Vibe Coding com Bruno Okamoto criando agentes de IA

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Vídeo em Português, publicado pelo canal Skyone.

Sobre este conteúdo: O resumo, os principais pontos e os temas abaixo são gerados automaticamente a partir da transcrição do vídeo. Eles refletem o conteúdo, opiniões, afirmações e previsões apresentadas no vídeo e não representam posicionamento, validação ou verificação de fatos pelo IA Dots.

Resumo do vídeo

O episódio do Builders by Sky One traz o convidado Bruno Camoto para contar sua trajetória no empreendedorismo, focando em suas experiências desde a fabricação de para-choques até a criação de startups, microssas e agências de inteligência artificial. Durante a conversa, ele discute conceitos de agentes autônomos, realiza uma demonstração prática de desenvolvimento em tempo real utilizando tecnologia Sky One e compartilha dicas de produtividade.

Principais pontos

  • Bruno Camoto relata sua transição do chão de fábrica para o ecossistema de tecnologia e startups.
  • São discutidas as experiências de empreendimentos anteriores, como o Sorte do Mês e o Encontro Nerd.
  • O convidado explica o conceito de microssas e como a inteligência artificial viabilizou negócios focados e de menor escala.
  • Bruno detalha o funcionamento de agentes autônomos de IA, destacando memória persistente, criação de skills e integração com ferramentas.
  • É apresentado o case de implementação de agentes de IA em uma agência de marketing para automação de processos internos.
  • Durante o programa, é realizada uma atividade de desenvolvimento ao vivo ('vibe coding') utilizando o Sky One Studio Creator.

Temas

EmpreendedorismoStartupsMicroSASInteligência ArtificialAgentes AutônomosAutomaçãoTecnologiaProdutividade

O que você vai aprender

  • Agentes autônomos de IA utilizam memória persistente para lembrar de interações anteriores e contextualizar dados de diferentes ferramentas.
  • A distinção entre prompts e skills reside no fato de que o prompt é um pedido pontual, enquanto a skill transforma processos repetitivos em rotinas replicáveis.
  • A aplicação de agentes de IA em verticais de uma empresa, como comercial e financeiro, pode otimizar a visão holística e a execução de tarefas operacionais.
  • O uso de atalhos de computador e ferramentas de transcrição por voz (como o Whisper Flow) é apresentado como um método para otimizar o tempo e aumentar a produtividade digital.

Perguntas e respostas

O que motivou a criação do conceito de microssas abordado por Bruno Camoto?

O conceito surgiu com o avanço da inteligência artificial, permitindo construir produtos pequenos e nichados para resolver problemas específicos sem a necessidade de grandes estruturas ou investimentos iniciais elevados.

Quais são as quatro principais características dos agentes autônomos citadas no vídeo?

O agente autônomo possui memória persistente, sistema de criação de habilidades (skills) automáticas, capacidade de se conectar a qualquer ferramenta e versatilidade para cruzar dados de diferentes origens.

Qual foi a ferramenta utilizada para realizar a codificação ao vivo no programa?

A demonstração ao vivo utilizou a tecnologia Sky One Studio Creator.

Transcrição do vídeo

Texto das legendas disponíveis; pode conter erros.

