clientes. Nós precisamos de caso de uso, de entrega de valor para resolver os problemas do banco, entregar valor paraos nossos clientes. >> Uhum. >> E por último, a parceria entre as pessoas. Lá na Febrac até tem as questões de bastidores, tem um audio, tem um lugar grande numa praça de alimentação, de almoço lá, e às vezes você vai almoçar, você senta na mesa, tem uma outra pessoa, aí você começa a conversar, mas você é de onde? Aí você começa a trocar figurinha, troca contato. Esse contato entre as pessoas da gente resolver problemas juntos, isso é muito poderoso, >> muito poderoso. Eu tô aqui e tô recebendo um monte de mensagem de contatos que a gente fez lá de outras empresas do de outros de fornecedores do banco. O banco tem times de prospecção. A gente levar isso para essas discussões, né? Eh, de quanto isso é importante, né? Então, saber que a gente precisa de todo mundo trabalhar, né? quebrar silos, trabalhar mais em conjunto para resolver o problema do cliente. A nós precisamos enquanto o Banco do Brasil tem essa consciência muito grande, essa parceria que tem aqui do Colabs, né, a colaboração, a gente tem que ter isso, vamos quebrar os silos e fazer uma grande parceria entre os times pra gente poder entregar resultados. Isso para mim ficou claro, tá? Em todas as visões de entregas de valor lá de cases, teve muito disso, parcerias, pessoas trabalhando em conjunto, né? Então não é um só um banco, é um banco junto com uma consultoria, com uma empresa de tecnologia falando sobre isso. Só um último ponto, tá? E cloud >> e cl e >> já foi. Quem não foi já tá atrasado. >> Que é? >> Tá. Então não se fala mais disso. Ó, isso já aconteceu, isso já é prerrogativa. Então precisamos também saber que não é, não se falou disso porque não é importante, >> é porque já não é mais tendência, né? Não, não é mais um olhar pro futuro, já é algo que quem ainda não implementou, não migrou, já tá para trás. >> Exatamente. Exatamente. >> Então agora pergunta que não quer calar, Estevan, e pro futuro, se você tivesse assim, eh, que imaginar, que que arriscar, qual você acha que vai ser o tema da febrabanda ano que vem? Qual tendência você acha com tudo que você viu lá esse ano que vai poder ser tratada e aprofundada mais no próximo ano na Febraban? Eu tivesse que dar uma aposta. E eu acho que a gente, eu acho que a partir de agora, Ju, a gente deve começar a ter o uso mais efetivo dos agentes autônomos, né? Então, a gente teve teve algumas questões lá falando sobre a mudança dos assistentes conversacionais para agentes autônomos, agentes que entendem a visão do cliente e conseguem executar funções e responsabilidade do cliente. Isso paraa segurança é um grande paradigma, né? Porque tem uma questão de identidade, né? quando é você mesmo executando e quando você tem um agente falando. Então, estamos no momento de conseguir falar disso. Então, entendo que a gente vai começar a ter mais questões de agentes autônomos. A gente tá falando hoje do mundo de produtividade, de entrega de valor, né, >> de ciência muitas vezes, >> mas e o uso efetivo de agentes autônomos, eu acho que isso é a grande questão que vai aparecer e a gente começar a discutir muito mais times híbridos. >> Uhum. Um time que lidera pessoas, né, que são a a as pessoas, mas também lidera agentes. >> Uhum. >> E como usar isso pra gente ter mais produtividade. As pessoas continuam sendo mais importante, >> mas pra gente crescer na velocidade que o nosso cliente vai exigir, nós vamos ter que ser criativos. >> Uhum. >> E não tem como não usar a tecnologia que a gente tem. Então acho que essa é a grande questão que a gente, se se fosse falar o que que deve vir por aí, a gente deve falar muito mais de agentes autônomos e do uso disso. Você falou de quantum também, tá? De questões da das tendências, tudo isso. E aí eu queria fazer um um destaque, né? A gente tem, e você mais que ninguém sabe disso, o radar de tres tecnológicas aqui dentro do banco, olhando frente e discutindo. >> Exatamente. >> V mexe, eu vou lá e pessoal, vamos discutir o que que tá aqui no radar. Quando a gente vai na Febra banca, é mais um lugar que a gente fez, mas o banco tem uma