Você [música] que tá passando aí agora, você não pode perder esse episódio do Builders by Sky One. Eu tô aqui com ele, o Bruno Camoto, maluco. Esse cara manja de a, mas muito mais do que a. Esse cara manja de startup, de SAS, de microsas. Nem sei mais o que falar do Bruno Camoto, porque já conheço esse cara há muitos anos, né? E é o cara mais insistente que eu conheço. Mais insistente. Ficou no meu pé meses até eu liberar um cheque para ele ele gastar tudo. Agora eu tenho a oportunidade de tirar alguma coisa dele. Eu vou mostrar para você aqui porque ele vai criar um aplicativo aqui no Builders by Sky One usando Sky One Creator. Seja bem-vindo, meu amigo Bruno Camoto. >> Não, um prazer enorme estar aqui com vocês, cara. Obrigado pelo convite. >> Não, é um prazer nosso, né, cara? Ter você aqui é uma celebridade. É, é quase como receber o Obama aqui, cara. >> [risadas] >> Quase que nem o Obama. >> Quase como recebeu o Obama. Ô meu irmão, conta um pouco da sua história. Quem é o Bruno Ocamoto? De onde você veio? Para onde você tá indo? Por que que você chama Okamoto e Ramos ao mesmo tempo? E quem te veste tão bem, cara? >> Poxa, esse deixa eu tentar fatiar aqui. Bom, eu eu sou um nerd, né, cara? Eu sou um nerd, eu sou pai, sou marido. Eh, mas acima de tudo eu sou uma pessoa muito curiosa, assim, então eu gosto, sempre gostei muito de estudar de tecnologia. Quer dizer, eu nunca fui um bom estudante do sistema tradicional de educação, mas eu sempre fui apaixonado por tecnologia, por eh entender como que a gente pode usar a tecnologia para melhorar a nossa vida, né? Eh, e isso que me fez me tornar um empreendedor consecutivamente, assim, mas eu eu sou uma pessoa que eu gosto muito de testar, ver o que que tá acontecendo, ver porquê, de indagar, de ir atrás, de questionar. E eu acredito que ao longo dos anos eu também tive muita sorte de e encontrar o que eu gosto de fazer e me tornar muito bom, que é construir empresas digitais, assim. Então, hoje eu sou um empreendedor, eu empreendo, eu gosto de construir. Então, eu construo produtos, construo tecnologia, construo equipes, tudo em prol a mesma coisa que eu acredito desde o primeiro dia que eu comecei a empreender, que é como a gente pode usar tecnologia pra gente fazer uma coisa que melhora a vida das pessoas. Então, esse sempre foi o que me guiou, né, minha bússola assim. Então, hoje o Bruno Camoto, pai, empreendedor, eh, curioso, eu também tenho hoje alguns negócios, então também tenho o meu SAS, microSAS, eh, e hoje eu estou aqui para trazer um pouco de uma visão diferente de como a gente pode enxergar tecnologia nesse mundo que tá meio maluco assim. >> Legal. Mas, cara, quando que abriu a sua cabeça pro mundo digital, né? Se eu me lembro bem, você teve uma parte da sua vida que você trabalha numa economia tradicional, vamos colocar assim, era um peão, >> hum, >> literalmente um peão de fábrica. >> Era mesmo. >> E aí um dia você falou: "Cara, eu vou trabalhar com tecnologia. Como é que você sai então de peão de fábrica pro cara da tecnologia? Qual a jornada por trás doamoto?" Cara, essa história muito engraçada. Acho que eu nunca contei ela, mas o meu primeiro trampo foi como estagiário de uma fábrica de para-choque. E aí eu era estagiário da qualidade e meu trampo era ficar andando na linha de produção, vendo os para-choques lá, que no final do dia é um monte de plástico sem graça, assim, >> plástico sem graça. É, sem graça, injetado ainda. >> Aham. Mano, sério, trabalho chato. [risadas] E aí assim, cara, eu odiava meu trabalho, né? Eu odiava no sentido de, tipo, eu tinha que pegar um ônibus 5 horas da manhã para chegar 7. >> Isso em Curitiba. >> Em Curitiba é que para pegar um de 2 horas era tipo longe de Curitiba, né? E aí ainda tipo sei lá, ganhava R$ 400 por mês assim. Daí eu fiquei trabalhando lá uns se meses, cara. E como eu sempre fui meio nerdão, eu chegava lá pro meu gestor e falava: "Cara, olha só, eu melhorei aqui 20 planilhas, olha só, eu mexi num monte de coisa, olha, eu tenho uma ideia para melhorar essa linha, isso aqui, isso aqui". O cara, ah, Bruno, tá bom, volta lá pro seu mundinho de estagiário lá, sabe? E aí, cara, um dia eu juntei todos os estagiários no refeitório, fui ficando amigo da galera e falei: "Gente, eu vou fazer uma proposta louca para vocês aqui. Eu vou vou puxar uma greve." Falei: "Vou puxar uma greve nisso aqui porque eu não aguento mais". Tipo, mano, a gente recebe muito mal, demora duas horas e eu sinto que a gente não é valorizado assim. Aí eu puxei todo mundo, a gente fez um baixo assinado, aí a gente parou a fábrica. [risadas] Você vê, né, cara? Moleque, né? Devia ter tipo sei lá, 19 anos, 18 anos. E aí, cara, desceu a diretora de RH, falou: "Mano, que que é isso?" Você passava um monte de diretor olhando, fala: "Que absurdo é esse?" Os estagiários lá, é greve. E aí nisso, cara, óbvio que eu fui demitido. >> Com certeza. >> Com certeza. Mas eu soube que todo mundo ganhou um aumento e inclusive deram um plano de saúde pros estagiários. E aí, nisso um cara que tava passando lá dentro me viu e falou: "Mano, eu achei muito legal a sua atitude aí, vem trabalhar para mim". Daí o cara me levou para trabalhar na Renault, só que no final era mais do mesmo, só saí do chão de fábrica, mas ainda continuei como um cara que ninguém me dava bola assim. Aí um dia eu mandei meu chefe para aquele lugar e me demiti e falei: "Velho, não, não quero, não quero ser funcionário, velho, não quero". E aí eu comecei a estudar e falei: "Mano, o que que eu vou fazer?" E aí eu descobri esse negócio lá atrás que tava no começo chamado startup. Eu vi, tipo, as pessoas falam: "Não, empresa de tecnologia e tal". Falei: "Mano, eu amo tecnologia". E aí eu falei: "Não, é isso que eu quero fazer". assim, aí comecei a estudar e abrir minha primeira empresa na louca assim. Então foi uma jornada muito legal, assim, eu aprendi muito. Chega até uma até ter uma ONG, sabia? Essa da ONG é louca. É. Então assim, você tá na sua 18ª empresa já com 30 e quanto? 36. >> 37. 37. >> 37 aninhos. >> É, eu tive muita oportunidade, né, Robson. Eu sempre tive muita oportunidade de saber que se tudo desse errado, eu ainda tinha uma cama e comida em casa. Então isso me ajudou muito a arriscar, sabe? Mas eu sempre fui muito eh inconsequente, eu diria, mas eu também sempre fui muito cara audacioso, assim, eu quero ir lá testar e dar cara tapa e largar e ver o que vai acontecer assim. >> Boa. Bom, e aí, o que foi essa primeira ideia, essa primeira startup que você criou, cara? Chamava Sorte do Mês. >> Sorte do mês. E aí, conta aí o que que el O que que era sorte do mês, >> cara? Em 2012 tava na moda fazer delivery por bicicleta. >> Então, eu não sei se você lembra de Jackobike essa época aí e tal. Então eu eu cheguei e falei assim: "Cara, o que que as pessoas gostam de fazer?" E na época, cara, em 2012, as pessoas nem usavam cartão de crédito na internet, cara. Era até meio estranho você fazer compras online. E aí a gente olhou, a gente foi no mercado municipal, a gente ficava falando o que que dá para resolver de problema no mercado municipal de Curitiba. A gente ficava olhando e tinha uma de uma fila numa loja que era uma casa lotérica. Aí eu falei: "Mano, como que a gente resolve esse problema de filas em casa lotérica?" E a gente montou a sorte no mês, que era um negocinho, um site onde você apostava, a gente pegava as apostas, ia na casa lotérica por você, a gente jogava os números e mandava de bicicleta pra sua casa no envelopinho para você não precisar pegar fila, sabe? É óbvio que não deu certo, né? Óbvio, >> mas assim, foi muito legal, foi uma boa boa experiência, assim, eu gostei muito. Essa foi minha primeira empresa que eu montei >> aí na segunda foi já o Encontro Nerd. >> Encontro Nerd. >> E aí, qual que era a tese do Encontro Nerd? Foi aí, galera, que eu caí nessa, entendeu? >> [risadas] >> O vendedor foi bom, né? Vendor, o >> vendedor foi bom e insistente. Ele vai contar o que que ele fez para tomar meu dinheiro. >> É, mas eu encontrei uma história muito bacana, assim, acho que a história longa, curta, é que eu sempre me considerei um ner e eu pensei, cara, eu será que eu tenho um monte de amigo nerd que nem eu eh meus amigos e eu, a gente estava na faculdade, a gente queria ganhar uma grana para tomar uma cervejinha, levar a namoradinha para jantar. E aí, cara, como todo bom estudante, eu era quebrado, né, velho? Então eu ficava pensando o tempo inteiro, cara, como que eu ganho dinheiro como estudante, porque eu não quero trabalhar, me recuso a virar CLT de novo. E aí nisso a gente teve a ideia, né? Eu tive a ideia de montar uma empresa onde eu pudesse encontrar nerds que nem eu e conectar eles com mães e avós que não tem nem picuinha nenhuma de tecnologia. Então eu montei um site onde tinha um uma página onde tinha vários serviços escrito assim: "Ah, meu computador está muito lento, R$ 150, minha internet não funciona, R$ 90". E aí chegava as pessoas, colocavam os serviços num carrinho e aí chegava um nerdinho com laptop no braço lá e falava: "Opa, vim te ajudar aqui, deixa eu arrumar aqui sua internet, seu tablet, deixa eu conectar tudo no seu Wi-Fi". E aí, cara, começou como uma brincadeira que a gente acabou passando 10 anos nessa brincadeira aí. E aí, nessa jornada eu acabei te conhecendo como nosso primeiro investidor, né? Então, eh, foi o cara que eu posso dizer que me trouxe até esse podcast hoje ali. >> Olha aí, olha aí, olha ele. E tinha um, tem um um fato interessante, né, cara? Eh, eu lembro que que você acordava tarde né cara? >> Ah, claro, né, Robson? >> Como é que era essa história de acordar tarde? >> Que gosta de acordar cedo, Robson, pelo amor de Deus. [risadas] [suspirando] Ah, não, mas é verdade. Quando a gente tava na faculdade, tal, mano, estudava de noite, né, velho? Acordar de manhã, cara, pelo amor de Deus. E aí nisso quando a gente pegou essa primeira investimento com você, né, que acho que é, acho que o resumo da história foi achei você no LinkedIn, falei: "Mano, esse cara tem cara de GT grana aqui". Era no cars. É verdade. >> Starts. Ainda quando o Starts era um site de relacionamento entre empreendedores e e investidores. >> Eu achei você lá investidor anjo, né? Eu fiquei mandando mensagem, falei: "Robson, um café, um café, um café, um café". E o Robson que que fazia? >> Ignorava. >> Ignorava, né? Pr você ver, né? Tá, essa pessoa que [risadas] E aí, cara, passei lá, >> é filtro, >> mas e aí depois de muita insistência consegui um café e consecutivamente o nosso primeiro cheque. E aí o Robson entrou como nosso investidor, mentor também e o Robson gostava muito de saber que o dinheiro dele tava rendendo de alguma forma, né, Robson? >> É isso. Tinha que ter certeza. >> É. E aí essa certeza era me ligar todos os dias 7 horas da manhã para perguntar quantas vendas eu já tinha feito. >> É isso, ó. Marginal Pinheiros. Quando eu passava ali na frente ali do eh do JKY Club, eu pegava o telefone e ligava pro Bruno. Fala: "Tá na hora de ligar pro Bruno". Porque eu eu ia da minha casa até chegar no escritório ligando para cada um dos dos investimentos e o Bruno era um deles, tava na minha lista e na ordem alfabética vem entre os primeiros. >> Ah, é? Pô, isso explica muito. [risadas] Deve ter sido um dos últimos. Mas é isso, né, cara? Mas eu acho que a disciplina ela é importante, né? Eu acho que para empreender a gente tem que ter disciplina. Talvez na época eu tivesse um pouco de ódio acumulado, né, às 7 horas da manhã, [risadas] mas assim, acho que ao longo do tempo a gente vai entendendo que empreender é significa fazer sacrifícios, néad? E aí, cara, eu sou muito agradecido assim a todo o sacrifício que eu fiz, acordar 7 horas da manhã e eu acho que a Encontro Nerd, que posteriormente virou o Nerd, foi uma empresa que, cara, me fez ser quem eu sou hoje, assim, a nível de eh me conhecer, né? Depois que você passa 10 anos entre trancos e barrancos, pega uma COVID no meio e tal, mano, você aprende muita coisa, né? E eu diria que, sei lá, o Nerd quebrou três ou quatro vezes nesse caminho. Eu lembro até hoje, cara, que na primeira semana de lockdown em São Paulo, na COVID, eh, 80% dos nossos clientes eram varegistas. Então, as clientes ligaram pra gente e falaram: "Bruno, desculpa, a gente não tem como de pagar, então a gente vai segurar os pagamentos por três meses". E, cara, eu comecei a estar com 60 funcionários e não tinha um puto no banco, né, velho? E aí, cara, pô, a primeira