solução dessa. >> A gente tá usando, é, é isso. E esse pilar de inovação, eu vou te falar uma coisa, o Sildo Bradesco, ele falou lá também na no painel inicial dele, ele falou assim, ó, nós fizemos uma compra com uma empresa que é uma empresa de inovação e tem não sei quantos PhDs apoiando a gente, tem parceria aqui e tal. Então, usando o potencial da inovação pra gente fazer diferente. >> Uhum. >> Então, a gente tá, olha, aqui no banco, a gente tem o poder de rede das pessoas, entregar o banco que o cliente precisa. A nossa presidenta fala disso. Nós vamos entregar o banco o que o cliente precisa, um banco para cada cliente, personalizado, feito. Mas não vamos fazer isso sem inovar e sem quebrar os silos. Então, Ju, o que que eu vou falar? Que que é a tendência? Pessoal, vem, venha conversar com o time de inovação, vamos trabalhar junto, discutir mais parcerias, discutir, juntar mais as áreas pra gente entregar mais valor paraos nossos clientes, né? Quebrar realmente silos para que a gente possa fazer. Eu acho que a grande tendência que a gente vai ter são essas agentes autônomos, >> né? Tem >> orquestração de agentes ali e as equipes híbridas >> e e o ganhos da plataformização. Não tem como nós, isso a gente vem falando há algum tempo, né? Isso já também é uma coisa que tá ali de engenharia de plataforma tudo, mas integrar os agentes eles >> muitos desafios dos negócios, muito desafio dos nossos clientes, né? E quanto isso é importante e e isso para mim me marcou muito, sabe? A gente tá falando de tecnologia, segurança, inovação, mas o cliente tá à frente de tudo. >> Uhum. E não dá para entregar segurança pro cliente ou soluções para nossos clientes sem a gente estar junto sem fazer parcerias, parcerias, né, com as empresas contato com as áreas também, né, Estevan, porque como é que a gente vai identificar ali o que é melhor pro nosso cliente enquanto tecnologia, como que a gente faz esse MED, né, como que a gente aqui na inovação, muitas vezes a gente busca no mercado uma tendência ou uma solução ou uma inovação em termos de processo ou produto, mas quando a gente vai conversar ali precisa ter essa sinergia maior entre as áreas também, né? Esse contato mais frequente. Jo, queria trazer só uma última coisa aqui pra gente >> antes de você falar, eu quero só deixar para vocês aqui, gente, o site do radar que o Estevan muito bem pontuou aqui, que é o bb.com.br/tendências, que é um time lá, é o pessoal do time do radar aqui, do time de inovação, que faz essa prospecção muito bacana. já tive oportunidade de trabalhar, é um pessoal muito muito eh competente muito capaz, que compartilha anualmente aí com os nossos especialistas e com a sociedade esse material que é realmente bastante relevante. Então, só deixar o endereço aqui para vocês, bb.com.br/tendências. E obrigada por lembrar do nosso radar, Estevan >> J, eu falei do radar e eu não falei da nossa vivência no ponto digital, que também permite que a gente esteja perto de empresas que estão fazendo tecnologia e universitárias. Isso é, isso é muito. >> Você já teve lá, inclusive? >> Eu não, eu eu não estive ti, eu teve pessoas do COI lá e a gente conseguiu fazer um agenda, foi muito legal, né? A gente até quer aproveitar e e buscar fazer outros porque é que a gente fala com lugar de inovação, né? Isso é muito muito bom, né? >> O clima lá é outro. Ô Stevan, quando você chega lá no Porto Digital, parece que você realmente entra nesse outro mundo de tecnologia e inovação. É muito especial e vamos sim planejar uma imersão e segurança lá. >> Boa. Vamos sim. E aí, o que que eu queria trazer? O Feblante, ele teve 70.000 pessoas. Quantas pessoas têm no BBDW? 35.000 pessoas. Um evento feito só pelo Banco do Brasil. Tem 35.000 pessoas. palestras de muita qualidade. Então eu eu vou lá, mas eu trago também qual a comparação do do das conexões que a gente gera. E o BBDW é um lugar também que gera conexões, tem pessoas novas, eh, universitárias, muita trilha, muito networking. Me trouxe muito nessa reflexão. Falou assim: "Olha o que o Banco do Brasil faz aqui dentro sozinho, um evento de 35.000 com pessoas porque não cabe mais gente, porque se couesse