coisa que eu fiz na pandemia foi ligar pro banco no CPF e falar: "Não, preciso de um empréstimo". E comecei a pegar um empréstimo atrás do outro. Então assim, a gente aprende muito quando a água bate na bunda assim, né, cara? É, é. E aí eu eu diria que o Nerd foi uma escola assim para mim. Então hoje tudo que eu faço eu acho muito fácil porque porque assim, acho que depois do segundo, terceiro empreendimento, você aprende a a entender que, cara, é meio que uma areia movediça, né? Você vai andando assim, só que opa, tipo, pô, pisei aqui, não dá para se mexer muito, senão você começa a afundar. Então, eh, dar pequenos passos e saber que tudo que você faz é o jogo do longo prazo, cara. Não tem como fugir do longo prazo. >> E aí do do ERD entrou o Microsas, do Microsas entrou aí inteligência artificial e agora um outro negócio. Conta aí esses passinhos aí até chegar nesse outro negócio que você tá fazendo hoje. >> Cara, depois da pandemia, quando a gente sobreviveu nesses dois ardos anos e eu não posso reclamar também, acho que de todos os males, menos pior, né? Acho que tdo caos que foi o nosso planeta. Mas eu eu decidi sair da minha empresa, assim, eu decidi que eu já tinha investido um terço da minha vida, eu não queria mais, eu tava muito saturado de técnicos de enfermagem, velho. Alguém falava técnico de informáticava, dava até arrepio assim, sabe? E aí eu decidi sair da da empresa e nisso o que que faz um empreendedor que fazia tudo? Tipo, eu falei: "Mano, eu vou arranjar um emprego, velho. Eu não sei, eu não sei nem para que vaga me inscrever, velho, porque eu fiz um pouquinho de tudo, mas eu não sou bom em nada". E aí eu fiquei pensando, cara, o que que eu sou bom? Eu sou bom em empreender. E aí eu comecei a falar, como que eu posso empreender, mas sem ter que montar de novo uma empresa grande? Eu eu não queria não queria, eu não queria ser gestor, eu não queria pegar dinheiro de investidor. Eu queria, mano, montar um negócio que pudesse ganhar um dinheiro e poder ter tempo paraos meus filhos, ter tempo pra minha família e e, mano, ser feliz, sei lá. E aí, cara, eu conheci um conceito que mudou completamente a minha visão de negócio chamado Microsas. E o conceito Microsas, ele surgiu com a IA, que basicamente é você pode usar a IA para construir uma coisa pequena e nichada, para resolver um problema muito específico para um grupo de pessoas muito específico, que na era pré isso era inconcebível, mano. Quem quer contratar três deve gastar 70.000 por mês para montar um negócio que 10 pessoas iam usar. Só que na era da I, ah, cara, você vai bicodava um aplicativo em até do tr anos atrás, em um mês que seja, e você podia vender. E aí quando eu entendi esse conceito, eu decidi montar um canal no YouTube e abrir meu laptop, abrir a webcam e falava: "Mano, vou falar sobre esse microSAS e eu vou construir meus microsas". E cara, comecei a ficar fascinado por isso, fascinado a ponto de ficar quatro fucking anos falando sobre microsas. E aí que eu ganhei esse apelido de Bruno Microsas. E esse termo pegou muito forte no Brasil, porque a gente vive num país que romantiza muito o empreendedorismo, né? Larga o emprego, arrisca tudo e cara, pô, convenhamos, né, velho? Tipo, nem todo mundo no Brasil tem a mesma oportunidade de largar o emprego e arriscar tudo. E aí eu cheguei com esse conceito e falando assim: "Gente, olha, para empreender, para você montar uma startup, você não precisa largar tudo, mano. Começa um negocinho pequenininho, nichado." E aí comecei a fazer isso daí quando eu montei uma comunidade, quando eu vi tinha 1000 pessoas, 5.000, 10.000, 20.000 1 e de repente tinha tipo milhares de pessoas que compactuavam com o conceito de falar: "Cara, quero empreender num lifestyle business montando um negócio pequeno e paralelo a minha atividade principal. Se der certo, eu largo minha atividade principal com segurança, sabendo que eu tenho uma empresa que já fatura". E aí você não fica a merced de investidores chegar e falarem: "Ah, não, fatura 50.000, eu te dou um cheque." Não, mano, se você fatura 50.000, danse investidor, vai sem o cara, velho. E aí, mano, esse conceito pegou muito forte. Passei 4 anos eh fazendo isso, montei meus micross, adoro meus microsas. E em 2026 eu conheci esse termo de agentes de com um cara na gringa chamado Peter Steinberg. E o Peter, ele é um nerd que nem eu, que montou uma ferramenta que ele falava assim: "Mano, como que tem ia hoje, mas não tem um assistente pessoal? Hoje quando eu converso com a IA, parece que eu tô falando com um robô que fala qualquer coisa." E ele foi lá e montou um assistente pessoal que você ligava como cognição qualquer LLM. Então podia ser o Cláudio chat GPT. E ele falou: "Mano, de graça, tá aqui todo mundo postou no Twitter e foi a ferramenta que mais viralizou na história do Twitter, tipo a ponto do Elon Musk, do STM ligar para ele e falar assim: "Man, what the fuck is going on?" Sabe? E aí, cara, isso foi assim, mano, foi novembro de 2025, tô falando tipo uma coisa de ontem. E esse Peter, esse mercado de assistente pessoal de A que a gente vê hoje, começou em novembro de 2025. Então não tem nenhum ano que esse cara criou um mercado inteiro do zero que o Jansen One da Nvidia subiu no palco e falou assim: "Olha, toda empresa no planeta tem que ter uma estratégia open colal". Então quando eu conheci essa ferramenta lá atrás em janeiro, eu quebrei a cabeça para instalar porque era difícil para caramba ter que mexer em terminal, mano. Me sentia na Matrix assim, sabe? Unos números caindo e tal. E cara, eu vou te falar, em janeiro eu sabia o básico de a eu usava o chat de PT para fazer o que a maioria das pessoas fazem. Ah, corrigi um e-mail, sei lá, revisar português. Eu tinha até vergonha, velho, porque eu falava, mano, como que eu falo de SAS o dia inteiro e não sei manipular Io? E aí quando eu montei esse meu agente, cara, nossa, abriu a minha cabeça porque eu tinha um uma pessoa falando comigo e ela lembrava de tudo, tudo que eu falava, mandava um áudio no carro de 15 minutos e três semanas depois eu falava uma coisa, ela falava: "Mas Bruno, você falou comigo há três semanas atrás de Y, agora você tá falando X, eu falava: "Nossa, eu nem lembrava disso". E aí ela entra no seu e-mail, ela entrava no seu calendário, ela entrava no seu Google Drive e ela começava a falar: "Mas Bruno, olha, há um mês atrás recebeu um e-mail disso e essa planilha condiz com isso e eu ficava tipo, mano, como que pode ser? Ela consegue ver coisas que eu não vejo?" E aí, cara, a partir disso, eu falei: "Mano, o Brasil precisa saber disso". E aí eu decidi montar um miniurso de 1 hora30 sobre essa ferramenta. E a ideia do curso era bem tosca, velho. Era assim, você assistiu 15 minutos de curso e aí você montava o seu robozinho em 15 minutos e você pegava o curso inteiro com vários prompts e dava pro robozinho e ele estudava para você. E aí, mano, o nosso curso viralizou, >> explodiu. Quantos aí você vendeu? >> Expodiu? Cara, a gente pegou um produto de R$ 97 e vendeu R 15 milhão em 30 dias corridos cara. >> Legal. >> É. E aí foi caos, né? Porque como que você pega um produto de R$ 90 e põe 15 milhão e meio de receita assim, porque que tinha tipo uma muita muita gente entrando e aí você pega uma ferramenta nova, imagina uma quantidade de suporte, ah, como faz isso? Como conecta no e-mail? Blá blá blá blá. E aí eu comecei a montar agentes para responder. Então eu comecei a montar gente para cuidar do backoffice, mano. Muito monta nota fiscal, gente pedindo reembolso, bá bá, muito suporte nos grupos, suporte técnicos, dúvidas, não sei o quê. E, e aí eu comecei a enfiar agente em todos os lugares e esses agentes eram muito simples, eles só tinham que replicar processos. Então, o processo já existia, porque o agente ele não inventa processo, ele só replica o que funciona. E se você tem um processo ruim, ele vai replicar merda. >> Processo ruim. É. >> Então assim, cara, a gente começou a montar esses agentes e a gente montou um agente de marketing e aí esse agente de marketing olhava os criativos e falava: "Cara, entendi como funciona". E ele começou a cuidar dos criativos e fazer mais criativos automáticos. E aí começou a surgir um monte de MCPs, APIs. E aí de repente quando eu vi meu agente tava entrando no Figma e montando criativos. E aí cara comecei a ter agente de suporte, agente de marketing, agente de vendas, agente de qualificação de lead. E de repente quando eu vi, a minha empresa começou a crescer e aí a gente começou a pegar muito feedback desse público, começou a descobrir que eram empresários, quais eram as dores, as ambições, as expectativas e a gente foi criando uma grade de produtos que hoje chegou no pixel ai assim. Então, hoje o Pixel AI é essa empresa que a gente eh eh a gente cria uma estrutura para empresários fazerem deploy de agentes e automatizarem empresas com esses agentes autônomos. >> Agora, cara, o Rony Mesler é sócio da Pixel Ei ou do Bruno? >> Da Pixel. Da Pixel, claro. Ah, >> como é que você descobriu ele? Como é que ele te descobriu? Como é que você >> Ele era meu aluno no Microsas? >> Ah, não acredito, cara. >> Eu também não sabia, velho. Eu descobri, eu descobri depois que dentro do Microsas, da nossa comunidade tava um monte de Shark Tank. Tava lá, tipo, Camila Farani, não sei o quê. >> A Camila nós conhece de outras épocas. >> É, mas ela tava lá tipo escondida. Aí tava o Rony. Mano, eu descobri que dentro da comunidade de microsch é muita gente famosa. >> E aí um dia o Rony chegou para mim e falou: "Cara, adoro o seu microsas, acho muito legal que você prega, assistir seu conteúdo e tal". Falou: "Vamos tomar um café". E aí início ele falou: "Ó, mano, quero investir no Microssasi". Aí ele investiu no Microsas. Três meses depois eu lancei a Pixel. O Rony veio junto e e a gente acabou virando amigos e ele hoje é meu meu sócio aqui na Pixel também. >> Mostra, mostra, mostra. Cara, bom, e aí a gente tá nesse momento, né, um momento de IA para todo lado. Todo mundo tem o seu agente de A ou todo mundo tem alguma forma de criar alguma coisa com IA. E nós demos acesso para você numa nova tecnologia da Sky One, chama Sky One Studio Creator, que faz parte do Sky One Studio. E a ideia aqui é a gente criar um negócio, né? Eu não vou te falar o que eu vou fazer, mas você vai me falar o que você vai fazer. >> Agora, como assim? >> É isso, né? Então, nós vamos gravar a sua tela. Vou gravar minha tela. Vou pedir para você gravar a sua tela também e a gente vai fazer aqui um vibe coding ao vivo aqui no nosso Sky One Studio Creator. >> Bora, bora. Gosto do desafio. >> Bora. Ô Camoto, então qual que é a ideia, né? A ideia você desenvolve aí, eu desenvolvo aqui e a gente continua falando. Desenvolve mais conversa. Beleza, >> boa. Eu já até pedi pra minha gente bolar um prompzinho para mim aqui já fazer tudo aqui. >> Então, já dá o play aí, cara. E enquanto isso, enquanto você vai colocando e dando um play, explica pra gente nas suas palavras o que é um agente de A. >> Isso é muito legal assim, cara. Um agente de A. O que que você acha que é um agente de A, Robson? Eu vou te resolver a pergunta, a gente começa assim só para pegar a sua perspecção, sua perspectiva. >> Ah, cara, eu agente, eu acho que o agente de A é um conjunto de automações que executa tarefas a partir de um prompt. >> Legal, legal. Eu eu acho que assim, cara, esse Peter Steinberg, né, uma coisa que ele fez com o Open Claw e aí posteriormente a tem várias ferramentas tipo Hermes e tal, é que ele lançou uma coisa que se chama um agente autônomo. E o conceito desse agente autônomo, cara, é uma coisa bem legal assim, ele é um chassi de um carro. Então ele ele chegou, ele montou tipo várias peças, só que sem motor. Então ele chegou e falou: "Mano, aqui no motor você pode pôr o chat GPT, você pode pôr o Cloud, você pode pôr o que você quiser". E esse agente ele tem quatro características, cara, que eu achei muito legais assim. A primeira característica é que ele tem um arquivo de memória próprio, significa que ele tem uma memória persistente. Então, se você mandar um áudio para ele, se ele vê o seu Instagram, se ele assistir um vídeo, ele pode fazer qualquer coisa e ele sempre vai lembrar. Então, no cérebro dele, tudo que ele faz, ele vai criando pastinhas e vai salvando lá, tipo, ah, dia 5 de outubro de 2026, nota diária, Instagram do Bruno, vi tals, li os comentários, aconteceu tal coisa, aprendi isso. Ah, o Bruno mandou um áudio de tal coisa