mais a gente tinha mais gente. >> Então que cabe. Então é um evento que eu também queria falar assim, pessoal, participem do BBDW, inscrevam seus casos, seus cases, seus casos. Toda vez que eu fui lá fazer uma palestra, foi muito bom de conectar com pessoas também. Façam conexões com as pessoas, né? vão lá mostrar os cases do que vocês estão fazendo no O banco inova demais. O banco tem muitas soluções para fazer, >> mas muitas vezes a gente não consegue chegar lá na ponta e divulgar o que a gente faz, né, Steve? Então, muito legal você tá pontuando todas essas iniciativas. E o BBDW realmente é o maior evento de tecnologia da América Latina, agora sim, porque o Febraban é o maior evento de tecnologia bancária, né, financeira, do mercado financeiro, mas o BBDW é o maior da América Latina. Steevan, e o time de segurança e você, a gente vai poder contar com você no BBDW desse ano, 2026? >> Com certeza, né? falando sobre todo o time de segurança, o time de segurança tem não só da USD, mas também da USI, também os os times que constróem a segurança dentro da tecnologia, agora na na linha da plataforma de segurança, todos eles, né, estão eh trazem conteúdos e sim, eles vão participar e eu também vou incentivar muito que o as pessoas do COI, né, do COIN em segurança que vem fazendo ótimas pessoas também escrevam seus papers que consigam trazer elas para mostrar também é tudo aquilo de legal que a gente tá fazendo e trocar com a sociedade. >> Legal, Estev. Então, olha, um prazer receber você aqui. Falamos aí bastante da Febra Bantec, da atuação do Banco Lá, no que tem de mais relevante para quem não pôde participar. O Estevan muito bem trouxe que tem várias palestras que aconteceram no evento que estão disponíveis no YouTube, não é isso? Da Febrabante mencionou também o nosso radar que a gente já deixou o endereço aqui, vai ter na legenda também para vocês, o bb.com.br/ br/tendências. E é isso, esperamos contar com você na nossa iniciativa também lá no Porto Digital, que é o nosso o nosso time de inovação com Conecta bebê também. muito em breve você receberá o convite para estar lá conosco novamente e no mais agradecer a sua presença aqui e dizer que o time de inovação vai sempre contar com você e com o seu time lá de segurança para estarmos mais próximos, discutindo tendências, discutindo o que de melhor a academia, o mercado tão trazendo aí pra gente. Obrigado, Stevan >> Jo, obrigado. Obrigado mais uma vez pelo convite, todo o time que cuidou também da produção, né, assim, sabe que tem um trabalho aqui para fazer isso aqui legal. É muito bom a gente tá trazendo essas discussões para as pessoas eh e ter o time de inovação que induz a inovação, né? Não existe inovação sem parceria. Então, queria reforçar isso, pessoal. O cenário de transformação, ele é grande, ele precisa das pessoas. O banco é um banco de formação das pessoas. O banco é um banco que a gente aprende junto, fazendo, que a gente trabalha junto. E hoje, se a gente tiver que trabalhar em grandes questões, é vamos quebrar nossos silos, vamos trabalhar em conjunto, buscar colaboração, né? Ninguém é mais eh forte do que todos nós juntos. E o time inovação traz exatamente isso pra gente, né? E esperamos que a gente cada vez mais falando sobre isso, a gente também seja um motor que induz o banco a cada vez mais se unir, a se aproximar das pessoas para que a gente entregue as melhores soludas pro nosso cliente e que esse corpo funcional do banco, que é fantástico, cada vez mais seja reconhecido. Então, obrigado, muito obrigado pela participação aqui no evento. >> Obrigada a você, Stevan. E a gente encerra mais um episódio do Collabs Cast aqui com a participação incrível do Estevan, que cada fala sua super inspiradora até pra gente aqui do time de inovação. Então, obrigada aí pela sua audiência e acompanha a gente que depois no próximo episódio a gente vai receber os executivos da OAN para falar um pouquinho sobre inteligência analítica na Febrabante, obrigada e até a próxima.

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Assuntos: Agentes de IA. Publicado no YouTube em 2026-10-21.

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