e ele começa a criar arquivos que funcionam como se fosse uma pesquisa do Google. Então, quando você chega lá e fala assim: "Mano, o que que eu falei sobre eh o que aconteceu no meu Instagram no mês passado?" Ele vai lá e falar: "Pô, Instagram". Então ele vai procurar a palavra Instagram no cérebro dele e vai achar tudo aquilo. Então ele tem uma memória que ela lembra de tudo para sempre. E isso é muito legal assim quando você pensa a nível de processos, empresas, pessoas. Segunda coisa, cara, é que essas ferramentas ele tem um sistema de criar habilidade sozinho. Então, por exemplo, >> ela cria o próprio skill dela. >> Ela cria o próprio skill dela. E o que a grande maioria das pessoas sabem é que elas não sabem a diferença de um skill e de um prompt. >> Boa pergunta. O que que é um skill? O que que é um prompt? E agora o Google mudou os gains para skills. >> Então assim, um prompt é você chegar e escrever aqui no chat falando pra sua IA falando assim: "Olha, entra na minha planilha e mostra para mim quanto eu faturei esse mês". Então ele vai entrar na planilha, ele vai com essa objetivo, mano, quanto que o Bruno faturou esse mês? Ele vai entrar lá, ele vai ler as colunas, vai fazer as contas e vai falar: "Bruno, você faturou R$ 12.000 R$ 1.000. E aí eu vou chegar para ele e falar: "Mano, você viajou assim, você calculou as linhas erradas, eu faturei 35, dorou 12 e aí eu vou corrigir ele e aí a próxima vez que ele fizer, ele vai ter que fazer certo. Só que se eu não salvar isso como uma skill chamado report financeiro, ele sempre vai fazer do jeito que ele achar certo. Então um prompt é quando você pede uma coisa, ele vai lá e faz do jeito que ele acha que é o jeito que ele tem que fazer. A skill é quando você pega uma série de processos e transforma isso num processo replicável. Então, tipo, ah, report financeiro. O que é o reporte financeiro? Abrir a planilha, ler as colunas ABC, fazer essa soma, blá blá e cuspir o report num formato de PDF usando brand na empresa, blá blá blá blá blá blá. Então, uma skill é isso. E esses agentes autônomos, tudo que ele vê você fazendo ou você pede para ele fazer, ele automaticamente cria uma skill. Ah, skill Instagram. O Bruno pediu para eu ver o Instagram dele e ler os comentários. Skill comentários no Instagram. Ah, o Bruno pediu para eu ler o fluxo de caixa. Skill fluxo de caixa. E esses agentes, eles vão criando skills automaticamente que ele permite fazer o que você faz num computador. O que me leva ao terceiro ponto, cara, ferramentas. Então, esses agentes, eles conectam com qualquer ferramenta. Então, não é que você tem que baixar um aplicativo e falar tipo: "Ah, eh, agora ele tá aqui no seu celular". Não, ele entra em qualquer ferramenta que você tá. Então, se você usa o Teams, ele tá no Teams. Você usa o seu e-mail, ele tá no e-mail. Você usa o OneDrive, ele tá no Andrive. Qualquer coisa que você use, ele está lá. Então ele é uma ferramenta coringa. Isso significa que ele consegue cruzar dados que antes a gente precisava de três ou quatro reuniões para conseguir esse dado. Ou seja, por exemplo, você chega como um gestor de uma empresa de 500 funcionários e você fala: "Pô, gente, eu preciso aqui de uma reunião, preciso saber o report de vendas, preciso disso aqui, isso aqui". Esse agente, ele se conecta no Hubspot, se conecta no blá blá, se conecta no seu CRM, no seu RP, tudo. E aí nos trânsito você manda um áudio para ele e fala assim: "Olha o que aconteceu na minha empresa ontem? O que que HIP Rip fez? Que a gente tá atrasado? Quantos leads que accounts tem sem followup? Blá blá. E ele puxa tudo e te dá uma visão de 360. Então a possibilidade de você conectar ele em qualquer lugar faz que ele pareça tipo um vírus assim, de certa forma. >> Um vírus. É, é um viruzinho assim porque ele é coringa e ele vai tipo sorrando em tudo que você pedir e tudo que você faz ele vai descobrindo. Então tudo que você faz ele guarda para sempre. Então ele vai associando as suas reuniões, os e-mails que ele leu com o RP, com o seu CRM, ele vai falando: "Mano, esse aqui é o Robson, esse aqui é Skywan, faz isso, isso aqui, isso aqui". E ele vai ficando cada vez mais inteligente. >> Olha só que interessante, cara. Agora me diz uma coisa. Uma vez que você tá aprendendo aqui também sobre tecnologia, cada vez mais você aprende sobre como implementar, né? Imagino que ao aprender você também ensina. Claro. >> Então, cara, me diz aí um ou dois casos, eh, que você tenha ensinado alguém a montar agentes de A dessa forma que você tá colocando aí pra gente? >> Putz, eu tenho quase 2200 casos para falar, mas eu vou, >> mas 2200 é muito. Acho que a gente não vai ter tempo. Vamos tentar só um ou dois. >> Eu vou vou começar com uns 20 agora. Vai. >> Nossa. >> Não, vou pegar o vou pegar um recente, cara. Teve um recente que eu entrei como >> uma pessoa comum. Pensa assim, um empreendedor que não manja nada de tecnologia, >> não. Eu vou te dar um exemplo bacana assim, uma agência de marketing. >> Legal. >> Então, uma agência de marketing, pô, no Brasil cheio de agência de marketing, não conheça ag marketing. Agência de marketing, o que que é? >> Eu já tive uma e você dormiu no meu sofá. Eu lembro disso >> muitas vezes, inclusive. Já também, inclusive limpei chuva lá de teto quebranto, mano. Já >> é isso, era verdade. Chovia dentro da agência, a gente tinha tinha essa dificuldade lá. Mas uma vez você disparou o alarme lá também de de madrugada. Eu tive que de madrugada ligar pro pessoal para você não ser preso. [risadas] >> Ah, cara, a gente essa vida a gente tem que aprendendo, né? >> Divertir, né? >> Ah, se divertir e aprender, né, velho? Aprendi muita coisa também dormir no sofá do do meu investidor. >> É isso, é isso. [risadas] >> Mas eh >> e esse caso aí, >> cara. Então assim, ó, a gente pegou uma agência de marketing recentemente que os caras, para você ter uma ideia, eles tinham quatro planilhas para controlar o faturamento da empresa, >> certo? >> Então, tipo assim, uma planilha tinha margem A, outra margem B. E aí, mano, os caras assim estavam perdidões. Tinha tipo 10 funcionários usando chat GPT, 10 usando cloud. Os caras tavam tipo, mano, o que que tá acontecendo na empresa? Todo mundo bagunçado. Eles tinham funcionários que eles nem sabiam que os funcionários faziam. E assim, por mais que muita gente escute isso e fale: "Mano, isso é um absurdo". Essa é a realidade de muita empresa no Brasil, muita empresa no Brasil, que muitas vezes o dono não sabe o que tá acontecendo porque a empresa cresceu, ficou maior e e faz parte, entendeu? é um organismo vivo. Então, nesse caso, cara, a gente começou pegando um sócio e a gente deu para ele o nosso produto da Pixel. Ele consumiu todo o produto, construiu o primeiro agente dele, conectou o agente inteiro na empresa e começou a usar o agente para fazer reunião com o conselho. Então, ele chegava pro conselho, a galera falava: "Mão, cadê a pauta?" Não, a pauta tá aqui no WhatsApp. O que que vocês querem saber da empresa? E aí ele começou a mostrar pros sócios e pros investidores como um agente tinha uma visão 360 da empresa e tudo mais. E aí uma vez que ele conquistou o conselho e o conselho falou: "Mano, isso aqui é o futuro". Ele começou um trabalho de treinamento. Então eu fui junto com ele, a gente foi pegando todos os sócios, criando a gente pros sócios e os sócios foram ganhando super poderes. Então o primeiro superpero de uma empresa com a gente não é ele sair automatizando tudo e falar: "Nossa, vou demitir todo mundo da minha empresa". é ele ter uma visão holística de tudo que acontece no negócio dele. Então, se ele usa click, Notion, Trel, tanto faz a ferramenta, ele consegue ver as tesques feitas, consegue ver o CRM, consegue ver tudo. E aí, a partir disso a gente começou a fazer um trabalho de pegar esse agente e ir vertical por vertical. Então, o que que a gente fez? A gente entrou na área comercial, chegou pro diretor comercial e falou assim: "Cara, você tem consciência e ciência de todos os processos da sua área?" O cara: "Não, tenho, tenho sim. Então, vamos fazer uma entrevista com algumas pessoas e entender se os processos que elas fazem e o que você enxerga são realmente a mesma coisa. E a gente começou a entrar lá e o sócio, que foi o primeiro cara lá que levou tudo pro board e tal, ele chegava com o diretor e mapeava os processos e falava: "Mano, o seu processo que você falou e o que os seus funcionários fazem tão diferentes". E aí a gente começou a mapear processos e nisso a gente começou a pegar atividades que os funcionários faziam, tipo, ah, todo dia um funcionário tinha que entrar no CRM e ver quais leads estão sem followup. E a gente falou: "Mano, isso aqui é uma skill, vamos chamar isso aqui de skill de followup key accounts e leads quent, sei lá". E a gente começou a transformar todas as skills da galera, blá blá. Montamos as skills e falamos pr os funcionários: "Olha, mano, se você quiser, você tanto faz, você usa o cloud, GPT, você pode usar isso aqui em qualquer IA, mas a gente vai pôr um agente aqui e esse agente vai fazer isso por você". Então, a gente construiu um playbook explicando pros funcionários o que que o agente ia fazer e falando: "Mano, não se preocupa, a gente não vai demitir ninguém, é só, a gente só vai tirar o trabalho chato, >> chato, operacional". E esse diretor, o trabalho dele foi muito mais entender a lógica para depois ele entender como ele conduziria o agente na área. Porque o agente ele é um funcionário, então ele precisa de rédias, ele precisa de governança, ele precisa de treinamento. Não é só porque ele tem um monte de skill que ele vai fazer tudo e não vai dar nenhum problema. Vai dar problema. É um computador. Às vezes o computador trava, às vezes o computador fica lento, às vezes esquenta, às vezes sobrecarrega. Então assim, ele a gente foi trazendo o diretor, o diretor foi pondo na área, os funcionários foram tipo entendendo, foi todo mundo entendendo, beleza, vamos pro financeiro, vamos pro comercial, vamos para lá não sei o quê. E a gente foi pondo um agente por vertical. Então ao longo de 3 meses, cara, 3ês meses, você não aprende nem a tocar violão em três meses. E ao longo de três meses eles colocaram seis agentes em seis áreas. E cara, eu e assim, a empresa que eu conheci há três meses atrás, a empresa que eu conheço outra é outra empresa. >> É outra empresa. >> Outra empresa. >> Olha, cara, deixa eu te falar um negócio. Meu vibe coding aqui, ele já produziu >> um presente que eu vou te dar. Eu queria saber se o seu já terminou. >> O meu tá na etapa 5 de 11. >> É que você botou um prompt grande aí. Enquanto o seu agente vai desenvolvendo, ó, eu já vou mostrar aqui, ó, pra câmera o presente do Bruno Camoto. Já vou te mostrar também. Ah, eu tô vou mandar ele no WhatsApp já. Mas, cara, vou ler um pouco do seu presente aqui, ó. Bruno Ocamoto, o homem que largou uma startup de oito dígitos para democratizar o empreendedorismo no Brasil e transformou a vida de milhares de pessoas com IA e Microsas. Conheça a sua jornada, a jornada de Curitiba ao mundo, uma trajetória de altos e baixos e redescobertas, onde cada queda foi o prenúncio de um voo mais alto. Aqui eu conto um pouquinho da sua vida aqui. >> Que legal. >> E tem lá, cara, contribuições do Microsoftas, mas tem uma coisa que você gosta muito, pai, família e propósito. Em 2020, quando a pandemia destruiu 75% do faturamento da sua empresa, em duas semanas o primeiro filho do Bruno acabava de nascer. né? Eu lembro dessa dessa época aí. >> Meu filho nasceu em janeiro, a pandemia veio em março. >> É isso. >> Isso a empresa caindo e um filho no colo. >> Um filho no colo grana, né? De volta para casa. E aqui conta tudo sobre você. >> Cara, que legal, cara. De ele. Nossa, >> olha aqui, ó. Esse é o seu presente vibe codado aqui. E aí, a decisão é sua põe no ar ou não, né? Mas é um site, >> cara. Ele puxou até o branding da minha empresa. >> Ele puxou até o branding da sua empresa. É o design system da sua empresa. >> Nossa, que massa, velho. >> Te mandar no WhatsApp aqui. >> Ah, mano, e é uma coisa muito massa, né? Convenhamos, né, velho? Eu eu sou suspeito. >> Vou e eu vou te passar o link para você checar aí também que você vai poder ver. Vou pedir para você até mostrar aí pra câmera, mas eu vou fazer o download e te mandar aqui para você subir na sua VPS, que eu sei que você tem um monte lá também. >> É, o meu terminou aqui também. >> Opa, mostra pra câmera e me mostra. Só que ele tá pedindo para eu publicar o aplicativo. >> Ah, você tem um botãozinho para publicar aí. Vamos ver aqui como ficou aqui. >> Mostra aí. >> Vamos ver. Consigo aumentar um pouco mais aqui. E eu vou agora te passar também o o zip aqui. Ah, ele já teve até. Viu que meu e-mail não deu certo. Ah, então ele colocou, eu seis sugestões de empresa aqui. Ele até definiu o nome, ó, Horizonte Distribuidor Stúdio Norte Plast Max. >> Então, conecta net. >> E aí eu pedi para ele recriar o Slack, cara. E ele fez aqui certinho. Ele não só recreou o slack, como eu pedi para ele colocar agentes dentro do slack e colocar uma personalidade para cada agente. Então, ó, ele criou já o bonequinho. Então, tem várias personalidades. Tem o Caio, a Nina, a Lia e o Té e o Max. E ele colocou os agentes aqui com botõezinhos para determinados das respostas, né? Então, mostram a gente pensando, >> boa, >> mostra a gente executando as coisas, mostrou a gente trazendo o resultado. Aí ele colocou a gente em outros canais. Bom dia, temos nove cancelamentos ontem, quatro retidos com upgrade. Quando minha solar pediu 20% para 20 120 unidades. Gerar três criativos. Começar minha campanha. Cara, ele montou um ambiente inteiro deixa eu fazer um teste digitar. Bom dia, time. Vamos ver se vai até funcionar o aqui, ó. Ah, não, esse aqui já seria ousado. Já se >> enviar. Bom dia, time. Vamos ver o que que vai acontecer aqui. Se ele vai responder. >> Provavelmente ele não tá plugado em em ele tem que você tem que colocar uma chave de AP para ele. >> Mas olha que bacana, ó. Eu criei vários canais. Então eu criei o canal geral, vendas, marketing financeiro. Em cada canal ele criou ações para cada gente referentes àquele canal. >> Tipo, o canal financeiro, falando sobre régua de cobrança processada. marketing falando do campanha do jardim no ar, ele inventou vários clientes e números. Ficou bem legal, cara. E ele inclusive deixou o slack igualzinho, colocou DMs, início, atividades e montou um dashboard. Vamos ver o dashboard. E ó, >> dashboard ficou bonitinho, hein? >> É isso, cara. Legal demais, cara. Bom, a gente, cara, construiu muita coisa aqui em 10 minutinhos de conversa, né? Mas tem uma coisa que sempre acontece em todo o episódio do Builders by Sky One e aquele momento onde você repassa pra galera algum hack que vai ajudar a turma a ser mais produtivo, né? Pode ser qualquer coisa, desde leitura, desde atividade física, desde cara, não sei se você toma algum remédio, enfim, cara, qualquer coisa, [risadas] porque eu sei que você é um cara muito super eh ativo, né? Então, cada pessoa tem seu hack aí. Conta aí o que faz o Bruno ser esse cara tão produtivo e tão diferente da maioria das pessoas. >> Cara, assim, eu acho que não existe nenhum life haack, né? Eu eu não eu não gosto de acordar 5 da manhã, não mergulho no gelo. >> Isso eu sei que você não gosta de acordar cedo. >> É, não, pelo amor de Deus. Mas agora não tem opção, né, mano? P você tem filho, >> pai, pai, né? Pai, pai. >> Mas cara, eu vou falar até uma brincadeira que a galera me zoa por isso, mas eu falo isso para todos os novos funcionários da empresa. Assim, cara, eu acho que o meu maior super hack que eu tive assim usando tecnologia, né? Vamos focar nesse ambiente aqui foi saber todos os atalhos de um computador, velho. >> Então, por exemplo, assim, para você ter uma ideia, eu não uso mouse há anos, eu só uso atalhos. Então, por exemplo, eu eu meu computador inteiro, eu tenho um aplicativo chamado Better Touch Control e aí eu criei atalhos para tudo. Então, tipo, ah, eu quero abrir um browser comando shift 3, ah, mudar de aba, shift tab. Ah, quero pesquisar alguma coisa no Slack. Comando Shift S, abro o Slack. Comando de K, abro as conversas, vou lendo as conversas. Tocar Spotify, comando Shift S. E eu pus no trackpad, três dedos, mudar de música, três dedos, voltar de música. Então, praticamente, cara, eu manuseio tudo no meu computador usando atalhos. E isso, cara, aumenta minha produtividade gigantescamente, assim, eh, nem se existe essa palavra, mas eu diria que esse é o maior life hack que eu poderia falar, que assim, mano, bizarro como um mouse. E eu acho que agregado a isso hoje, o meu upgrade não só é usar atalhos como falar. Então, eu uso uma ferramenta chamado whisper flow. E, cara, eu quando assim, ó, quando eu não tô em casa, né, para não acordar minha família, mas eu não digito mais, cara. Então esse whisper flow você aperta o atarx definido. No meu caso eu coloco, sei lá, comand e cara, eu falo com o computador e tudo que eu falo ele transcreve na ferramenta que eu tiver usando. E cara, eu nunca vi a transcrição perfeita assim, então ele perfeita assim, mesmo se você fala alguma coisa e tal, ele coloca bullet points, organiza tudo. Então para fazer prompt, para enviar mensagens, para tudo, eu uso o whisper flow. Então, atalhos e Whisper Flow, cara, eu juro por Deus, assim, se eu chutar em um mês usando atalhos e o whisperflow, eu devo ter ganhado fácil no meu mês, pelo menos um dia de volta na minha vida. Então, se para pensar que em um ano eu ganhei quase duas semanas a mais, >> já é um bom negócio, >> mano. >> Já é um bom negócio. >> É um bom negócio. Então, esse é o meu life hack que eu sugiro. >> Ô, show de bola, cara. Seja bem-vindo. Muito obrigado aí, né? E tem mais umas coisinhas que você vai mostrar na sequência nas redes sociais. É uma parceria que a gente estabeleceu aqui. Fico muito feliz de ter você aqui com a gente na Skyiman. >> Muito feliz de estar aqui, Robson. Obrigado pelo convite. >> Show de bola. E você que acabou de assistir aí, não sei se você tá em casa, não sei se você tá no ônibus, eu não sei onde você tá, mas se você não assiste o Builders by Sky One, você tá perdendo oportunidades aqui. A gente já teve aqui o Matuto Programador, agora o Bruno Camoto, a quantidade de pessoas que passa por aqui é absurdo. E cara, não tem custo nenhum para você não ser o tempo de você assistir e ouvir. Então, cara, para de sacanagem, começa a assistir a gente aí. Valeu, pessoal. Um abraço. [música] [música]

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Assuntos: Agentes de IA. Publicado no YouTube em 2026-10-15.

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